Defendo meus Amigos

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Quantas vezes no passado, depois de sofrer com coisas que nunca imaginei quando vivi com meus pais,numa vida tranquila me dei parabéns por sobreviver.

Quantas vezes no passado, depois de sofrer com coisas que nunca imaginei, quando vivi com meus pais, numa vida tranquila, me dei parabéns por sobreviver.

Teu beijo é o motivo dos meus dias, minhas preces. – Frase da música Eu te amo e te amo do dj gato amarelo

As noites escuras já não me assustam mais
Teu toque acende luz nos meus temporais
E mesmo se eu tropeçar, sei que vai segurar
Meus pedaços pra colar _- Frase da música Não posso apagar do dj gato amarelo

Meus personagens me irritam. Alguns, sinceramente, eu dispensaria com gosto, mas não posso. Eles tomaram a história, mudaram as falas, redesenharam as cenas. Alguns fazem o que querem e ainda me encaram como se eu fosse só a estagiária da história deles. Na prática, sou só uma médium mal paga transcrevendo os caprichos de vozes que nem pedi pra ouvir. Me usam como escriba barata enquanto ditam suas desgraças. Eu sou a escritora? Claro. Como o ventríloquo é "dono" do demônio que fala por ele.

Espero que o tempo te faça lembrar que a chuva é como minhas lágrimas, que molham meus pensamento e fazem brotar saudade. Do cheiro, do afago, dos mil e um momentos de amor. Lembre-se: eu te amo.

Porque quando a vejo, meus olhos brilham, o coração acelera, o corpo aquece.

O Que Me Faltou
A vida passou diante dos meus olhos
como um trem que nunca esperei pegar.
Eu estava ocupada demais
cuidando, sustentando, sendo porto
para todos que precisavam ancorar.
Disseram que vivi plenamente,
que fiz o que quis,
que eu devia ser grata.
Mas ninguém viu
o silêncio que ficou em mim
quando o aplauso acabou.
Há um cansaço que não vem do corpo,
vem da alma que sempre se doou
e raramente foi escolhida.
Um vazio sem nome,
essa falta que não grita,
mas dói.
Nunca me senti amada —
não de verdade.
Sempre havia uma explicação,
um motivo justo,
uma história bem contada
para a ausência do afeto.
E eu segui.
Mesmo faltando.
Mesmo tentando entender.
Mesmo sorrindo para não incomodar.
Sigo…
com essa coragem silenciosa
de quem aprendeu a viver
sem receber o que mais desejava:
um amor que ficasse.

— Zeni Muniz

Senhor,
Trago-Te os meus sonhos amarrotados...
Não para que Tu os alises, mas para que me ensines a alisar!

“Deus, eu te peço misericórdia pelos meus atos.
Que minhas palavras não sejam armas, mas pontes.
Livra-me da mentira que nasce do ego e do silêncio que foge da verdade.
Que eu fale quando for para curar,
cale quando for para não ferir,
e que a verdade que sair da minha boca venha temperada com amor.


Não permita que eu use a fé para julgar,
nem a razão para machucar.
Endireita meus caminhos, corrige minhas intenções
e faz de mim alguém que reflita a Tua luz
não só no que diz, mas principalmente no que vive. Amém.”

Deus é meu melhor amigo.
É com Ele que falo das minhas tristezas, dos meus amores e das minhas dores.
Quando componho, é o primeiro a ouvir.
Em silêncio, Ele me fortalece e caminha comigo em tudo o que luto para construir.

No palito se derrete o picolé; na cruz, os meus pecados.

Eu desejo a morte, a morte dos meus pecados,
porque se eu viver com eles, serei condenado.

Com meus olhos valorizo a vida, com minha fé valorizo
a minha alma e com Cristo, valorizo a minha salvação.

A LIVRARIA SARAIVA É LOGO ALI!


