Dedicatorias Fitas Finalistas Pai

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Na década de 50, quando ainda eu era criança, quando eu saía na rua com meu pai que era deficiente auditivo me deixava muito triste ao ver os outros chamá-lo de SURDINHO, ele tinha um nome, chamava-se ANTONIO!

Infelizmente, hoje uma grande maioria de filhos nem conhecem seu Pai, são criados por suas mães solo, mães guerreiras que criam seus filhos sozinhas!!!
Isso vai gerar pessoas com traumas irreversíveis, assim dizem os Psicólogos e Psiquiatras!!!

⁠Nesse 2 de novembro.
A saudade aumenta
A memória aflora
A tristeza não aguenta

Pelo Pai que já partiu
A saudade vai a mil
No coração que já sentiu;
A perda varonil

A certeza que me anima
É o reencontro no céu
Onde Jesus está acima
Com o arcanjo Miguel

Terminando a poesia
Confesso ser a melancolia,
A culpada de tal ato constrangedor
Querendo rimar sentindo dor.

FREUD


Freud foi um gênio tal
Estudou a nossa mente
Foi pai da psicanálise
Trabalhou o inconsciente
Os sonhos interpretou
E com isso revelou
Não haver só consciente


Freud falou que o Id
É o desejo escondido
Já o superego impõe
O que é certo ou proibido
Mas o ego é o ator
Com papel mediador
Que decide o ocorrido


Freud disse que as fases
Já começam ao nascer
Fase oral é no início
A anal vem ao crescer
Fase fálica, latência
Genital na adolescência
Até o amadurecer


Do complexo de Édipo
Freud foi formulador
Explicou que o menino
Busca o exclusivo amor
Quer da mãe a atenção
E vê como oposição
O seu pai, seu genitor


Dos limites à criança
Freud também comentou
Mecanismos de defesa
Com detalhe explicou
Resistência, transferência
Foi enorme a influência
O que ele nos deixou


Eu encerro esse verso
De homenagem e gratidão
Ao saudoso doutor Freud
À sua grande lição
Nossa mente é um mundo
É um mar muito profundo
De mistérios e emoção

Meu pai cantava essa música quando eu era criança. Me sentia tão amada e orgulhosa de ouvir ele cantando para mim:
"Quero uma mulher
Que saiba lavar e cozinhar
Que de manhã cedo
Me acorde na hora de trabalhar
Só existe uma
E sem ela eu não vivo em paz
Emília, Emília, Emília
Não posso mais
Ninguém sabe igual a ela
Preparar o meu café
Não desfazendo das outras
Emília é mulher
Papai do Céu é quem sabe
A falta que ela me faz
Emília, Emília, Emília
Não posso mais." (canção de Vassourinha)

A salvação é obra graciosa de Deus, planejada pelo Pai e realizada em Cristo, oferecida a todos por sua iniciativa soberana e amorosa (Ef 1:4; Jo 3:16). O ser humano, espiritualmente incapaz de salvar-se por si mesmo por causa do pecado, é chamado ao arrependimento e à fé mediante a ação preveniente do Espírito Santo, que convence do pecado e torna possível a resposta ao evangelho (Jo 16:8; Ef 2:8–9; Tt 2:11). Em Cristo, Deus elege um povo de forma corporativa, de modo que todo aquele que crê é unido a Ele e passa a participar dessa eleição salvadora (Ef 1:4–5; Gl 3:26–29). Estar em Cristo não é algo que a pessoa conquista. O ser humano não fez nada para ser salvo e não é o autor da salvação. Receber e permanecer em Cristo não é merecer, mas depender totalmente da graça de Deus que salva e sustenta. Pela fé, o pecador é justificado diante de Deus, regenerado pelo Espírito e reconciliado com o Pai (Rm 5:1; Tt 3:5; 2Co 5:18). Essa nova vida se expressa em um processo contínuo de santificação, no qual o crente coopera responsavelmente com a graça divina, perseverando na fé viva e obediente (Fp 2:12–13; Hb 3:14). A salvação se consuma na glorificação final, quando os que permanecem em Cristo participarão plenamente da vida eterna e da redenção completa (Rm 8:30; Ap 21:3–5).

