Demorei mais Aprendi

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Prefiro ser identificado como uma pessoa estranha, do que por apenas mais um reflexo da nossa sociedade.

Amanhã é o dia mais distante que existe. Quando já é quase amanhã ele ultrapassa você em 24 horas e te dá novos motivos para adiar o que tinha a fazer.

Somos o que somos e por mais que queiramos ser aquilo que não somos, mais continuaremos a ser aquilo que realmente Somos.

Por favor , não machuque mais meu coraçao , diga adeus e vá embora, mais vá para sempre, e não volte a noite em meus sonhos , não diga mais que te amar é ilusão , pois assim voce só estraga meu coração

E quando o amor chegar,
meus olhos estarão no mar...
Não estarei mais morta em vida,
minhas doces feridas
estarão cicatrizadas,
minha alma inteira e perfumada...
E quando o amor chegar,
o céu se enfeitará,
as estrelas me beijarão,
e eu finalmente, saberei
onde está o meu coração...
E quando o amor chegar,
meu jardim estará em orquídeas,
meus jasmins mais puros,
nada mais estará escuro...
Minhas borboletas estarão em alegria,
minha poesia mais perfeita,
e eu estarei refeita
em luz e em beleza...
E quando o amor chegar,
a vida será surpresa,
cada segundo será revelador...
A vida terá um diferente valor...
E quando o amor chegar,
estarei infinita e eterna...
Minhas mãos estarão abertas,
e a solidão será mais terna...
E quando o amor chegar,
saberei reconhecer,
saberei escolher sem errar...
saberei realmente o que é prazer...
E quando o amor chegar,
serei abençoada em flor,
estarei aquecida no teu calor...
E quando o amor chegar,
estarei pronta para amar.

Muitos me chamam de bipolar. Eu digo que não, a polaridade em mim é muito mais que bi. É um número incontável.

Tiii amo Incomensurávelmente.. ♥

Bom depois dissO acreditO ki naum precisa dii mais nada né?!!Pow Vc na minha vida é como seii la oq..!! sÓ seii ki qdo estou com vC meu mundO parecii bem mais coloridO..!!A vida parecii ter graça..!QdO estou com vC sinto-me a mais feliz do mundO..!!
vC me faz sorrir,qdo as paradas naum tem graça..
Me faz chorar qdO deveria estar alegrii..
Me faz da vontadii de gritar qdO devO ficar calada..
Me faz ouvii músicas ii pensar em vc qdO deveria te esquecer..
vC me faz lembrar dii nos dois até em momentos mais improprios..
Bom naum seii muuito bem te explicar exatamentee oq se passa qdO estou com vC..apenas ki é uma coisa ki naum querO ki acabee nuncaa..!!
Pois qdO esta longii meu mundO fica triste,sem sem sentidO pra mais nada,ii qdO estou começandO a viver sem vc sabii oq acontecii?? vC voltaa ii começa td dinovO..!! EntãO ki seja eternO enquantO dure..!!
Mas ki dessa vez dure bastantee..!!
tii amO.. ♥

Posso por um minuto dizer que não te amo mais,
e me arrepender nos próximos 15 minutos e ser infeliz uma vida inteira.

Quanto maior for a preocupação, mais impedido fica o homem de receber a divina orientação.

Posso até ficar triste quando alguém se engana sobre mim. Mas, certamente, fico muito mais, quando me engano sobre alguém.

A amizade é a mais bela das flores, quando nela existe o perfume da sinseridade.

"Saudade de você é igual aquelas bobagens que eu ainda tenho no quarto, que nunca mais vou usar, e que não tenho onde guardar... mas guardo."

Meu orgulho não fala mais alto, não. Ele grita, ele berra, ele se intromete e ele me atrapalha.

Retrato e Alma: O Olhar que Fala


No retrato, mais do que rostos, o que se busca é a alma. Um olhar, quando capturado com verdade, pode dizer mais que mil palavras — pode contar histórias, revelar silêncios, expor fragilidades e, ao mesmo tempo, guardar mistérios.


A fotografia de retrato não se limita à superfície. Ela atravessa a pele e chega ao invisível. É a tentativa de traduzir em imagem o que não pode ser tocado: a essência.


Por isso, diante da câmera, não basta posar. É preciso se permitir ser visto — mesmo que em partes, mesmo que nas frestas de um olhar distraído ou numa expressão que escapa sem querer.


O retrato verdadeiro não é apenas sobre quem é fotografado, mas também sobre quem fotografa. É o encontro entre dois mundos: o da lente que busca e o da alma que, por um instante, se deixa revelar.


Um olhar pode ser espelho, pode ser janela, pode ser abismo. No retrato, ele é tudo isso ao mesmo tempo.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Ser referência é mais do que ser visto.
É lançar sementes silenciosas, tocar vidas sem perceber.
É força e fraqueza entrelaçadas, esperança que inspira quem se afoga em seus próprios dias.
Rafael Fernando transformou meu olhar em arte — e, nesse gesto, me lembrou que tudo que vivemos reverbera.
Ser referência é isso: florescer, mesmo sem saber quem colhe.

Pedagogia do Acolher


Chegou mais um setembro e, com ele, a vitrine de frases prontas que me atravessam sem me enxergar. Falam para eu falar — como se a minha voz não estivesse há tempos espalhada em palavras, imagens, silêncios e olhares. Eu avisei. Não busco atenção; busco sentido, presença, mãos que não soltam.


