Dedicatórias de Casamento
Amar sem distinção é ignorar a retribuição.
É feliz quem pode ter um imenso coração.
A tristeza se anuncia, com as lágrimas no olhar
Mas felizes dos capazes, o tempo todo perdoar.
Você pode voar, "pneumaplanar"
Cortando as ondas invisíveis do ar.
Você pode sentir, "cardiotocar"
Tocando em seu peito, o prazer de amar.
Eu não me importo mais!!!
Eu não me importo menos!!!
Agora eu quero é me exportar, lançar meu eu por entre as ondas e surfar,
Seguir carreira solo e aventurar,
Desbravar os recantos dessa terra sob o sol e o luar, e ter sempre alguém pra eu poder amar.
Amar?
A mar, sim, imensidão de volumosas águas sem poder mensurar. Amar amor, imensidão de um sentimento de sublime valor, imensurável valoração, daquilo que faz transbordante e saudável o nosso coração.
Muitos vão dizer, e posso até concordar
As muitas letras a me enlouquecer
E eu buscando encontrar
A razão do meu ser
Aquele brilho no olhar
Deveras pois então
Onde eu acho a solução
Mas eu eu de procurar
Tão certo sei que posso achar
Um lugarejo em meu coração
E o puro prazer de poder amar.
Uma seara de amigos é o que podemos ter, alguns são meros companheiros, outros tão importantes, que sempre hão de amar você.
Quanto preconceito quando se fala em amor, as pessoas desconhecem tal sentimento de inestimável de valor.
Amar é sublime sentimento é lutar contra o vento, remar contra a maré, lutar e vencer adversidades e adiante se postar de pé.
Ninguém é dono do amor, assim como a gratuidade do ar e da luz solar, todos podem perfeitamente contagiar e deliberadamente amar.
Palavras realmente tem poder, quando a pessoa enfim deixa acontecer. É preciso rejeitar a coisa má, desprezar o desdém, se apegar as coisas boas, feliz viver e amar alguém.
Antagonismo de um suposto amor, declara o ser amar, se há desavença, vem o ódio em seu lugar.
•°•A.C.M•°•
Amar é dom, quem não tem dissimula. E quem tem, muita das vezes negligência o devido amor ao próximo.
Somos um todo, com um pouquinho de cada ser. Somos o nada, se unidos não soubermos viver.
Somos, somar, só amar e feliz ser.
O Amor Que Não Se Deixa Quebrar
Autoria: Diane Leite
Passei boa parte da vida sendo testada pela vida.
Desde muito pequena, conheci o gosto amargo da exclusão, da zombaria, da rejeição.
E como muitas crianças que amam demais, cresci acreditando que o problema era eu.
Achei que, se eu me esforçasse mais, se eu fosse melhor, mais inteligente, mais forte, talvez — só talvez — eu conquistasse o amor que sonhava.
Mas mesmo depois de conquistar tanto, o vazio de reconhecimento permaneceu.
Cresci, floresci, e ainda assim vi olhares se encherem de medo, de inveja, de competição.
E tudo o que eu queria era simples: amar e ser amada.
Quantas vezes tentaram me fazer acreditar que amar era fraqueza.
Quantas vezes disseram, sem palavras, que eu precisava endurecer para sobreviver.
Mas o amor que carrego não é fraqueza.
É força.
É escolha consciente.
É liberdade interior.
Amar — verdadeiramente — é um ato de coragem.
E, nesse mundo distraído, superficial, desconectado, amar com profundidade se tornou quase um ato de rebeldia silenciosa.
Hoje, não peço mais que me entendam.
Não peço mais que me validem.
Eu sei o valor que há em quem ama.
Se você também sente que o mundo nunca entendeu a grandeza do seu amor — não se diminua.
Não endureça.
Não desista.
E se você, por acaso, se afastou de quem te ofereceu amor genuíno, talvez seja hora de se perguntar:
Quantas vezes você confundiu amor com fraqueza?
Quantas vezes rejeitou o que mais precisava — por medo de se entregar?
Amar é para os fortes.
Receber amor, também.
