Dedicatorias de Amor de Madrinha para Afilhada
Aproveite a vida e faça algo por ela; enquanto ela está podendo fazer por você.
Aldemi Escobar de Matos
As pessoas arrogantes não percebem que, para subir um degrau, é preciso consertar o anterior e verificar o alicerce.
Eu me desnudo sem medo de cair, sem rede de segurança, sem véus para esconder. Minha alma é um abismo, profundo e escuro, onde apenas a verdade pode respirar.
Eu me exponho, como uma ferida aberta, sem curativos, sem disfarces, sem medo de sangrar. Meu coração é um grito, um berro de silêncio, um sussurro que ecoa, sem palavras para dizer.
Eu sou a minha própria sombra, a minha própria luz, a minha própria verdade, sem filtros, sem disfarces. Eu me desnudo, para me encontrar, para me conhecer, para me amar. Sem máscaras, sem véus, apenas a minha essência.
Eu me exponho, como um rio que flui, sem margens, sem fronteiras, apenas a corrente da minha alma. Meu ser é um espelho, que reflete a verdade, sem distorções, sem sombras, apenas a luz da minha existência.
Eu sou a minha própria criação, a minha própria destruição, a minha própria redenção, sem culpa, sem pecado. Eu me desnudo para me libertar, para me soltar das correntes que me prendem, das sombras que me cercam.
Eu sou a minha própria liberdade, a minha própria prisão, a minha própria escolha, sem medo, sem arrependimento.
(“Nudez”, de Douglas Duarte de Almeida)
A angústia surge quando a pessoa desliga-se da sua própria existência. É uma espécie de alienação do eu. Não há outro caminho para lidar com a angústia, senão através do autoconhecimento.
Seria incrível se pudéssemos mudar um ciclo como o da vida. Pra mim já é maçante a ideia de nascer, crescer, reproduzir e morrer. Na prática não é tão simples assim, os intervalos entre esses momentos são assustadoramente complexos. Algo que me sufoca, além de me deixar com uma sensação de incapacidade, é ouvir que a vida é breve. Mas é fato, então vamos simplificar - sugiro tornarmo-nos ainda mais limitados. Já que não se pode ter mais de uma vida, vamos dividir os dias em vidas. O sol me inspira a fazer isso. Vou dar-me a chance de nascer, crescer, brilhar, diminuir e morrer todos os dias. Se assim fizer, a pureza e a inocência sempre me acompanharão. Se assim fizer, descobrirei coisas novas todos os dias. Se assim fizer, serei sempre o melhor, o maior. Se assim fizer, nunca deixarei de notar o brilho dos outros. Se assim fizer, colocarei todos os dias, a sete palmos da terra, as coisas que não me fazem bem. Nunca vi o sol “triste” por ter morrido no dia anterior. Às vezes ele até se esconde atrás das nuvens, mas está sempre lá, vivo um dia após ter morrido. Nunca percebi a soberba do sol por estar acima de todos – talvez porque ele já tenha experimentado estar por baixo. E ele não permite que essa “instabilidade” atrapalhe o seu brilho-de-cada-dia. Parece que temos muito que aprender com o sol.
Amar o outro exige atravessar uma linha delicada: deixar de buscá-lo como espelho e reconhecê-lo naquilo que ele é, não no que projetamos.
Cada dia que começa é uma nova oportunidade nascendo para nos tornarmos melhores.
Melhores pensamentos, escolhas e ações.
Amigo de verdade a gente reconhece quando alguém não precisa mais da gente mas, mesmo assim, de alguma forma se faz presente.
Coisar uma coisa inexistente é mais interessante que coisá-la. Coisou?
Um dos verbos mais interessantes e produtivos na nossa língua é o “Coisar”. Não é só uma linguagem popular, mas uma expressão rica da cultura e evolução do Português brasileiro.
Não se corrige a Norma Culta de um poeta.
Só se contextualiza seu momento.
Critique.
Agrade-se ou não.
Um profissional que busca formação e capacitação contínua está mais preparado para oportunidades e é mais competitivo. Da mesma forma, como principal ferramenta de capacitação, sem a educação (no sentido de formação e qualificação) é impossível que uma nação se desenvolva, se mantenha e seja competitiva.