O que me revolta não é a cor do mês, é a direção do dedo. Campanhas apontam para quem está afundando, quando quem precisa de formação é quem está na margem. O depressivo não precisa de cartaz; precisa de quem saiba ler sinais: o brilho que apaga, o sorriso que desencaixa, o corpo que fala — cabelo que cai, peso que some, vitalidade que se ausenta. Precisa de quem saiba chegar sem invadir, ouvir sem consertar, acolher sem prescrever. Às vezes, salvar é só sentar ao lado e dizer com o corpo: “estou aqui”.


Falar nem sempre é possível. Por dentro, a mente é um labirinto: ideias desordenadas, sentimentos sem moldura, cansaço que pede anestesia da dor — não o fim da vida. O que nos sustenta, muitas vezes, é o descanso de um abraço, o cuidado que não cobra explicação, o silêncio que não abandona. Ensinem isso: a presença que não exige performance de melhora; a escuta que não transforma confissão em sermão; a delicadeza de perguntar “como posso estar com você?” e aceitar que, naquele dia, a resposta seja apenas chorar.


Também me fere a homenagem tardia. Velórios cheios, redes lotadas de amores eternos — e o vazio de tudo o que não foi dito quando ainda dava tempo de ouvir. Eu não quero discursos depois. Quero humanidade antes. Se houver propósito em minha voz, que seja tocar uma pessoa que esteja aqui agora, e não multidões quando eu já for ausência.


Setembro, para mim, só fará sentido quando deixar de treinar o depressivo para “se explicar” e começar a educar o entorno para reconhecer, acolher e agir. Ensinem a identificar sinais, a construir rede, a acompanhar até o serviço, a ligar no dia seguinte, a cozinhar um prato simples, a varrer o chão do quarto, a segurar a mão — e não soltar. Ensinem que “força” não é cobrança, é companhia. Que fé não é atalho, é abrigo. Que esperança, às vezes, cabe em vinte minutos de silêncio compartilhado.


Eu sigo deixando vestígios — nas pessoas, nos cantos, no papel, nas imagens. Minha voz não precisa de multidões para cumprir seu propósito. Se alcançar um coração e lhe oferecer descanso por um instante, já valeu a jornada. E, enquanto eu estiver aqui, repito: não é fraqueza, é exaustão; não é espetáculo, é sobrevivência; não é drama, é dor. O que peço não é palco. É presença.




#setembroamarelo

Curar o Outro


Por que a gente consegue se preocupar tanto com alguém, mais do que com nós mesmos?
A ponto de esquecer da própria dor, ou fingir que ela não existe?
Às vezes, as dores até se parecem, são as mesmas feridas em corpos diferentes, mas, mesmo sem força, a gente tenta curar o outro.


Como se aliviar a dor do outro fosse também um jeito de aliviar a nossa.
Como se, ao enxugar as lágrimas de quem amamos, pudéssemos secar as nossas por reflexo.
Mas não dá.
A verdade é que, por mais bonito que seja esse instinto, curar o outro não é cura, talvez seja fuga.


E ainda assim, a gente insiste.
Porque amar é isso: é esquecer-se por um instante, acreditar que o afeto pode salvar, mesmo quando mal conseguimos nos salvar de nós mesmos.

Ainda Não


Há dias em que o corpo pesa mais do que a alma.
E, mesmo sem feridas visíveis, tudo dói.
O respirar dói.
O levantar dói.
O existir... exaure.


Há algo dentro de mim que grita em silêncio,
pedindo socorro, mas sem força para pedir.
Como se eu esperasse que alguém qualquer um
ouvisse o som do que não digo.


Eu me sinto como quem tenta juntar os cacos
de um vidro que insiste em se cortar nas próprias mãos.
Tento reconstruir o que já não sei se pode ser reconstruído.
Mas, mesmo fraca, ainda espero —
porque uma parte de mim ainda acredita
que não é tarde demais.


Talvez eu não precise de promessas,
nem de frases bonitas,
só de alguém que diga: fica.
Fica mais um dia.
Mais um respiro.
Mais um pedaço de esperança.


Porque, por mais que tudo em mim peça fim,
ainda não estou pronta para morrer.
Ainda não.
Só quero que alguém me tire daqui —
desse lugar onde tudo é dor e silêncio,
onde a alma sangra e ninguém vê.


E se um dia eu não conseguir mais pedir ajuda,
que este texto grite por mim:
eu só queria viver,
mas de um jeito que não doesse tanto

⁠A fotografia como ponte entre o tempo e a memória

A fotografia é mais do que um simples registro, é um portal entre o passado e o presente. Cada imagem carrega não apenas cores e formas, mas histórias, sentimentos e fragmentos de tempo que poderiam se perder na correria do dia a dia.

Através da minha lente, busco capturar a essência da minha cidade, os detalhes que muitas vezes passam despercebidos, mas que são a alma do nosso povo. É sobre tornar visível o que já faz parte de nós, ressignificar espaços, rostos e momentos.

Quando uma fotografia resgata uma lembrança, ela prova que o tempo pode ser revivido. E é assim que construímos nossa identidade: entre memórias que resistem e imagens que nos fazem sentir.

⁠Sozinhas, mas não ameaçadoras

Desde quando uma mulher sozinha representa mais risco para outra do que aquela que anda em grupo? Desde quando optar por menos companhia é sinônimo de desconfiança ou um atestado de solidão e sofrimento?

Somos observadoras, sensíveis à nossa própria percepção. Valorizamos conexões leves e verdadeiras. Não nos forçamos a laços apenas para pertencer a um grupo, porque não buscamos existir em bando – buscamos existir em verdade.

Isso não significa que não temos amigos ou que não somos leais. Apenas escolhemos o silêncio ao invés do ruído desnecessário. E essa escolha não deveria incomodar ninguém.