Isso é o rap mãe, não é apologia pai, é cultura, aprendizado que daqui não sai, é discurso rítmo, com rima e poesia, batidas envolventes, contos e melodia...

Mãe

O pai vai ficar bem!

Estamos em oração.
Fica tranquila!

DEUS

Sussurrou no meu ouvido.
O Pai vai Ficar Bem!
Estamos Todos em Oração.

⁠Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Conforme a sua grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.

Bíblia Sagrada
1 Pedro 1:3.

Por que?


Oh pai, por quê? Por que, entre tantas almas,
submeter a minha pobre carne a isto?
Talvez eu não seja um bom soldado
para a guerra que o senhor planeja, não aqui, não assim


Eu não entendo, temo o mais tremendo, mas
ainda assim não entendo. Por quê?
Este monte de carne imundo já não se sustenta,
desgasta-se em silêncio


Da calda de ferro em vermelho vinho
que mina sob a fina camada
de gordura que encobre o rádio,
aos silenciosos pingos de pH 7,0


E o fim? Quando chega?
Virá pelas mãos mansas do tempo,
ou serei eu a fechar as cortinas?

Ser pai de verdade é ter responsabilidade e amor pela vida que ajudou a gerar.

O orgulho de ser pai de filhos adultos plenos ameniza a saudade das crianças que eles foram um dia .

O homem que um dia foi muralha, hoje treme.


Meu pai, que já foi tempestade, agora é sombra do trovão.
Antes, sua voz era lei, sua presença, temor.
Erguia-se como torre inabalável, inquestionável.
Confrontava os frágeis, dominava os que dele dependiam.
Era força bruta, autoridade sem pausa,
um império de si mesmo.


Mas o tempo, esse escultor silencioso,
foi desgastando as pedras da sua rigidez.
Hoje o vejo com medo.
Não mais o medo que impunha,
mas o medo que sente.
Medo do fim, do esquecimento, da fragilidade que ele tanto desprezou.


E mesmo assim, a arrogância permanece.


Como armadura velha que ele se recusa a tirar,
como se admitir fraqueza fosse morrer antes da hora.
A prepotência não o deixou ou talvez ele nunca quis deixá-la.


Porque abrir mão do orgulho seria admitir que o tempo venceu.
E ele, que nunca soube perder,
prefere se agarrar ao que resta da sua antiga coroa.


Mas eu vejo.
Vejo o homem por trás do mito.
E, apesar de tudo, ainda é meu pai.
Mesmo que hoje ele não seja mais o gigante que um dia foi.


By Evans Araújo

Diante da dor, que parece insuportável, muitos perguntam como irão prosseguir?
E o Pai responde que a fé é a luz que irá cicatrizar todas as feridas e nos mostrar um novo caminho.
Diante do desafio que destrói muitos sonhos, muitos perguntam como resistir à tentação de abandonar a jornada?
E o Pai responde que a prece é o remédio que sempre renova nossas forças nos momentos de maior provação.
Diante da tristeza, muito perguntam como reencontrar o prazer de viver?
E o Pai responde que a alegria é uma semente que está dentro de cada um de nós e só quando cuidarmos do nosso terreno íntimo, ela poderá germinar.
Diante da queda, muitos perguntam como irão se reerguer e continuar?
E o Pai responde que a perseverança e a confiança são as ferramentas que nos ajudarão a atravessar qualquer tempestade.
Diante dos espinhos, muitos perguntam como suportar o sofrimento?
E o Pai responde que o mesmo espinho que hoje nos fere, amanhã será a flor a perfumar nossa vida.
Diante do erro, muitos perguntam como não se entregar ao desespero?
E o Pai responde que somos Espíritos eternos, em constante evolução e que a cada dia progredimos rumo ao Alto e com fé, lá chegaremos, independente dos desatinos já cometidos.
Diante da perda, muitos perguntam como não temer a morte?
E o Pai responde que a morte é apenas a porta para um novo caminho, que o fim não existe e sim a chance de um novo recomeço.
Por isso, sigamos nosso caminho, vencendo nossos melindres, perseverantes em nossa reforma íntima, acreditando em nós e na Providência Divina e continuando a perguntar, porque o Pai jamais nos deixará sem resposta...