Durante mais de duas décadas em São Paulo, um dos meus refúgios preferidos era a Livraria Saraiva da Avenida Paulista. Não era apenas um passeio: era um lugar onde eu respirava melhor. Gostava especialmente dos dias de lançamento. Caminhava entre estantes, observava o movimento, sentava de longe e ficava olhando os escritores assinando livros, dedicando palavras, recebendo leitores. Aquilo me parecia grandioso, quase mágico. Eu me sentia parte daquele cenário, mas apenas como espectador. Para mim, estar do outro lado da mesa ainda era um sonho distante.
O mundo girou, o sonho mudou de lugar e em 2013, voltei para Carlópolis.
Logo nesse retorno, fui presenteado com um momento inesquecível: o lançamento do livro “Os Pioneiros”, da escritora Dona Helena Ribeiro de Proença, mais conhecida como: minha mãe. Ver sua obra escrita a mão aos 84 anos ganhar forma pública, reunir pessoas e provocar emoções, foi um marco.
Ali, algo mudou dentro de mim.
Pela primeira vez, aquele sonho de ser escritor começou a parecer possível.
Então, minhas histórias deixaram o silêncio da mente e ganharam corpo na insistência diária da escrita. Houve muito estudo, leituras vorazes, dois livros por mês.
Até que, após cinco anos, parecia tudo pronto. Mas não estava. Veio a pandemia, o tempo suspenso, o medo, mais três anos de espera e reescritas.
Enfim, em 2024, “A Saga dos Cataventos – O Mal Nunca Dorme” estava impresso. Veio a noite do lançamento: taças erguidas, amigos reunidos, abraços demorados, páginas autografadas, flashes e encontros, digno dos lançamentos na editora Saraiva. O mesmo encanto, mas em outra dimensão, outro universo.
Ao olhar para o meu livro pronto, vi um universo se abrindo e entendi que não bastava escrever: era preciso abrir caminhos. Do meu auto¬lançamento nasceu a Editora Café Literário, nada mais que um caminho para textos que pediam luz. Em um ano, vieram dois frutos: Devaneio – Um passeio pelos sentidos, de Lu Barone, e Ecos – O som das emoções, de Maria Rita de Oliveira Bezerra. Obras incríveis, delicadas, profundas, que falam do que mora dentro. Junto com os livros vieram mais noites de lançamentos, mais lágrimas sinceras e a certeza de que a literatura, quando partilhada, se multiplica.
Ao capitanear essas noites incríveis, vendo a alegria vibrando nos rostos, as celebrações, os discursos embargados, senti que havia algo maior ali. Pesquisei nos grupos de escritores que freqüento e descobri que em toda a região, as noites com o brilho e o glamour dos grandes centros, só existe em Carlópolis. Um luxo raro, íntimo, impossível de medir. Um gesto de amor à literatura. Um orgulho para a nossa cidade que não tem preço.
Sim, ainda há pouco incentivo e muito silêncio.
Mesmo assim, diante de telas que hipnotizam e da descrença que se espalha, a Editora Café Literário segue firme.
A parte boa é que em 2026 teremos mais lançamentos, mais noites de encontros, mais celebrações, mais abraços, mais historias compartilhadas.
Confesso: ainda somos poucos, quase invisíveis, porém intensos.
Enquanto a pressa governa e a falta de cultura se multiplica, escolhemos o gesto lento da palavra, o calor do abraço e a permanência da literatura.
Se um dia busquei encanto entre prateleiras famosas, hoje sei: criamos aqui o nosso próprio templo dos livros, a nossa própria Livraria Saraiva, viva, próxima e cheia de histórias.

J•A•R•D•I•M

Meus pensamentos sobem às nuvens frias,
Enquanto eu permaneço no jardim.
O que não digo pesa nos meus dias,
E eu só quero sentir até o fim.

O passado retorna sem pedir,
Mesmo quando evito recordar.
Mas há memórias que insistem em vir
Somente quando é tempo de encerrar.

Confrontar quem fui me fez entender
Que tudo o que deixei para trás
Precisava morrer para nascer
Algo novo, sereno, em paz.

