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Dei a Volta por cima

Cerca de 28535 frases e pensamentos: Dei a Volta por cima

⁠Essa carta é para você, que partiu.
Talvez nem perceba, mas deixou muito mais do que silêncio: deixou ferida.
E por um tempo, eu tentei segurar tudo o que éramos, o que fomos, e até o que nunca chegamos a ser.

Mas hoje eu entendi:
a vida não espera.
Os ciclos mudam.
E eu não posso me adiar por quem não ficou.

Você foi embora…
e eu fiquei aqui, tentando me costurar, ponto por ponto,
tentando entender onde foi que deixei de me escolher.
Revirando memórias, relendo conversas, buscando sinais.
Como quem procura em vão por um motivo que alivie a dor de não ter sido o suficiente.

Hoje, entendo que cada escolha é um reflexo do que acreditamos merecer.
E eu mereço mais do que migalhas.
Mais do que presenças ausentes.
Mais do que metades.

A dor me moldou, mas não me destruiu.
Caminhei com o coração remendado, mas com a cabeça erguida.
E agora sei:
não se deve adiar a cura por ninguém.
Nem se diminuir para caber no vazio de outra pessoa.

Você foi…
e eu renasci.
Firme, inteiro e com coragem.
Com marcas que agora contam minha força.
Com uma nova versão de mim, mais consciente, mais seletiva, mais forte.
Porque eu sou o recomeço mais bonito que já fiz.

Inserida por danrattess

⁠No livro da vida, dei espaço para um novo capítulo, onde um amor inesperado se tornou a minha mais bela história.

Inserida por NewtonDias

⁠Peguei no sono, adormeci.

Em sonho, acordei em uma cidade pouco evoluída, dei-me conta de minhas vestes, eram muitas camadas que me cobria.

Um creme levemente alaranjado, como um envelope de papel pardo desbotado, era a camisa de botões, que cobria a brancura do algodão da primeira camisa que me vestia.

Havia um pano grosso de linho marrom, como bombom de chocolate ao leite, cobrindo meus membros inferiores, preso a cintura pelo cinto de couro que um belo brasão reluzente possuía.

Nos pés, um couro talhado, de crocodilo ou cobra brilhando, quase meu rosto reluzia.

Um lenço circulava o pescoço e as pontas do laço protuberânte, balançava ao vento.

Um lindo chapéu elegante, não anacrônico a idade medieval, redondo e cinza, minha cabeça protegia.

Parei de reparar em mim, quando avistei uma linda donzela, com quilos de roupas, armadas e longas, que não tirava os olhos de mim.

Seus cabelos, eram altos, claros, escuros, enrolados e lisos, pois subiam uma armação de tubos e ao mesmo tempo se derramavam pelos ombros, ultrapassando-os com folga.

O generoso decote, não condizia com tanto de roupa que vestia, mas parecia normal, só eu abismado olhando sorria.

Tentei me aproximar, mas a donzela assustada pelo trote acelerado da carruagem que pela rua descia, subiu a elevada calçada e entrou em uma loja disputada por tantos fregueses que a enchia.

Decidi conhecer o local, apesar dos olhares que me seguiam, tudo parecia normal, e fui reconhecendo o terreno devagarinho.

Quatro horas da tarde, soube disso pelas vezes que o sino dal igreja tocou, me dirigi para o bar, que tinha por nome Saloom, lá, fiz amizades, e uma delas é o João.

Nem alto, nem baixo, nem magro nem gordo, nem bonito nem feio, nem rico, nem pobre, era uma pessoa comum.

João gostava de dançar, e isso lhe rendeu grandes nomes, os homens desta época, não dançam.

Pietra, era uma jovem de cabelos ruivos de pele bem branca pintada por sardas , e quando envergonhada, sua pele, bem vermelha ficava;

Ela gostava de jogar, mas nem sempre era aceita na mesa, pois esse é um tempo que damas não jogam, quando fazem, são em locais clandestinos.

Grande, digo, avantajado entre os normais era o Adail, que sobressaia na multidão, não só pela altura, mas também pelo porte físico que o deixará semelhante a um "guarda roupas" de tão alto e forte que era.

Lucas, era bem magro, ágil e muito esperto, até demais, o que para ele era bom, muita gente incomodava.

Por último, o Amarildo, sua pele escura contrastava com seus olhos claros, sua arcaria dentária impecável, branca e alinhada, provocava inveja a muitos.

