Dedicatória para a Mãe

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Nada de vestígios... Apenas sonhos que me mostram tudo o que preciso saber.

Sonhei, planejei, amei... E, o que restou foram somente memórias.

Hoje, vivo o que era para ser um sonho. Ele, é a minha realidade!

17 de maio de 2026




Hoje à noite, sonhei conversando com a versão jovem do AXL Rose!!


Sim. Do Guns!!!




Ele estava triste, e éramos muito amigos.


Eu perguntava para ele se ele não tivesse toda essa fama e carreira, se ele não tivesse se tornado um astro do rock, será que ele estaria diferente, tipo feliz??




Então, acordei...

Dormi um pouco hoje à tarde!! 17 de março de 2026...




Sonhei com um carro futuristico, ele parecia de um material muito maleável, e era como se fosse de outro planeta!! Se o condutor sofresse um acidente, ele evitaria o impacto.


Era do tipo borrachudo, seu design muito diferente, com vários tentáculos dos dois lados.
Na cor preta. Muito bonito. Envolta de todo ele, havia furos como de balas. Mas, eram somente parte do modelo.


A condutora, nem parecia ser humana, estava mais para alguém que não existe por aqui ainda.


Eu fiquei observando e acordei em seguida...

Eu sempre quis isso. E ainda sonho com ele, me pedindo em casamento novamente, ele nunca me pediu em namoro, nem em casamento.


Aconteceu tudo ocasionalmente...


Toda mulher quer sentir isso.

Hoje sonhei com uma mulher negra e uma criança. Eu estava na África. Ela era artesã, e eu a chamava para vir para Barra do Corda, porque lá ela não tinha como vender nada, mesmo tendo muito talento.


Depois, sonhei com a vizinha daqui organizando um grande churrasco. Ela colocava convites do tamanho de duas folhas A4, pendurados em um cordão com prendedores de roupa. Estavam muito altos, praticamente na altura do céu.


Em seguida, sonhei com uma mulher árabe se escondendo de muçulmanos. Não entendi bem, já que era a mesma religião, mas ela tinha medo de que descobrissem que também era muçulmana. Eu a escondia.


Depois, sonhei com um homem que foi amarrado dentro de um carro e jogado em uma gruta cheia de outros carros, todos luxuosos.


No final, eu queria salvá-lo. Mas, de repente, eu era ele, tentando retirar as fibras que prendiam meu pé. Acabei me escondendo de uma pessoa que fazia parte de uma família muçulmana… e então acordei, kkkkk.

Ontem sonhei que estava em um tipo de abrigo, junto com várias outras pessoas que também precisavam de cuidados. Havia uma indiana chamada Lininus; ela era muito alegre e feliz, e estava com uma criança. Ela me dizia “Deus te abençoe” e me deu um abraço forte. Eu disse a ela que, se conseguisse algo material na vida, iria procurá-la para ajudar no que fosse possível. Ela riu.


Depois, apareceu um rapaz negro. Ele sorriu para mim e orou por mim, segurando o topo da minha cabeça com a mão direita e os olhos fechados. Eu também fechei os meus. Ao final, ele me desejou boa sorte e deu um leve beijo na ponta do meu ombro esquerdo.


Em seguida, havia uma menina que conheço. Ela estava diferente da vida real: tinha cortado o cabelo em chanel curto e estava muito, muito feliz ao contar um sonho que teve comigo, para mim e para quem quisesse ouvir. Ela começou dizendo: “Era uma linda flor, e apareceu o espírito…”. Ela gesticulava e ria. Eu vi várias outras pessoas conhecidas ali, naquele lugar.


No sonho, eu estava voltando para minha casa após dois meses me recuperando de uma cirurgia. O curioso é que, na vida real, estou na casa da minha sogra, me recuperando de uma cirurgia de três hérnias, uma umbilical e duas inguinais. Hoje, 18 de abril de 2026, faz 1 mês e 13 dias da minha segunda cirurgia.


Nesse sonho, acredito que eram guias espirituais zelando por mim, em forma de pessoas que conheço. Eu estava muito feliz e disse a todos que os ajudaria de alguma forma, algum dia na vida. No final, nem deu para ouvir o restante do sonho da Alessandra, porque meu marido entrou no quarto e eu acabei despertando.

SOBRE SONHOS QUE TIVE NESSA SEMANA...


