Dedicatórias de Casamento

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A dor é temporária, mas o aprendizado é eterno.

O amor não é uma escolha, mas um precipício: ou se vive por ele ou se cai para o eterno silêncio.

✝️ A alma que finge fazer boas obras, no tempo certo, cairá no abismo eterno. 🔥
📖 1 Samuel 16:7

A incredulidade reconhece a existência do Eterno, mas não quer ter um relacionamento espiritual com Ele. 📖 Hebreus 3:12

Quero ser um eterno aprendiz que muitos nem notam, confuso com as perguntas, mergulhado nas respostas.

Se eu fosse jardim,
pediria ao céu só isso:
que fosses meu lírio eterno,
minha flor escolhida.
Porque amar você é florescer por dentro, é entender que o amor também é pureza vivida

Num encontro simples,
tudo vira eterno:


o toque tímido, o riso que escapa,
as palavras que não precisam ser ditas porque os olhos conversam por nós.

Um só Cordeiro,
muitos povos.
Um só amor,
eternolouvor.

A morte não é o fim! Nem o descanso eterno.


Não devemos esperar a morte, para dizer algo bom ou importante sobre alguém que amamos.


Não deixa a vida apagar as oportunidades de dizer a alguém o quanto ela é especial, ou pode fazer falta na sua vida.


Não se deixe levar pelas mágoas passadas ou rancor que pode acontecer nos caminhos.
uma raiva suprimida é o caminho mais escuro que se pode andar na vida cegando tudo de bom que se pode ver ao lado de uma pessoa importante.


Não perca suas noites de sono alimentando um fraco sentimento dentro de você chamado orgulho.
O orgulho precedi a queda dos duro de coração.


Saiba perdoar! por que só as puras intenções de fato irá curar seu coração.


Ainda não é chegado o fim!
Mesmo a morte não será obstáculo nem impecilio de dizer que nos veremos né uma outra estrada da vida.
Minha fé me leva a certeza que um dia nós veremos, e renasceremos para a vida eterna.


QUANDO SEU AMOR É VERDADEIRAMENTE MOSTRADO, ELE NÃO É DESPERDIÇADO.
(RONAN HELIO DE SOUZA)

... eterno
é tudo aquilo que
plenamente compreendido
e vivido encontrou guarida em
nosso espírito...
Inestimáveis nascentes brotando
e nos alimentando do
imperecível!

“Você corre atrás do que não preenche, mas Jesus oferece descanso eterno. Não adie, recebe-O hoje!”
Mateus 11:28-29

Missão não é vaidade, é urgência de resgate eterno.

⁠Quem escreve para si próprio escreve para um público eterno.
do livro Sábios do Mundo

Contra Ti pequei, ó Pai eterno,
Ainda que muitos tenham se ferido…
Pois antes de ser erro contra os homens,
Foi contra o céu que eu havia mentido.


Mas se grande foi minha transgressão,
Maior é Teu perdão que me refaz.
Porque onde abundou minha vergonha,
Superabundou Tua eterna paz.

Assim como Davi, você também é fruto de um propósito eterno.
Antes do seu primeiro choro, o Senhor já tinha escrito a sua história.
O mundo pode até não notar, mas o Céu já tinha escolhido você.

Não se cobre por um amor eterno; busque por momentos de amor, pois é através dos momentos de amor que pode talvez prolongar para algo "eterno".

O agora é eterno.

PODER






A lei do mais forte só é suspensa por força igual; o fraco é o eterno terreno de batalha onde o mais forte desafia o igual.




Somos a vida,
Frutos do amor eterno entre o nascimento e a morte.