Sempre que nos reuníamos, a falante Pietra tentava nos convencer a sair da cidade, mas sem dinheiro, os planos só ficavam no ar e em nosso imaginário

Certo dia, o xerife precisou se ausentar, mas antes de fazê-lo me nomeou xerife interino em seu lugar.

A cidade sempre foi calma, talvez por conta da reputação do xerife, que além alto e forte era rápido e bom de gatilho.

Na noite de uma sexta-feira, a calmaria deu lugar a confusão, a rotina de sossego foi quebrada pelo bando chefiado por Maldoque, que invadiu a cidade, querendo o banco assaltar.

Maldoque, tinha cinco capangas em seu bando, era não era o mais forte, nem o mais sábio, mas todos, suas ordens seguiam.

Eu era xerife na ocasião, mas nem sabia atirar, e havia apenas um guarda comigo, acoado, decidi um plano bolar.

Chamei meus amigos fiéis, expliquei tudo sobre o plano que tive, e para cima do bando de Maldoque, decidimos fazer a investida.

Vencemos sem disparar um único tiro, e a prisão ficou pequena para o bando que para cadeia foram dormindo.

No dia seguinte ao ocorrido a bela e para mim desconhecida donzela, me encontrou no caminho.

Educado, tirei o chapéu, inclei-me um pouco e simultaneamente dei-lhe um bom dia.

Ela, com brilho nos olhos e escancarado sorriso, além do bom dia, disse-me: Posso te perguntar? Endireiti-me, de postura bem ereta, peito estufado e ombros jogados levemente para trás, comecei a narrar o ocorrido, o dia que tronei-me herói para cidade.

- Querida donzela, não sei o seu nome, careço dessa informação para continuar nossa prossa.
- Ah meu querido xerife, como isso pode acontecer, perdoe-me por tamanho despreparo, me chamo Danica, sou filha do escrivão.

- Então vamos começar de novo. Beijei a mão da jovem donzela, do jeito mais tradicional no tempo antigo, inclinado-me, e mão direta pensando a dela, é na esquerda meu chapéu engraçado encostado em meu peito.

Disse: Prazer, sou o xerife Júnior, seu humilde servo, donzela Danica.

Danica, levando a mão a boca, simulava esconder o sorriso, enquanto ria. Terminada a encenação da cerimônia, comecei a contar o causo.

Naquela manhã fui pego de surpresa com a notícia que o bando de Maldoque estava na cidade , imediatamente mandei chamar meus amigos, e enquanto isso, elaborei o seguinte plano.

Lucas, que é muito veloz e ágil, foi na casa do veterinário pegar alguns frascos de tranquilizante que o doutor usava em seus pet pacientes.

Enquanto isso, João e Amarildo, buscaram mantimentos na venda , para fazermos uma deliciosa ceia.

Convidei Pietra para ir ao encontro do bando para e oferecer o jantar, como alguém com medo, que quer agradar.

Jantar aceito, levamos muita comida regada com vinho batizado, e Adail era nosso trunfo, se era bom de briga não sei, mas intimidava é servia para nós como escudo.

A Bela Pietra, dançou com João para enquanto os destruídos bandidos comiam e bebeiam, e pouco tempo depois do espetáculo, com cabeça na mesa ou caidos no chão dormiram.

Antes que o efeito do tranquilizante acabasse, todo o bando encarcerados a cadeia lotaram.

Acordaram irritados, mas sem armas, e atrás das grades só o que podiam fazer era reclamar.

Foi assim, sem nenhum tiro, recuperamos o dinheiro do banco e prendemos os bandidos.

A moça, talvez sapiossexual, com olhar que me devorva, sem palavras alguma dizia que conhecer mais de mim, queria.

A conversa tomou rumo diversos e minutos, transformaram-se em horas, até que um singelo convite da dama Danica, me surpreendeu alegre positivamente.

- xerife, vem jantar hoje em nossa casa, mamãe te acha um bom homem, e papai do Senhor de falar não para.

Aceitei o convite, e as seis horas marquei de chegar. Para não ir de mãos vazias, corri para falar com a pietra para saber o que eu poderia levar.

Pietra, antes de tudo, sacudiu a poeira de minha roupa, na altura dos ombros e peito, e disse primeiro vamos melhorar esse vestuário.

Escolheu roupas, que a seus olhos parecia melhores, um bouquer de flores me fez encomendar, e na venda, doce de leite e outros me fez comprar para alegrar a mesa da casa que iria jantar.