17 DE JUNHO DE 2026


Sonhar com malas, mudanças e a escolha do próprio vestuário é um prato cheio para a psicologia e para a análise do comportamento humano. Quando eu olho para esses símbolos sem o misticismo barato das previsões do futuro, o que sobra é um espelho bem nítido da minha própria dinâmica interna, da minha identidade e das transições pelas quais eu passo.
O avião, para começo de conversa, é o deslocamento definitivo. Diferente de um carro, onde eu posso parar no acostamento a qualquer momento, o avião representa um movimento de ruptura: eu saio de um ponto A e, queira ou não, vou parar no ponto B. É o início de uma transição, uma jornada compartilhada que exige deixar o chão firme para trás.
Logo em seguida, o cenário muda para a casa da família dele. Psicologicamente, a casa da família do parceiro costuma representar o território do outro, as regras do outro, o espaço onde, por mais acolhida que eu seja, eu ainda sou a visita. Estar ali sozinha antes de ele chegar evoca uma sensação de autonomia em meio ao cenário do outro, mas o ponto central aqui são as roupas encaixotadas.
A roupa é a nossa segunda pele. É como nos apresentamos ao mundo, a nossa persona, a armadura que escolhemos para interagir com a sociedade. Quando eu peço para ele encaixotar as minhas roupas para voltar para casa, há um movimento claro de recolhimento de mim mesma. Guardar a minha própria identidade em caixas para retornar ao território comum de nós dois mostra o desejo de encerrar um ciclo externo e preservar o que é meu, organizando a minha essência para o retorno ao ambiente seguro.
E então chegamos ao tambor. O tambor, que lembra tanto uma máquina de lavar quanto um grande organizador, é um espaço de triagem, um turbilhão onde as coisas giram, misturam-se e são limpas. Ver-me diante desse tambor, escolhendo ativamente o que vou vestir, é o ápice da autonomia nesse enredo noturno.
Depois de voar, de transitar pelo espaço do outro e de encaixotar o que me pertence, eu não estou mais apenas guardando a minha identidade; eu estou selecionando-a. Escolher a minha própria roupa dentro de um turbilhão é o símbolo exato do livre-arbítrio sobre quem eu decido ser a partir de agora. Quais camadas servem? Quais padrões antigos eu vou deixar rodando no tambor e quais vou de fato vestir para me apresentar ao mundo?
Não há mistério cósmico aqui, mas sim uma belíssima crônica visual do meu próprio inconsciente sobre transição, preservação da individualidade e, acima de tudo, o poder de escolha sobre a minha própria narrativa.


Para continuar acompanhando minhas reflexões diárias sobre o comportamento humano, a nossa busca por autonomia e as ironias da nossa mente, convido você a seguir **Alinny de Mello** no Pinterest. Os temas são publicados, através dos MEUS livros digitais toda semana por lá.

Quantos dos seus sonhos são realmente seus e quantos foram implantados por uma sociedade que nunca perguntou o que você queria?

Existem pessoas que ainda vou conhecer.
Existem lugares que ainda vou descobrir.
Existem sonhos que ainda vou realizar.
Eu sou mais forte do que imagino.

DAS PRENDAS DO LAR.


UMA CAMA ARRUMADA E LIMPA
É UM SONHO BOM DE SE VER
NA VIDA.

POESIA


É UM SONHO
DE UM AMOR TRANQUILO.
DESLIZE OS DEDOS
NO LÍRIO.

PENSAMENTO DE UM MERCADOR PERSA.


QUANDO SORRIRES
PARA A MULHER
DOS TEUS SONHOS.
VÊ SE O TEU CORAÇÃO
TAMBÉM SORRI.
POIS A COMPLETUDE
É DÁDIVA.

O AMOR NUNCA TE DEIXA
ENQUANTO O SONHO PERMANECER VIVO.

SONHAR QUE SE PODE SER UM DIA FELIZ
NÃO É FALTA DO QUE FAZER.

UMA FRASE DE AMOR


PARA VOCÊ
SONHAR COM AS ESTRELAS.

UM SONHO
NÃO DEVE MORRER.
NA CANÇÃO
DO TEU SER.

DAS PRENDAS DO LAR


UMA NOIVA NA IGREJA
É UM SONHO PARA UMA MOÇA DE FAMÍLIA.
EM QUE A FAMÍLIA
SE SENTE MUITO HONRADA.
E FAZENDO PARTE DE UM LEGADO.

DAS PRENDAS DO LAR


O LAR NÃO É APENAS UM BEM MATERIAL QUE SE CONQUISTA.
MAS UM MEIO DE DESCANSAR
O ESPÍRITO E A VIDA.