Demorei mais Aprendi
É bom ficar sempre com um pé atrás: o momento em que acreditamos ter vencido é sempre o mais perigoso.
Paris, outono de 73
Estou no nosso bar mais uma vez
E escrevo pra dizer
Que é a mesma taça e a mesma luz
Brilhando no champanhe em vários tons azuis
No espelho em frente eu sou mais um freguês
Um homem que já foi feliz, talvez
E vejo que em seu rosto correm lágrimas de dor
Saudades, certamente, de algum grande amor
Mas ao vê-lo assim tão triste e só
Sou eu que estou chorando
Lágrimas iguais
E, a vida é assim, o tempo passa
E fica relembrando
Canções do amor demais
Sim, será mais um, mais um qualquer
Que vem de vez em quando
E olha para trás
É, existe sempre uma mulher
Pra se ficar pensando
Nem sei... nem lembro mais
Amar infinitamente é saber que mesmo tendo a certeza de que nunca mais nos veremos novamente, durante toda a minha vida me lembrarei de você, e chorarei sempre que pensar no quão felizes poderíamos ter sido juntos...
É mais decente pôr a nossa ignorância no mistério, do que querer mascará-la em explicações que a nossa lógica comum, quotidiana, de dia-a-dia, repele imediatamente, e para as quais as justificações com argumentos de ordem especial não fazem mais do que embrulhá-las, obscurecê-las a mais não poder.
Mais um ano de amor que eu vivi com você
Tantos momentos de felicidade
Vamos celebrar essa nossa paixão
Do jeito que a gente quiser
Dando asas à imaginação
Em qualquer lugar, em qualquer lugar
Pode ser aqui perto ou longe daqui
Numa noite estrelada de amor em Madri
Pode ser um pôr do sol numa tarde em Paris
Ou então um cruzeiro pelo Atlântico Sul
Ver o dia acordar ver o céu todo azul
Só pra testemunhar a comemoração
Mais um ano feliz dessa nossa união
É tão bom viver com você
Eu só posso agradecer
O presente mais lindo
Que a vida me deu
A estrela maior,
Uma bênção de Deus
É tão bom viver com você
Teu amor me fez perceber
Que a palavra mais bela,
O mais belo lugar
É tão pouco pra te presentear
Afinal de contas, o amor sempre diz mais sobre quem o sente do que sobre a pessoa amada.
Acho que Deus colocou alguém no meu caminho, que está me ajudando a ser mais tranquilo, menos acelerado...
É estranho, eu confesso, mas está me fazendo bem.
A indústria alimentícia de origem animal é no meu entender a mais nefasta de todas as indústrias. Ela esconde o modo de produção e faz publicidade de forma fantasiosa, com mascotes e imaginário coletivo que desassocia o "produto" final da dor e do sofrimento animal para que as pessoas consumam sem questionar e sem remorso dos crimes que são coniventes.
PERDOE RÁPIDO E BEIJE LENTAMENTE
A morte é um caso sério. Mais para os jovens do que para os idosos.
Estes vão se acomodando lentamente com a idéia da morte, mais por
fatalidade do que por renúncia da vida. Aqueles esperneiam o quanto
podem e abrem a boca, na esperança de relaxar.
É o caso do sargento do exército americano Jeff Barillaro, de 31
anos, que serviu em Bagdá por 15 meses (de agosto de 2005 a novembro de
2006). Para suportar os reveses da guerra, nas horas de folga ele fazia
música. Numa de suas canções, Barillaro escreveu: “Vou morrer, vou me
ferir, essas coisas sempre vêm à mente| Ele vai morrer ou ela vai
morrer| É apenas uma questão de tempo| Coloco meu uniforme, coloco meu
capacete| Beijo as fotografias de minha família, mando um e-mail à
minha garota, para que ela saiba que eu sinto sua falta”.
Do outro lado do mundo, em Nova York, uma modelo de 20 anos chamada
Ruslana Korshunova, escrevia poemas e os colocava em seu site de
relacionamentos. Um deles diz: “A vida é curta. Quebre as regras.
Perdoe rápido. Beije lentamente. Ame de verdade. Ria
descontroladamente. E nunca lamente nada que tenha feito você sorrir”.
Curioso é que o sargento americano que dizia: “Vou morrer” ainda não
morreu, e a modelo nascida no Cazaquistão e que foi capa de revistas
européias como “Elle” e “Vogue” morreu no dia 28 de junho, ao cair da
janela de seu apartamento no nono andar de um prédio em Manhattan.
A morte não tem educação. Ela não bate à porta. Ela não pede licença
para entrar, como se queixa o profeta Jeremias: “A morte subiu e
penetrou pelas nossas janelas e invadiu as nossas fortalezas,
eliminando das ruas as crianças e das praças os rapazes” (Jr 9.21).
Portanto, vamos nos perdoar rápido, vamos nos beijar lentamente,
vamos amar de verdade, vamos rir descontroladamente, vamos valorizar
tudo que há de bom e nos faz sorrir. E, mais do que tudo, vamos nos
aproximar cada vez mais de Deus, com quem nos encontraremos face a face
logo depois da morte!
Extraído da revista Ultimato, edição nº 314 (setembro / outubro de 2008)
Se for mexer comigo.. mexe.. mais aguenta as consequencias.. sou fruto proibido , sou perigo.. alta voltagem.. adrenalina .. sou fogo , sou faísca.. e adoro correr riscos..
Hoje, estou mais madura e um pouco mais serena. Entendi que não tenho que provar nada, nem ficar tentando agradar sendo quem não sou. Eu sou essa que você está vendo e, sim, tenho falhas. E, sim, sou pura emoção.
A poesia é um abismo sem fundo. Quando você pula nunca mais volta, e tem a liberdade de voar eternamente.
Ser militar é mais que simplesmente usar uma farda, lutar em grupo e ter disciplina...
Junto dessa farda, vem o nome de um país, milhares de pessoas, o peso é grande, não é pra qualquer um, a força aérea tem uma das mais importantes responsabilidades, defende o mais precioso bem do teu país, o céu que está sobre sua cabeça. E eu faço parte disso e me orgulho.
É difícil lutar por pessoas que nem ao menos sabem que foi você que sangrou por elas, mas é gratificante saber que são por seus irmãos de terra!
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