Amarildo, era poeta, metido a galã, me dava dicas para jovem impressionar, não dei muito atenção, pois eram palavras difíceis, poderia me atrapalhar, resolvi ser eu mesmo.

Danica estava linda naquela noite, sua mãe falava demais, e nosso flertar impedia. O pai dela tabelião respeitado, dizia sobre o plano de ser prefeito e as melhorias que queria fazer na cidade.

Comemos uma ave grande, bonita, assada, macarrão, e vinho era bebida.

Só na despedida após o jantar pude ficar momentos sozinho com Danica.

Seu cheiro, me atraia, e a bela boca desenhada, coberta pela camada do rubro batom, me seduzia.

O decote era desprocional as vestes, mas com o tempo acostumei com o costume da época.

Filosofei minhas ideias, e compartilhei o conhecimento que tinha, para impressionar a donzela sapioafetiva.

Não querendo ir, mas já era tarde, chegou a hora da despedida, arraquei um beijo, não roubado, porque ambos queriam, e foi demorado por ser correspondido, tanto que ativou todos os primitivo dos instintos masculino.

Parei, sem querer me afastar, os olhos em chamas, congelados, se encaravam.

O silêncio foi interrompido quando falamos simultaneamente, e cedendo a vez um para o outro, frase alguma era proferida, voltamos a nos beijar, era mais caliente esse beijo, com minha mão direita segurando sua nuca e com a esquerda seu quadril puxava para mim.

Ficamos sem ar, e meio ofegante, Danica disse: é malhor eu entrar....

Afastei-me um pouco, enquanto a encarava, a vi se recolher sem me dar as costas, fechava a porta enquanto me olhava.

Dei um salto de alegria, como um adolescente empolgado, a muito tempo isso queria, e hoje havia conquistado.

Montei no cavalo, ainda sonhando acordado fui encontrar meus amigos para contar tudo que havia vivido.

Ao chegar, avistei Adail na porta, e ouvia o choro de pietra, juntamente com a voz de Lucas que calma lhe pedia.

- O que houve ? Perguntei três vezes para ouvir a primeira resposta.
- O gato da Pietra, o gato da Pietra.
- morreu?
- caiu no posso, não sabemos nadar, senão morreu, morrerá.
Com roupa e tudo pulei no poço escuro, não era um poço normal, dito tradicional, este tinha um diâmetro de duas rodas de carrogem real, sua profundidade era de três homens altos em pé.

O poço, metade cheio, metade vazio, não afogará o gatinho mingau, ele tava vivo assustado , gato nadando cachorrinho, no poço meio vazio.

Com Mingau nos braços, gritei para que buscassem na venda duas cordas, e orientei que fizessem assim:

Dois de vocês permaneçam do lado direito do poço e atirem a corda, e outros dois do lado esquerdo façam a mesma coisa.

Peguei a primeira corda enrolei bem em meus braços e segurei em sua ponta, fiz o mesmo com outra e pedi que puxasse ao mesmo tempo, e fui assim que subi.

Quase na borda, entreguei o gatinho mingau a Pietra e os desajeitados que me puxavam largaram a corda ao verem a emocionante cena do reencontro dos dois.

Cai de costas na água, mas dessa vez me afoguei, mesmo sabendo nadar a água batia em meu rosto incomodava, acordei.

Era a chuva com vento que molhava minha cama e meu rosto, pois a janela antes de dormi não fechei.

Que sonho meio doido, todos sonhos o São, então foi só mais um, fechei a janela e voltei a dormir, talvez com o infantil e inocente desejo de continuar a sonhar o mesmo sonho, o que não aconteceu.

Vida normal que se segue, é madrugada o dia já é sábado.

Inserida por JuniorOliveiraRJ

Na rua do meu coração existe uma flor tão bela e tão suave a quem dei o teu lindo nome, não o fiz apenas por ser a mais bela flor, mas, fi-lo por ter a excelsa pureza do brilho dos teus lindos olhos azuis que revelam a intensidade do teu amor para mim.

Inserida por EdgarFonseca

Já reinamos sobre o castelo nobre de corações apaixonados, numa única forma de viver, dei por mim sublime, sentado no trono do amor oferecido pela vida.

Inserida por EdgarFonseca

Construí um edifício nobre nas estrelas, mesmo sem ser astrólogo, fugido do oeste, dei de caras com a lua e não queria acreditar que te tornaste na minha nave espacial sem sequer pertencer a NASA.

