Dedicatórias para finalistas pré-escola

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Aprenda a valorizar quem te ama de verdade, pois o tempo não volta; o que volta é a vontade de voltar no tempo. Por isso, deixe-se amar mais, viva mais e seja feliz.

Desconheço qualquer tipo de ensinamento que ao mesmo tempo não se aprende.

Floresce a Bunga Raya
na minha direção,
A cada vez que com amor
leio e aprendo a Constituição,
Trago a Rukun Negara
em floração no coração,
Quem ama, respeita e preserva,
procurando sempre servir
ao Deus Misericordioso na Terra.

Desde distante terras,
lendo o Rukun Negara
Conhecendo poetas,
aprendendo a escrever
poemas e a florescer
para vir a te conhecer.


(O mistério da Bunga Raya).

Está em tempo de aprender
a respeitar e de reconhecer
o legado da ancestralidade
da terra e da que cruzou o mar,
e que até o nosso idioma
por cada qual foi moldado,
sem criar um novo pecado.


Cultivar o olhar não limitado
pela cronologia e que encontra
na mata o Vassourão florido
sob o céu de novembro vestido.


Deixar-se levar pela festa do que é
de fato culturalmente enraizado,
e não mais se permitir seduzir
por aquilo que nos foi empurrado.

O Ano Novo só irá acontecer
se o mundo insistir aprender
a se respeitar e em paz conviver.

Não quero que concorde
comigo sem antes aprender
a pensar por si próprio,
sem antes de saber quem
é a Aguia-careca, o Quetzal e o Condor,
sem antes de você saber
que você é filho do Gavião-real,
sem antes de você saber
quais são os territórios ultramarinos
no Hemisfério Ocidental,
sem antes de saber qual é
o cerne da Doutrina Monroe,
sem antes de saber quem
mais rasgou o Direito Internacional,
sem antes de relembrar
que avisei que o Deus da Guerra
poderia dançar dentro
da América do Sul,
sem antes de saber que a situação
é fluída e pode vir se espalhar,
sem antes de relembrar,
que não era preciso esperar
uma guerra para aprender
a amar de verdade a nossa terra,
não antes de saber que não
sou grande coisa na vida - apenas poeta.

Há anos ninguém aprendeu
e nem mais ensinou
nesta porção continental
a olhar para o alto
do nosso Hemisfério Austral.


Onde a posição, a voz
e a memória indígena
são todos os dias cortados
até em meio aos Andes,
Das lágrimas do povo
aguayos têm sido tecidos,
Nenhum dos capítulos
serão por mim esquecidos.


Por audácia e pretensão
continuo por herança
se a tal que incomoda,
A guerra sempre é
a dileta filha da fofoca,
Por isso quero ser sempre
que a minha língua
seja a espada que a corta.


Olhos e mente de Condor
sem pausa diante da vista,
ainda seja por pura poesia;
Porque a América do Sul
não merece virar nostalgia.

Não é a primeira vez que pedi
para você aprender a voltar
os teus olhos para o céu austral
de ponta a ponta no continente.
Eles querem que percamos
o interesse pela gente para sempre.


Com as mãos eu pego a conjunção
de Vênus, Júpiter e da aurora matutina.
Daqui a pouco vai ter jogo da Copa do Mundo,
enquanto a Bolívia marcha sozinha,
difamada, torturada e esquecida pela rua,
ultrapassando até memória bíblica,
mas vivendo o seu autêntico deserto.


Há um jogo imundo que ninguém
sairá ileso por covardia da tentativa
de fazer vista grossa,
Não perceberam que estamos
atravessando independente
da direção e da bandeira,
a fase mais perigosa da travessia
goste ou não, queira ou não queira.


Por causa da anomia alheia,
cheguei até a jurar que nunca mais
iria escrever poesia política,
Não por falta de empatia ou coisa parecida,
mas por cansaço de ver que o poder
vampiriza a última gota de sangue,
e por ser difícil buscar quem realmente
com a vida se envolve e de fato se alia.
Como calar sufoca, até represa transborda,
não retenho o que é de natureza reativa.

Cultivar com constância romântica
tudo o que une e é de elegância;
aprender a lidar, lado a lado,
com as senhas da pele e do charme;
ser laço e nó que ninguém desate.


Nas tuas mãos ser fogo para brincar,
aquecer o chá de mulungu
e o necessário o tempo nunca apagar;
nas tuas mãos entregar o poder
e deste gesto profundo me orgulhar.


Possuir a tua existência por dentro,
ser a existência cativa sem regresso
e sem pressa por reconhecimento,
do sussurro à mútua leitura ótica,
como falantes do idioma do encantamento.

Sem hora para começar e sem pensar,
todo o lugar será sempre o lugar,
porque pertencer foi escolhido como lar,
e nele encontrar razões para voar,
pousar, descansar e jamais pensar dele ir.

Eu não preciso ter razão em nada, mas gosto de aprender tudo o que me é proporcionado.

Ignoro sumariamente para que desapareçam. Muita gente tem que aprender a não ser amplificador de voz para quem não serve para nada.

O sabor de amor
tem sabor de marzipan
e também de infância
na minha história.
Aprendi com a Avó,
e sei fazer de memória.

Aprenda a ler os sinais
dos outros e os teus.
Não naturalize jamais
apagões dos teus
princípios básicos morais.


Alimentar fantasias
e quem estiver por trás,
tornam piores os dias.
Não se esqueça de como
é bom viver em paz.


(O tempo é infinito e não volta atrás.)

O Brasil precisa aprender a racionalizar dos detalhes aos grandes eventos que levam à tempestade cognitiva. Não podemos viver neste rodamoinho psicológico de massa de forma prolongado. Passou da hora de acordar...

Aprendi a ter fé com os ateus; alguns cristãos só me levam a questionar Deus.

Ou você pula no oceano e aprende a nadar, ou continua abraçado à sua poça de água, fingindo que está seguro. Só não reclame da sede quando ela secar — porque o problema nunca foi a falta de água, foi a sua covardia diante da imensidão.

Aprendendo que não se deve guardar fotos e lembranças com feridas, a não ser que as fotos te façam sorrir, as recordações não tenham um peso e as feridas estejam cicatrizadas.

A fórmula perfeita para decepcionar e machucar quem você ama:


Diga que aprendeu, que mudou e que agora é diferente.
E então, com a frieza das velhas repetições, prove nos atos que era só discurso, e repita exatamente tudo aquilo que jurou não fazer mais.


Parabéns! 👏🏻

“Há despedidas que não terminam quando alguém parte; apenas aprendem a continuar em silêncio dentro de nós.”