Deixa eu te Amar

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“Nem toda mãe que entregou um filho deixou de amar; muitas foram obrigadas a escolher entre a fome, a vergonha e a sobrevivência.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Amar sem possuir é permitir que o outro exista inteiro, sem obrigá-lo a caber nas medidas da nossa carência.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

⁠Os amantes precisam saber
o quanto são belos,
por se permitirem amar.

Às vezes o valor que damos não é visto e por isso deixamos de amar.

Amar é maravilhoso mas o modernismo tem deixado de lado o amor, porque o amor está sendo descartado igual roupa sem etiqueta original é só usar e colocar de lado.


Trabalhar preocupado é abrir as portas para o fracasso.
Amar com medo é perigoso, pois você deixa de viver a realidade.
E principalmente, viver com medo é morrer mantendo o corpo vivo.

Um grande beijo em seu coração.

R&F Perazza.'.

“É doloroso ouvir que deixamos de ser aquilo que um dia fez alguém nos amar, principalmente quando, aos poucos, também deixamos de receber o amor que nos fazia florescer. Às vezes, o coração não endurece por falta de sentimento… apenas se cansa de sentir sozinho.”

Permita-me que eu grite a todo mundo que eu te amo,
Ouça-me quando digo que quero te amar,
Quantas vezes nos meus sonhos eu te chamo,
Permita-me amor eu quero gritar,
Tudo bem desculpa não reclamo,
Se não queres eu tenho que aceitar...

DEIXA EU TE AMAR...
Deixa eu te amar,
De um jeito que não amei ninguém,
Deixa eu ser atrevido, audacioso,
De um jeito que nunca fui pra ninguém,
Deixa eu ser amante, safado e ousado,
De um jeito que nunca fui pra ninguém,
Deixa eu te levar por caminhos de prazeres,
De um jeito que nunca levei ninguém,
Deixa eu fazer contigo,
De um jeito que nunca fiz com ninguém,
Deixa eu te amar do meu jeito...

Se amar é viver, então você está perdendo tempo, deixando sua vida passar.

Adorada Bruxa que nunca será minha,
Deixe-me ser seu servo,
Deixe-me amar em vão.

Será que existe motivo maior para deixar alguém ir do que essa pessoa não te amar mais?
Não adianta: nenhum amor resiste à sua falta de tempo. O sentimento se perdeu no meio das suas dúvidas. Amizade é mais que uma mão estendida. Mais que um sorriso bonito. Mais que a alegria de dividir coisas. Mais que sonhar juntos ou sentir as mesmas dores. Muito mais que o silêncio que fala ou a voz que se cala para escutar. Amizade é o alimento que enche a nossa alma. E ela é dada por alguém que acredita em nós.
Amizade...
Coisa de Gente...


Alexandre Sefardi

Há uma verdade que poucas pessoas têm coragem de aceitar: nem sempre deixamos de amar. Às vezes, apenas deixamos que o medo fale mais alto do que o sentimento.


É curioso perceber como alguém pode amar intensamente e, ao mesmo tempo, se convencer de que ir embora é a melhor escolha. Não porque o amor acabou, mas porque as dúvidas cresceram mais rápido do que a confiança. Porque pessoas de fora deram opiniões sobre uma história que nunca viveram. Porque o orgulho fez parecer fraqueza aquilo que, na verdade, era coragem: permanecer.


O ser humano possui um hábito silencioso de acreditar mais nas próprias inseguranças do que nas demonstrações de carinho que recebe. Uma palavra negativa pesa mais do que cem gestos de amor. Uma desconfiança pode destruir em minutos aquilo que levou anos para ser construído.


E então a distância começa.


Primeiro diminuem as mensagens. Depois desaparecem as ligações. Os "eu te amo" se transformam em silêncio. Até que um dia dois corações que ainda se amam passam a viver como completos estranhos.


O mais triste é que, muitas vezes, ninguém traiu, ninguém deixou de sentir. Apenas deixaram de conversar. Deixaram que o orgulho respondesse no lugar do coração. Deixaram que outras pessoas escrevessem o final de uma história que só pertencia aos dois.


O tempo passa, e a vida continua. Mas há sentimentos que não obedecem ao relógio. Existem pessoas que seguimos amando em silêncio, mesmo depois de meses ou anos. Não porque esperamos que voltem, mas porque certos sentimentos não desaparecem; eles apenas aprendem a existir em um lugar onde já não fazem barulho.