"Um pai não tem que ser herói.
Ele deve ser apenas um pai normal, aquele da luta diária - para trazer o pão nosso - e também, o alimento para a alma, que vem através dos bons exemplos.
Sabemos que o seu maior heroísmo, está nos pequenos grandes gestos de bondade e amor, que caibam com segurança,
em um generoso coração paternal."

Bendito e Santíssimo Pai Celestial,
o céu é o vosso trono e a terra o escabelo de vossos pés.


Vós sois o meu rochedo e a minha salvação.


Vós, que sois benevolente com aqueles que vos buscam em espírito e em verdade,
a vós me dirijo, para que, em vossa santa misericórdia e infinita piedade,
volvais o vosso olhar sobre mim.


Perdoai as minhas imperfeições
e dignai-vos contemplar aquilo que há de melhor em meu coração. Bem sabeis, Senhor, que, ainda que eu seja imperfeito
por causa da fraqueza e das más inclinações da minha carne,
nada poderá separar-me da fé que em vós está firmada dentro de mim, a carne para nada aproveita, mas é o vosso Espírito que vivifica; salva e purifica.


Não me deixeis só, ó Eterno Deus Vivo, mas volveis para mim a vossa paz
e fazei resplandecer sobre mim a vossa luz,
livrando-me dos perigos, porque teu ó Deus é, o Reino, o domínio e a glória,
por todos os séculos.


Amém.

Agosto mês dos pais, mas só pra te lembrar pai é quem cria, não quem faz.

O Pequeno Pai
Por Mônica Barreto Alves


Jonathan, meu primeiro, o fruto da minha imaturidade,
Crescemos juntos na luta, na dor e na saudade.
Nossa relação foi divina, o início de tudo,
O menino dos meus olhos, o meu porto seguro.


Mas o JOKAANA precisava de um pilar, de um cais,
E tu, tão pequeno, assumiste o papel de pai.
Enquanto eu trabalhava, o asfalto sob o pé,
Cuidavas e alimentavas os teus irmãos, com toda a tua fé.


Essa carga pesou, o cansaço te roubou a infância,
A adolescência chegou com a dor da distância.
O ódio veio à tona, os traumas foram jogados,
Decidiste partir, deixar os teus laços quebrados.


Foste morar com o pai, buscar o que parecia lindo,
Mas a realidade doía, o sonho ia sumindo.
Um ano depois, o destino nos uniu na rodoviária,
Eu e a Ana, chorando, numa prece extraordinária.


Recebemos-te de braços abertos, o perdão selado ali,
Pois o amor de mãe nunca morre, eu sempre soube de ti.
Hoje és o meu mais velho, o orgulho que me invade,
Mesmo com as marcas de uma vida com tanta dificuldade.


Sigo orando por ti, por cada sonho realizado,
Terreno e carro aos 25, o teu sucesso é sagrado.
Conseguiste o que eu ainda não alcancei, meu filho amado,
E a minha felicidade é ver o teu futuro abençoado.


O JOKAANA está de pé, e tu és a sua primeira pedra,
O pequeno pai que cresceu, e que o amor agora regra.
Amo-te além das falhas, além do tempo e da dor,
Pois tu és o início de tudo, o meu primeiro amor.

Realidade


— Pai, posso pintar o patinho de verde?
— Não, meu filho.
— Mas, pai, eu queria que ele fosse verde.
— Mas não dá, filho.
— Por que não dá?
— Porque não é real.
— Mas eu quero que seja real, pai.
— Filho, isso nunca vai ser real, tua ideia é irrealista.
— Mas o que devo fazer então, pai?
— Aceitar e pintar o patinho de amarelo.
— Mas dói e é difícil.
— Não importa, isso é real, você deve aceitar.
— Mas eu não quero aceitar.
— Você deve.
— Então não quero ser real.
— Você não pode deixar de ser real.
— Que saco.


O filho, então, que gostava de desenhar e imaginar, decidiu ser real e, então, futuramente viria a se tornar empresário. Foi infeliz, mas foi real.