Dedicatorias de Amor de Madrinha para Afilhada
Odeio o amor. Não, eu odeio a mim quando amo, amo tão intensamente que não me resta nada além do desprezo, me envolvo de adjetivos negativos, que funcionam como barreira pra qualquer elogio que me façam. Odeio minha intensidade, pois sinto que nunca me amarão da mesma maneira, demonstro demais e sou emotiva, chorarei por tudo que façam, seja um ato simples como andar de mãos dadas, como algo complexo, um encontro num restaurante chique. Às vezes me questiono sobre meus sentimentos, questiono se eu sequer os entendo, mudo muito rápido? Ou será que apenas não sei perceber o que sinto? Será que me odeio? Não me vejo negativamente, ou será que vejo e não aceito? Pois quero acreditar o que me é dito sobre mim, sobre minha imagem formada em outras retinas. Nunca me foi dito que sou feia, mas mantenho essa ideia sobre mim. Há mais comentários positivos do que negativos, porque não os acolho como fiz com os poucos negativos que recebi? Acho que nunca me entenderei, e questiono se alguém me entenderia, logo eu que vivo minha pele e habito minha mente, não compreendo, imagino a dificuldade que seria para alguém que tem seus próprios demônios, numa luta a entender os meus, tão confusos.
Àquele que busca o amor deve esquecer a beleza externa, mas sim buscar os segredos ocultos do coração, pois a beleza um dia se esvai mas o que está no íntimo de cada um fica gravado na alma
Nos dias da minha lucidez descobri que o amor representa a mortalidade do homem dito isso concluí que sou imortal
O amor é uma ilusão cuja definição sempre é modificada conforme a época de experiência do romancista.
Espalhe amor, espalhe luz, vibre amor, paz, empatia. Alcance o sucesso, sonhos reais, mude o universo, coisas, mundo.
As coisas são simples, o amor é simples, mas as pessoas... elas... insistem em torná-lo complicado.