Que a sua consciência desperte para essa verdade:
Amar não é um erro.
Amar é uma bênção.
Amar é o que há de mais sagrado em ser humano.
E a verdadeira vitória é esta:
não permitir que a dureza do mundo roube a leveza do seu coração.
O amor que habita em mim permanece.
Íntegro. Vivo. Soberano.
Porque eu sei:
o problema nunca esteve em quem ama demais.
O problema sempre esteve em quem não sabe mais amar.
Diane Leite
O poder das nossas escolhas
Autoria: Diane Leite
Fui criada com o entendimento de que cada pessoa tem direito ao livre-arbítrio. E tem. Mas a liberdade, quando não é acompanhada de consciência, vira apenas uma fuga disfarçada.
Alguns usam o livre-arbítrio para ferir. Outros, para se esconder. Muitos, simplesmente, por não saberem mais sentir.
O que descobri — e quero te lembrar — é que junto com o direito de escolher, vem o dever de se responsabilizar por cada escolha. Porque não vivemos sozinhos. Somos parte de um todo.
E o que você escolhe... reverbera.
Com o tempo, aprendi a não projetar nos outros a minha forma de amar. Eles são eles. Eu sou eu.
E eu sou amor.
Dou amor. E continuarei oferecendo aos que me tocam com verdade — mas sem mais me abandonar para ser aceita.
Onde não há ressonância, há vazio.
E onde há vazio, não é o seu lugar.
Seu lugar é dentro de si.
Inteiro. Serena. Fiel ao que sente. Feliz por quem você está se tornando.
Em vez de sofrer pelas decisões dos outros, volte-se para dentro. Pergunte-se:
Como posso me amar mais hoje?
As escolhas alheias — na família, na amizade, no amor — pertencem a eles. E você, em sua liberdade, pode escolher a si. Pode partir sem culpa. Pode permanecer sem se anular.
Pode ser luz. E ainda assim, colocar limites.
Amar não é ser refém.
Perdoar é libertar-se.
Se você é sempre quem doa e nunca é recebida, talvez tenha esquecido que é a autora da sua própria história. Que pode reescrever o roteiro.
Que pode se escolher.
E que merece reciprocidade.
Ame com coragem.
Dê com inteireza.
Mas nunca mendigue o que deveria fluir.
Neste instante, escrevo com meu filho ao lado. Olho para ele e penso:
que sorte a minha por saber amar — sem me perder de mim.
Porque amar é isso: permanecer inteira…
Senhor, deixaste apenas os bons para os bons? Os tristes para a escuridão e o silencio? A verdade para o que restar do amor?
A verdade é dura, triste, solitária e tem nome. Vive sóbria através de todos os entorpecentes, cada qual com seu nome, apelido e endereço.
Todas ou quase todas as pessoas conseguem me ver bem, mas nenhuma delas da forma como você me olha, me nota, observa e conclui.
Não julgo teus olhos, não os posso. Teus olhos vêm tudo, ao mesmo que nada. Sentem e perseguem o que te fere. Seus olhos são como afiadas facas, moldadas através de tempos, muitos e poucos, talvez simultâneos.
É a tua verdade que vejo. Tua verdade que eu quero e espero.
Me sinto estranhamente dentro dela, nela. Com ela.
É a tua verdade que também nos separa e nos reaproxima de forma constante.
Que a tua verdade nunca seja absoluta, se é cortante, amargurada e dura.
Que a minha mentira ao menos engane tua razão e te entorpeça o tempo suficiente e necessário para amar.
Porque, onde seu corpo deitar, querido, repousa lá meu coração também.
Dois corpos que carregam histórias, cicatrizes, vitórias. Dois sorrisos que não estão ali por acaso, mas porque já entenderam que a vida é feita de presença, de troca real, de construir junto, mesmo quando o mundo exige silêncio.
A luz que os envolve não é efeito: é o reflexo de quem se permite sentir, confiar e permanecer.
É sobre encontrar paz num olhar e força num toque.
É sobre estar onde faz sentido — com quem faz sentido.
Porque quando há conexão de verdade… o resto desaparece.
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