Dedicatorias Educador de Infancia

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"A madrugada chegou e o teu nome ecoa nos meus pensamentos.Estou contemplando viver ao teu lado inesquecíveis momentos."

O boêmio pensa que aproveita a vida,se os prazeres da vida mal deixam sobrar consciência pra saber o que é felicidade.

A dependência emocional é a bengala deteriorada que cedo ou tarde se arrebentará e quando isto acontecer, a queda será fatal, já que não foi desenvolvida a própria autonomia emocional.

Amo você para ficarmos juntinhos e te dou um beijo para te fazer carinho!

O autoconhecimento não se esgota. É bom que seja assim.
Ser fonte inesgotável, permanecer inédito pra si mesmo, ir embora sem ter sido tudo.

⁠Em um mundo feito para o mais apto, quem sobreviverá? Mais cedo ou mais tarde, você entenderá que somos o resultado da seleção social, a culminação natural da ordem aceita por você e por todos. Somos o futuro, somos o inevitável.

Deuses, forças, almas de ciência ou fé

Deuses, forças, almas de ciência ou fé,
Eh! Tanta explicação que nada explica!
Estou sentado no cais, numa barrica,
E não compreendo mais do que de pé.

Por que o havia de compreender?
Pois sim, mas também por que o não havia?
Água do rio, correndo suja e fria,
Eu passo como tu, sem mais valer...

Ó universo, novelo emaranhado,
Que paciência de dedos de quem pensa
Em outras cousa te põe separado?

Deixa de ser novelo o que nos fica...
A que brincar? Ao amor?, à indif'rença?
Por mim, só me levanto da barrica.

Álvaro De Campos

Sem o mito do amanhã não existiríamos. Não fora o amanhã e secaríamos à beira dos caminhos, esboroaríamos como um cascalho no deserto. O amanhã é que fermenta o hoje, que fermenta o ontem.

Sem você minha calma é intranquila e meu silêncio é barulhento !

A História é uma velhota, que se repete sem cessar

O Realismo é uma reação contra o Romantismo: o Romantismo era a apoteose do sentimento; o Realismo é a anatomia do caráter. É a crítica do homem. É a arte que nos pinta a nossos próprios olhos - para condenar o que houve de mau na nossa sociedade.

⁠A vida é igual um livro. Só depois de ter lido é que sabemos o que encerra.

Carolina Maria de Jesus
Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2014.

O negro só é livre quando morre.

A brusca poesia da mulher amada (III)

A Nelita

Minha mãe, alisa de minha fronte todas as cicatrizes do passado
Minha irmã, conta-me histórias da infância em que que eu haja sido herói sem mácula
Meu irmão, verifica-me a pressão, o colesterol, a turvação do timol, a bilirrubina
Maria, prepara-me uma dieta baixa em calorias, preciso perder cinco quilos
Chamem-me a massagista, o florista, o amigo fiel para as confidências
E comprem bastante papel; quero todas as minhas esferográficas
Alinhadas sobre a mesa, as pontas prestes à poesia.
Eis que se anuncia de modo sumamente grave
A vinda da mulher amada, de cuja fragrância já me chega o rastro.
É ela uma menina, parece de plumas
E seu canto inaudível acompanha desde muito a migração dos ventos
Empós meu canto. É ela uma menina.
Como um jovem pássaro, uma súbita e lenta dançarina
Que para mim caminha em pontas, os braços suplicantes
Do meu amor em solidão. Sim, eis que os arautos
Da descrença começam a encapuçar-se em negros mantos
Para cantar seus réquiens e os falsos profetas
A ganhar rapidamente os logradouros para gritar suas mentiras.
Mas nada a detém; ela avança, rigorosa
Em rodopios nítidos
Criando vácuos onde morrem as aves.
Seu corpo, pouco a pouco
Abre-se em pétalas... Ei-la que vem vindo
Como uma escura rosa voltejante
Surgida de um jardim imenso em trevas.
Ela vem vindo... Desnudai-me, aversos!
Lavai-me, chuvas! Enxugai-me, ventos!
Alvoroçai-me, auroras nascituras!
Eis que chega de longe, como a estrela
De longe, como o tempo
A minha amada última!

Concordo quando dizem que Yoga é para gente bonita, mas sempre imagino que a frase se refere ao lado de dentro...

"... poesia pra mim é a loucura das palavras, é o delírio verbal, a ressonância das letras e o ilogismo.
Sempre achei que atrás da voz dos poetas moram crianças, bêbados, psicóticos. Sem eles a linguagem
seria mesmal. (...) Prefiro escrever o desanormal."

(em "Ensaios fotográficos". 2000, p. 63.)

Ai, a lua que no céu surgiu
Não é a mesma que te viu
Nascer dos braços meus
Cai a noite sobre o nosso amor
E agora só restou do amor
Uma palavra: adeus

⁠Mais perigoso que um genocida no poder, é a massa ignorante que o idolatra.

É sempre assim que se sucede: Quereis que nos liguemos estreitamente a uma coisa?
Fazei-nos sofrer por ela.

A sua vida é agora. A vida não vai esperar você se reerguer.