Dependência
Independência vs dependência
"Não existe política no jovem, pois ambiciosamente busca aperfeiçoar-se forçando autoridade para possuir um lugar no espaço entre as sociedades. Um jovem, ser vivo, não faz política quando constrói independência, essa é a razão. Em contraponto o velho desfaz sua independência para que exista política, pois sabendo que independente em um lugar no espaço não existe política e que findar a existência jovem é, para sí, uma catástrofe sobrenatural transforma-se, com avidez, no criador da dependência, a razão paradoxal a que surge do jovem independente. A política não é movida pelo jovem, pois necessita da dependência de outros, seres vivos, nesta razão. O velho cuida dos outros com o uso da política; e o jovem cuida de sí próprio por ser independente, do contrário não existe velho nem jovem em qualquer espécie de civilização. A independência destrói a regência política, dividindo e conquistando espaço ambiciosamente para, então, aperfeiçoar-se tornando-se experiência; a dependência constrói regência, unindo com tenacidade e desvendando leis que ampliam o espaço, sabiamente conectado em tudo, para que exista entre as partes envolvidas a dosagem de experiências contidas para desenvolver a jovialidade, nos seres vivos, assim no 'paradoxo existencial' uma razão torna-se luz e a outra razão sombra no ser vivo sobre a face de uma civilização. Naturalmente."
Como qualquer droga forte você me levou a dependência, esta droga de seu amor, suas carícias se tornou meus vícios, porque meu vicio é desejar você, vício de toques entre toques entre corpos suados e surrados pelo mesmo vicio, desejar cada carícias cada som e cada cor de seu batom, esse desejo me faz aumentar mais este maldito vício em você, vício que se aprofundar cada vez mais, vício de saciar você, você é como qualquer outra droga forte, vício que está aumentando cada vez mais, vicio que me faz prisioneiros de ti, sei que estou sob o domínio de uma droga mais forte agora, que é meu amor por você , escrito por Armando Nascimento
Droga lícita
A dependência emocional e como uma droga que ao ser negada ela ti consome em pedaços. O amor não correspondido é como um câncer que fere o coração se espalhando no vazio deixado.
"A dependência química e emocional são cadeias invisíveis que aprisionam a alma, exigindo coragem e apoio para serem quebradas e libertar o verdadeiro potencial humano."
Romper com a dependência química é reencontrar o caminho para a liberdade, onde cada escolha é uma celebração da vida.
A verdadeira liberdade surge quando aprendemos viver totalmente na dependência de Deus. Quando depositamos nossa confiança nele, é revelado o significado da vida. Somente isso pode suprir as nossas necessidades e ambições que nos impede de encontrarmos respostas lógicas e suficientes para vivermos de uma maneira livre e feliz.
Pessoas fortes não gostam de joguinhos, são autoimune a dependência emocional e o melhor de tudo, elas não perdem tempo com futilidades e coisas desnecessária pro seu crescimento pessoal, intelectual e espiritual...
"A maturidade nos concede uma dependência irreversível, que a medicina não pode curar.
Em consequência de um vício, o de viver sozinho,
que nos oferece a tranquilidade, a paz e a capacidade de existir ‘offline’.
Optamos pelo modo avião, por escolhas mais seletivas,
por uma companhia de qualidade — poucos, mas profundos: a família e amigos verdadeiros.
A solitude, com o tempo, transforma-se numa dependência improvável, mas inevitável.
E, no fim, ela se torna uma opção inegociável: a paz."
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"A dependência
mais segura é depender do nosso CRIADOR,
ele nos dá sabedoria
e nos ensina o caminho do AMOR,
pra nunca precisar mendigar companhia de ninguém..."
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Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.
Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que impede-os de navegar nas ondas de seu próprio destino.
Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.
Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.
Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.
Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.
Aprendo que existe uma criança em mim que, ao ver meus filhos crescidos, se assusta por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.
Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.
E não há estrada mais bela do que essa.
"Ao dar o peixe, não educo, torno dependência de querendo sem querer fazer o outro aceitar, seguir sem questionar."
Sobre a dependência do tempo, temos o nosso coração, que intensificado pela dúvida de vivermos amando, acabamos por nos transformar em seres quase inutilizados pela amargura da ingratidão.
O povo que estende a mão em busca de solução para os seus problemas, apenas na dependência dos programas dos seus governos, a partida é um povo votado a desgraça, pois, só conseguimos ser prósperos e tornar os políticos nossos parceiros, quando demostramos capacidade de viver a nossa própria custa e, que o Estado é um complemento.
Qualquer dependência química é destrutiva. Nela residem os medos e fraquezas do dependente e a dor de uma família inteira.
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