Deixa eu te Conquistar
"Como se chegar às 3 Mais Belas Músicas Brasileiras? Tarefa das mais difíceis... Mas eu consegui! Tudo para atender pedido daquela Jornalista. Consegui, mas tudo pode mudar. Quem há de saber?"
TextoMeu 1234
🎻📻🥁
"Eu disse para aquele Meu Cunhado: 'Por mais que você tente se vender como verossímil, eu sei que você não passa de hipótese'! Disse para Meu Cunhado e digo para outros Alguns!"
TextoMeu 1244
🫠
"Quando criança, eu achava que todos os problemas do Mundo acabavam quando chegava um Novo Ano. Continuo achando e continuo me enganando. Será que ainda sou criança?"
TextoMeu 1255
🌎🎇🧒
"Na Passagem do Ano, uma das Minhas Noivas disse que eu estava mais cheiroso do que a pizza que ela encomenda lá no Abrigo. Oh, Raios! Será que derramei orégano na minha roupa? 'Oh, Raios... Oh, Céus... E Macacos vos Mordam', HeHeHe ou HaHaHa!"
TextoMeu 1259
🍕
Se eu soubesse que ser diferente era zelar pelo que é bom e certo, eu teria me orgulhado de ser quem sou desde a tenra idade.
Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo.
Se eu trocaria tudo que esse
mundo oferece para estar na presença glóriosa de Deus? Sim, claro, com certeza, deveras...
Se alguém me perguntasse se eu creio que Deus existe, então diria que não só tenho fé, mas tenho certeza que o mundo espiritual é real. E ainda complementaria dizendo para que não
brinque com sua salvação!
É fácil se conformar com esse mundo, eu sei muito bem disso, mas acredite em mim, pois existe algo além daquilo que nossos olhos podem ver.
Eu creio no meu coração que Jesus Cristo é o filho de Deus enviado para pagar o preço pelos meus pecados na cruz do calvário, e também confesso que Ele é o Salvador da minha alma.
... um equívoco,
eu diria, querer atribuir
a uma entidade sobrenatural
todo mal que nos aflige - visto que,
um homem sozinho é capaz
de qualquer coisa!
... jamais diga:
'se Deus quiser'; diga: 'eu quero!'
Porém, um querer que, somado
aos teus melhores propósitos
te concilie com obem maior:
o Criador!
O sol continua quente.
A metáfora sou eu em você.
Tudo é riquíssimo, mas o tom é triste.
O lobo agora está na matilha.
Salve-me, até porque quero a luz.
A flor de lótus não trouxe a felicidade prometida.
E você, Lobo, olhando para o infinito…
Isso me fere, pois seus olhos estão frios,
o sorriso morre em sua boca,
e você não está em mim.
Tu choras
Eu sei o que você quer.
Das rosas, ofereço apenas espinhos,
até porque você sabe: algo floresceu,
mas já morreu.
E, mesmo em noites quentes,
a queda é certa,
e o choro vem.
Que minha solidão me sirva de companhia. Que eu tenha coragem de me enfrentar. Onde a minha paz de espírito seja sempre em primeiro lugar, diante de todas as aflições da vida.
A sombra do meu pecado me trai — um vulto que conhece meus passos antes de eu os dar.
Atrai-me para o submundo onde a escuridão tem voz e os nomes se desfazem,
um convite sem luz, uma promessa que cheira a ferro e a lama.
Somos dois náufragos: eu e essa sombra que me habita,
invisíveis aos olhos que ainda acreditam em salvação.
Envolvidos como raízes emaranhadas, presos no pântano do desejo,
onde o tempo apodrece e as horas se tornam moscas.
Caímos sem alarde, amordaçados pela própria culpa,
a boca cheia de terra, o grito reduzido a um eco de ossos.
A decomposição não é só do corpo — é do nome que eu dava às coisas,
do mapa que traçava para me encontrar, agora rasgado e úmido.
Há um frio que não passa, uma sede que não se sacia;
cada passo afunda mais, cada lembrança vira lodo.
E, no entanto, há uma clareira de silêncio dentro desse breu,
um lugar onde a traição aprende a dizer o seu próprio nome.
Não peço perdão — não ainda — porque o perdão exige luz que não trago.
Quero apenas ver, por um instante, a sombra desvelada:
que se revele inteira, sem disfarces, para que eu saiba com quem divido o corpo.
Se a escuridão é casa, que seja ao menos honesta;
se o pântano é prisão, que me mostre a porta que não consigo ver.
E se a decomposição é destino, que me ensine a colher do próprio fim
a semente que, talvez, um dia, resista e floresça na lama.