Inserida por EdgarFonseca

O meu silencio se purificou na noite em que te conheci, sobre o monte majestoso do teu corpo, me deixei embalar para nunca mais acordar, tornando-te o meu mundo entre muitas tempestades.

Inserida por EdgarFonseca

Eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como lhes fiz.

Bíblia Sagrada
João 13:15.
Inserida por paulodgt

Partirei sem culpa. Tudo o que eu fiz, fiz pelo melhor, dei mais do que meu 100%.

Inserida por Rita1602

"Já dei amor a pessoas que hoje só merecem o meu desprezo."

-Aline Lopes

Inserida por alinelopesbiologa

"Já dei nó onde deveria existir laços... E desfiz laços que mais pareciam nó."

-Aline Lopes

Inserida por alinelopesbiologa

⁠Para certas pessoas eu me dei tanto que o que restou de mim cabia em uma "escumadeira".
- 𝓥𝓪𝓵 -

Inserida por valdecir_val_neves

Pode-se até com alto agravo apagar um foco de incêndio, mas o fogo que queima sem piedade jamais deixará de se alastrar a formar a fogueira que incendeia em função de um ideal

Inserida por RandersonFigueiredo

⁠A primeira e única rosa que eu te dei, singela e pura,
Guardava em suas pétalas um sentimento sem censura,
Era um gesto tímido, um símbolo de carinho,
Uma promessa de afeto, um laço que eu delineio.

Mas o tempo passou, e hoje eu percebo,
Que deveria ter dado mais rosas, como um enredo,
Cada pétala seria um pedaço do que eu sinto,
Um amor profundo, verdadeiro, sem nenhum tinto.

A primeira rosa, um começo, uma faísca a arder,
Mas a única rosa que te dei, agora me faz sofrer,
Porque vejo que deveria ter cultivado essa chama,
Com gestos pequenos, mas cheios de quem ama.

A única rosa que te dei, como um verso inacabado,
É uma lembrança das chances que eu não tive ao seu lado,
Me arrependo de não ter dado mais, de não ter ousado,
De não ter regado esse amor, como um jardineiro apaixonado.

Mas mesmo com apenas uma rosa, espero que sintas,
A intensidade das emoções, os momentos que ainda são tintas,
E se pudesse voltar atrás, te daria um jardim inteiro,
Um campo de rosas, onde nosso amor seria o primeiro.

A primeira e única rosa, agora é um símbolo de aprendizado,
Um lembrete de que o amor precisa ser demonstrado,
Que as palavras e gestos pequenos podem crescer,
E que é preciso regar o afeto para ele florescer.

Inserida por _DNoNe-

⁠A primeira rosa que te dei,
não era só flor, era céu no papel,
um pedaço de mim dobrado em pétalas,
um suspiro que o vento não levou.

Vermelha, como o fogo do instante,
te entreguei mais que cor,
entreguei uma verdade frágil,
que pulsava no silêncio entre nós.

A cada espinho, um medo vencido,
a cada curva, um desejo guardado.
Na rosa havia histórias inteiras
que só o teu sorriso sabia ler.

Ela não murcha na lembrança,
nem perde perfume no tempo.
A primeira rosa que te dei
ainda floresce no jardim do que somos.

Inserida por _DNoNe-

⁠Dei oportunidade para todas as pessoas que entraram no meu caminho. Não entenderam o processo e nem a minha estada em suas vidas. As oportunidades foram dadas. Os sinais disparados. Se não entenderam, ficarão a mercê e a procura do que não existe.

Inserida por Rita1602

⁠O Amor

O amor atravessou meu caminho no momento em que levantei minha cabeça e dei de cara com aqueles olhos que atravessaram minha alma e minha dignidade. Naquele momento entendi que ele era o meu complemento. Entendi que olhares dizem tudo. Entendi que o encaixe perfeito está na alma. Entendi que ao atravessarmos o deserto do outro, estamos perdidos de emoções. O amor é algo tão incerto e tão misterioso que não conseguimos distingui-lo com o da paixão. E só vamos entender com o tempo, pois nossos passos serão longos e árduos. Mas, no fim tudo será esclarecido.

Inserida por Rita1602

“Alguns amigos não intendem porque não lhe dei atenção naquele momento”.

Inserida por DAmico

“Levantei-me com o chute que ganhei do sapato que lhe dei.”

Inserida por DAmico

"À minha mente eu dei carta de alforria, e do meu ego cassei a procuração..."
-Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel