Dedicatorias para Alunos
Precisamos conscientizar nossos alunos que não se estuda apenas para passar nas provas.Quando aprendemos de verdade, levamos para a vida toda.
Uma educação robusta promove o pensamento crítico, capacitando os alunos a compreender problemas complexos, avaliar informações objetivamente e encontrar soluções inovadoras para os desafios mundiais.
Juramento: Enquanto escola, eu juro dar valor, e não preço, aos meus alunos. Juro ser imparcial e justa. Juro acolher e compreender as peculiaridades de cada alunado. Juro formar, e não desinformar. Eu juro!
O ensino da língua pressupõe o conhecimento da realidade linguística dos alunos em função da heterogeneidade linguística a partir do meio social em que vivem.
Tornar os alunos competentes linguisticamente na comunicação do novo idioma não significa levá-los a memorizar as regras gramaticais, mas permitir-lhes a escolha comunicativa mais adequada para a cada contexto.
A verdade é que, a vida é uma escola cheia de alunos e estudantes, alunos bastantes preocupados com as provas que hão de passar, aflitos, mas, muitas vezes irresponsáveis. estudantes, seres críticos, ativos, responsáveis com as consequências de suas ações, preocupados com sua conduta ética e moral, comprometidos e entusiasmados para exercerem seu papel de humanos diante de uma sociedade plenamente deturpada. Nessa escola da vida, seja estudante, pois a escassez destes, é notória.
Dê-me um espaço para ensinar e alunos prontos à aprender.
Que lhes darei asas para voar!
Prof. Leobrabo
Dia 1.401 do meu cativeiro. Alunos da 3ª série e sua professora incapaz vieram aprender sobre a vida marinha e estragar minha tarde.
Se o professor não for capaz de estimular perguntas nos alunos, então muito menos será capaz de extrair respostas dos mesmos.
Às vezes digo aos meus alunos que eles têm uma memória antagônica; pois, se esquecem de lembrar, mas lembram de se esquecer!
Boa tarde dos alunos vivem numa letargia contagiante no que tange as questões escolares, se os mesmos fossem viciados em aprender, como fazem com as mídias sociais, talvez não houvesse tantos analfabetos funcionais.
''O que os educadores não sabem é que muitos dos alunos continuam querendo uma ultrapassagem cultural de seu mundo e não apenas uma pequena melhoria econômica. Fui um desses pardais que sonhavam com alturas e não com migalhas caídas no chão. E o lugar onde pude exercer esse projeto foi na biblioteca pública. Nela, não havia conteúdos predefinidos, nem o desejo de me moldar.
( ... ) Podia eleger o tipo de leitura, e fiz isso sem nenhum método, porque a biblioteca me permitia ser sujeito de minhas escolhas, mesmo que elas recaíssem sobre livros de autores errados. Nunca me senti tão independente como dentro de uma biblioteca pública, percorrendo ao acaso prateleiras e descobrindo livros sobre os quais não tinha nenhuma informação. Se o saber escolar chegava formatado (refletindo preconceitos didáticos), a biblioteca era o espaço livre e não solicitante. Muitas vezes, eu apenas caminhava entre os livros, vendo capas e deixando passar o tempo.''