A DESGRAÇA REAL: A VISÃO ESPÍRITA SOBRE O SOFRIMENTO, A FELICIDADE E O DESTINO ETERNO DA ALMA.
O ser humano, desde os primórdios da civilização, procura evitar a dor e alcançar a felicidade. Entretanto, aquilo que normalmente chamamos de "desgraça" nem sempre o é diante das leis divinas. Em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo V – Bem-aventurados os aflitos, item 24, a mensagem do Espírito Delfina de Girardin apresenta uma das mais profundas reflexões sobre a natureza do sofrimento e do verdadeiro destino da alma.
Sob a ótica espírita, os acontecimentos terrenos não podem ser avaliados apenas pelas aparências imediatas. A vida corporal representa apenas um breve instante da existência imortal. Aquilo que hoje parece uma calamidade pode transformar-se na maior bênção espiritual, enquanto aquilo que aparenta ser felicidade pode esconder os germes da mais profunda infelicidade futura.
A falsa ideia humana de desgraça.
Segundo a linguagem comum, a desgraça é identificada com a pobreza, a doença, o abandono, a morte de um ente querido, a traição, a humilhação, a perda de bens materiais ou qualquer circunstância que provoque sofrimento imediato.
Essas dores são reais e profundamente sentidas. O Espiritismo, porém, convida-nos a ampliar o horizonte da compreensão.
Nossa visão costuma limitar-se ao presente, enquanto Deus contempla simultaneamente o passado, o presente e o futuro do Espírito. Dessa forma, acontecimentos aparentemente dolorosos podem representar oportunidades indispensáveis de regeneração, aprendizado, reparação de débitos e crescimento moral.
A verdadeira medida dos acontecimentos não está no instante em que ocorrem, mas nas consequências espirituais que produzem.
As consequências valem mais do que os acontecimentos.
Delfina de Girardin utiliza uma comparação extremamente significativa.
A tempestade arranca árvores, destrói plantações e assusta os homens. Todavia, ao mesmo tempo, purifica a atmosfera, elimina os miasmas e preserva inúmeras vidas.
Assim também ocorre com muitas provações.
Uma enfermidade pode despertar a fé.
Uma falência pode destruir o orgulho.
Uma perda afetiva pode aproximar o coração de Deus.
Uma perseguição pode ensinar humildade.
Uma limitação física pode desenvolver virtudes que jamais floresceriam na abundância.
Aquilo que parece destruição muitas vezes constitui preparação para uma vida espiritual mais elevada.
A verdadeira infelicidade.
O ensinamento apresenta então um dos maiores paradoxos do Evangelho.
A verdadeira desgraça não é necessariamente o sofrimento.
A verdadeira infelicidade pode esconder-se exatamente naquilo que o mundo mais deseja.
O Espírito afirma:
"A infelicidade é a alegria, é o prazer, é o tumulto, é a vã agitação, é a satisfação louca da vaidade..."
Essas palavras surpreendem porque invertem completamente os valores humanos.
Quando a criatura vive exclusivamente para os prazeres materiais, para a riqueza, para o orgulho, para a aparência e para as ilusões do mundo, sua consciência acaba adormecendo.
O excesso de conforto pode produzir esquecimento de Deus.
O sucesso pode alimentar o egoísmo.
O poder pode fortalecer a vaidade.
A riqueza pode incentivar o apego.
O prazer contínuo pode anestesiar a consciência.
Essa é a verdadeira infelicidade: viver distante da finalidade espiritual da existência.
O ópio do esquecimento.
Delfina de Girardin compara os prazeres desordenados ao ópio.
Assim como uma droga anestesia temporariamente a dor, os excessos materiais podem fazer o Espírito esquecer sua realidade eterna.
Entretanto, o despertar inevitavelmente chega.
Quando termina a existência física, desaparecem:
o corpo;
os títulos;
a riqueza;
a posição social;
os aplausos humanos.
Permanece apenas aquilo que a alma construiu moralmente.
É então que muitos percebem que desperdiçaram uma existência inteira perseguindo sombras.
A felicidade segundo a lei divina.
Para o Espiritismo, felicidade verdadeira não significa ausência de problemas.
Significa possuir paz de consciência.
É conservar a fé durante a dor.
É praticar o bem sem esperar recompensas.
É desenvolver virtudes que sobreviverão à morte.
É aproximar-se continuamente de Deus.
Sob essa perspectiva, um pobre resignado pode ser infinitamente mais feliz que um rico dominado pela ambição.
Um doente paciente pode estar espiritualmente muito acima daquele que desfruta perfeita saúde, mas vive escravizado pelos vícios.
As provações como instrumentos de progresso.
Nada ocorre por acaso.
As dificuldades da existência possuem finalidade educativa.
Segundo a Doutrina Espírita, muitas provas foram escolhidas pelo próprio Espírito antes da reencarnação, visando acelerar seu progresso moral.
Outras decorrem do uso equivocado do livre-arbítrio durante a vida presente.
Em ambos os casos, Deus jamais pune por vingança.
As provações constituem oportunidades de crescimento, reparação e aperfeiçoamento.
A dor, quando compreendida e bem vivida, transforma-se em poderoso instrumento de libertação espiritual.
O soldado da vida.
Na conclusão da mensagem, Delfina de Girardin compara o cristão ao soldado que enfrenta a batalha.
O verdadeiro combatente não foge das dificuldades.
Aceita os desafios com coragem porque sabe que a vitória pertence àquele que persevera.
Pode perder riquezas.
Pode perder prestígio.
Pode perder o corpo físico.
Mas jamais perde aquilo que realmente importa: as conquistas morais da alma.
A morte representa apenas o término da batalha terrestre.
O Espírito retorna ao mundo espiritual levando consigo unicamente suas virtudes, seus conhecimentos, suas obras de amor e o patrimônio moral acumulado ao longo das existências.
Reflexão final.
A mensagem "A Desgraça Real" permanece extraordinariamente atual. Em uma sociedade que associa felicidade ao consumo, ao sucesso imediato e ao prazer incessante, o Espiritismo recorda que os verdadeiros valores são invisíveis aos olhos do mundo.
A maior desgraça não consiste em sofrer, mas em perder a oportunidade de evoluir.
A maior pobreza não é a falta de dinheiro, mas a ausência de virtudes.
A maior derrota não é morrer, mas atravessar a existência sem transformar o próprio coração.
Toda dor suportada com fé, humildade e confiança em Deus converte-se em degrau para a ascensão espiritual. Toda felicidade material, quando utilizada com egoísmo e vaidade, pode converter-se em obstáculo ao progresso da alma.
O Espírito imortal é chamado a olhar além da matéria, compreendendo que a verdadeira felicidade nasce da consciência tranquila, do amor praticado e da certeza de que a vida continua para além do túmulo.
Fontes:
O Evangelho segundo o Espiritismo – Capítulo V – Bem-aventurados os aflitos, item 24: "A Desgraça Real".
Allan Kardec.
Delfina de Girardin.
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