Abrir-me ao novo é o que preciso,
Mas trago um menino em solidão:
Sem saber dar forma ao que sinto,
Sem saber te achar na imensidão.

Há tantas verdades presas na voz,
Mas as palavras não sabem sair.
Tenho medo de te perder tão só,
Antes mesmo de te possuir.

Eu sinto você na minha pele,
No espaço exato do meu respirar.
Teu silêncio em mim se estabelece,
E meus sonhos contigo sabem me amarrar.

Às vezes isso dói, fere sem razão,
Pois não planejei me sentir assim.
O que sinto não cabe na explicação,
É estranho demais pra ter fim.

Você está distante ou talvez não,
Talvez seja o tempo a confundir.
Sou lembrança apagada na visão,
Por conta do espaço entre eu e ti.

Mas eu preciso um dia te encontrar,
Sem armaduras, sem temor.
Olhar nos teus olhos e confessar:
Você é meu porto seguro,
Mesmo sem saber do meu amor.

@gabriela_ortegaa

Quero guardar o meus ontens... como se fossem fotos...
Fotos que guardamos num álbum e quando abrimos relembramos cada parte feliz que vivemos...
Agora os momentos tristes, vou considerar fotos que ao se revelar não ficaram boas, então eu as jogarei no lixo.

A fé clareia a minha mente e a mente clareia os meus caminhos
A minha arma não é pistola mais o poder do raciocínio

Se me disseres adeus, meu amor,
Meus olhos vão se fechar.
É a morte de um sonho meu
Que sozinha estive a sonhar.

Eu quis me dar um presente
Infinito além do céu.
Eu quis me dar um amor
Como dos filmes que ninguém fez.

Se me disseres adeus,
Tudo que havia em mim eu já chorei.
Não me restaram palavras
Nem medos que me pusessem fim.

Tudo em ti, meu amor,
Eu já ganhei e perdi.

Eu definhei em segredo
E também em silêncio eu cresci.
Foram para ti os poemas
Que a Deus eu dirigi.

E diante de um sonho
Tão salgado,
Tão pobre e tão rica eu me vi.

E diante do hoje
No qual conquistei
Tudo e ao mesmo tempo, nada,
Pronta, eu morro em mim.

Eu me amei,
Eu me aplaudi,
Também sozinha
Chorei,
Também sozinha sorri.

Se me disseres adeus,
Me conforto dentro de mim.
Eu não sou Deus,
Eu não sou Deus,
E desse sonho, ainda viva,
Eu vou me despedir.

Mas, se me disseres oi e sorrir,
Entrego meu amor
Por uma vida inteira a ti,
Na esperança de um milagre
Que no meu coração senti.

Talvez eu seja só ilusão
E um dia saudades.
Ainda assim, eu sonhei,
Eu te amei, eu te vi.

Mas se disseres adeus, meu amor,
A Deus entrego o amor que dei
E não recebi...

E de todas as tolices que a vida humana reserva,
Não me arrependeria de reparar em ti.
És belo...
És belo...
És belo...

Assim te vi.
Assim te fiz
E assim hei de me despedir.

Eu? O que sou?
Pétala ao vento...
Poucos hão de reparar em mim...
Mas eu, tudo vivo, e reparei...

Ao menos tentei dar um final feliz para ti.

E para mim? Meu final?

Eu morro todas as noites...
E renasço todas as manhãs
Até o dia em que não existir mais Sol...

Eu morro a cada minuto e renasço a cada sinal.

Mas, se me disseres adeus, meu amor,
Ainda haverá outros olhos, até meu último suspiro, pelos quais lutar, com os quais me distrair.

Os meus olhos?

Ora, que ricos! Ora, que tristes...
Ora, que tudo veem...

Menos o futuro, além do meu coração.

Meu coração: eterno jardim a esperar florir.

Um dia, quem sabe, encontro consolo em mim.

Com o tempo
eu aprendi, a fazer
a minha vida
ter cor...
Ponho paz nos
meus dias,
e no meu coração,
mais amor.

14/08/2019