Talvez o maior erro do ser humano seja imaginar que sempre haverá tempo para voltar atrás. Que um pedido de desculpas pode esperar. Que um abraço pode ser dado amanhã. Que quem ama estará ali para sempre.


Mas a verdade é que o tempo nunca promete outro encontro. Existem despedidas que acontecem sem que ninguém perceba. O último abraço nem sempre parece o último. A última conversa quase nunca tem cara de despedida.


E quando entendemos isso, resta apenas o peso de uma pergunta que ecoa dentro da alma:


**"Será que eu perdi essa pessoa porque ela deixou de me amar... ou porque deixei minhas dúvidas falarem mais alto do que o amor que ela me oferecia?"**


Algumas respostas chegam tarde demais. E, quando chegam, já não servem para mudar a história. Servem apenas para ensinar que o amor raramente acaba de uma vez. Na maioria das vezes, ele é sufocado, pouco a pouco, pelas palavras que nunca foram ditas, pelos medos que nunca foram enfrentados e pelas pessoas que jamais deveriam ter tido voz dentro de uma relação construída por dois corações.

"O amar - permite muito
Amar-elo
Amar-rotar
Amar-gurar
Amar-rar."

Quando a gente deixa de amar e começa a compreender


Existem momentos na vida em que o amor não acaba — ele se transforma.
E não é porque o outro mudou, se afastou, traiu, perdeu a cor.
É porque, pela primeira vez, a gente abre os olhos de dentro.


Percebe que o que chamava de amor era, na verdade, medo de ficar só.
Que o que chamava de saudade era apego ao que feriu.
Que o que chamava de intensidade era carência fantasiada de destino.


E aí, algo muda.


Já não é mais sobre conquistar, nem sobre provar.
Não é mais sobre ser vista, nem escolhida.
Não é mais sobre ter razão, nem vencer discussão.


É sobre reconhecer os ciclos internos que o corpo já vinha avisando.
É sobre honrar a alma que já estava cansada de ser rebaixada em troca de migalhas.
É sobre olhar no espelho e saber:
“Eu não preciso ser amada pra saber quem sou. Eu preciso ser inteira pra reconhecer o que é amor.”


E então a gente percebe:


Aquele “eu te amo” que mexia com a gente
mexia muito mais com o ego
do que com a essência.


E que a saudade dele ou dela
não era de quem a pessoa era,
mas de quem a gente queria acreditar que ela poderia ser.


E aí vem a virada.


Quando a gente deixa de amar como dependência.
E passa a compreender como consciência.
Quando o desejo deixa de ser “volta pra mim”
e se torna “se encontre, por favor”.


Porque o verdadeiro amor — o amor final —
não é aquele que força reencontros,
mas o que deseja cura.
Mesmo que seja longe daqui.


E quando isso acontece, não dói mais.
Não arde mais.
Não prende mais.


Só devolve paz.


Porque o amor que fica,
depois que o apego vai embora,
não é sobre posse —
é sobre presença.

Amar é cantar uma ópera sem ensaio, deixar o peito reger a orquestra, enquanto o destino escreve, em lágrimas, o último acorde.

Não me queixo
Eu não soube te amar
Mas não deixo
De querer conquistar
Uma coisa
Qualquer em você
O que será?

Como nunca se mostra
O outro lado da lua
Eu desejo viajar
Do outro lado da sua
Meu coração
Galinha de leão
Não quer mais
Amarrar frustração
O eclipse oculto
Na luz do verão...

Você só consegue amar novamente se você deixar o passado enterrado que tanto te impediu de seguir em frente;

Te amar assim não é por querer e sim por você, felicitar o seu viver, cortejar o teu ser;
Deixe-me aproximar bem próximo dos seus sentimentos, me deixa seguir o teu regimento para que o meu coração tenha o seu seguimento;
E é pelas rosas que brotam a sua tão formosa face, és a primeira nas minhas conclusões para acalentar minhas ansiedades pelo amor e pela dor para me fazer máster;

Aprendi que amar é também permitir a liberdade. Aquilo que permanece, permanece por escolha — e isso é amor. Aquilo que parte, talvez nunca tenha sido verdadeiramente nosso.