Demorei mais Aprendi

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Tá tudo estranho mais eu ainda sim continuo acreditando.⁠Que as pessoas entendam que somos reflexos de nossas ações.Somos de carne e osso , tudo que dói em mim dói no outro .

⁠A vida cobra
mais caro daquele
que persiste
no erro.

⁠A mentira mais bem proferida é aquela que tu já a entronizou na tua mente. Minta para ti mesmo e a tua mentira ganha asas inimagináveis.
#pobrezadeespirito

⁠Nunca diga adeus.
Diga algo mais leve,
como um até logo
ou um até breve.

Ave maria, essa cidade tem mais carro do que gente. Parece “Velozes e Furiosos”, só que sem velozes, só os furiosos.

O Cangaceiro do Futuro (série)
1ª temporada, episódio 1.

⁠Avance o suficiente para que retroceder, torne-se mais difícil do que continuar avançando…

⁠As crianças amam em primeiro lugar a si próprias, e apenas mais tarde é que aprendem a amar os outros e a sacrificar algo de seu ego aos outros.

Sigmund Freud
Conferências introdutórias sobre psicanálise (partes I e II) (1915-1916). Rio de Janeiro: Imago, 1996.
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⁠Em matéria de sexualidade, somos todos, no momento, doentes ou sãos, não mais do que hipócritas.

Sigmund Freud
Primeiras publicações psicanalíticas (1893-1899). Rio de Janeiro: Imago, 2006.

1 O sucesso da sua vida que você espera
não depende de mais ninguém, depende
de você mesmo.⁠

⁠E se a paciencia for tua maior virtude, terás conquistado o mais alto nível de sua resiliência!

⁠Durante a sua vida terrena, você deverá ler e estudar em muitos livros, porém o mais essencial e importante deles é a Bíblia Sagrada, em todos os seus livros, capítulos e versículos, portanto, não procrastine.

⁠Queria poder voltar no tempo
E não te fazer chorar, nunca, nunca mais.

⁠Cuide de seus pensamentos.
Use seu tempo com sabedoria.
Reclame menos, seja mais grato.
Ame-se hoje, amanhã e sempre.

Quem alcançou em alguma medida a liberdade da razão, não pode se sentir mais que um andarilho sobre a Terra – e não um viajante que se dirige a uma meta final: pois esta não existe.

Friedrich Nietzsche
Humano, demasiado humano. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

⁠É mais facil crer em Deus, e é por isso que minha vida é dificíl.

⁠Quantas emoções cercam meu coração todos os dias onde o destino me fez conhecer a garota mais linda e doce do mundo, onde você gravou seu nome e nosso amor, não tenho palavras para te dizer o que sinto por você todos os dias e pura poesia, um sonho que eu gostaria que isso nunca acabasse como o amor que sinto por você.

Eternamente teu
Eternamente nós

Para você meu amor que dá luz à minha vida

⁠Nada explica mais uma conexão feminina do que duas mulheres que se olham e se conversam - sem dizer uma só palavra.

⁠Será que o mundo esta bravo comigo? Será que ele não me quer mais? Falei isto para ela mais ela nem deu atenção, então eu disse vocês iram acreditar no mundo não em mim? Enfim eu quero mostrar pro mundo meu pensamento meu talento mais o fim é assim ninguém acredita em mim vem a vontade de
de ir embora ir ver o mundo lá fora para respirar e não chorar e gritar.

⁠Você na minha frente, mais meus olhos ja não encontra os seus, não fico triste, fico confuso, você me confundi, me busca e me afasta, grita meu nome eu corro até você. Aí. Você foge. Decida-se, vai correr ou vai ficar ? Se correr não vou acompanhar. Meus ossos não suportam mais. Noite fria, chuva fina, os pingos demoram a escorrer no telhado. Fecho os olhos, esvazio minha mente relaxo o corpo e a alma . Ouço a sinfonia da noite. Seus gemidos tem sons de amargura. Percebo que o tempo passou por entre nós, não nos demos conta. Na calada da noite descrevo o que sinto com frases, poemas, e pensamentos. O vento uiva pra mim, parece querer dizer-me algo; mais nada eu entendo. Logo imagino se todos vissem o céu como eu vejo as noites, e o mundo estaria em paz. Boa noite.

⁠A Igreja, a Nação, o Partido, a Causa [...], todos eles viverão mais do que qualquer de seus membros, porém viverão mais, talvez até para sempre, exclusivamente graças ao esforço de cada um e de todos os membros para assegurar-lhes a vida eterna à custa da própria vida.

Zygmunt Bauman
O mal-estar da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.