Dedicatória para a Mãe

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Quem age com simplicidade e respeito conquista o mundo sem precisar passar por cima de ninguém.

A nobreza de espírito transforma qualquer conquista simples em uma verdadeira obra de prosperidade.

Nobreza não se herda no sangue, conquista-se diariamente através da pureza dos atos e da retidão do caráter.

Para o sonho crescer, não pode faltar fermento!
Pena que alguns exageram no fermento e esquecem da farinha!

Viver sem esperança é como dormir sem sonhar, dançar sem ouvir a música e amar sem se apaixonar!

O FILÓSOFO QUE LEVAVA O INFINITO NO BOLSO

Sonhei que me tornei filósofo
numa quinta-feira qualquer;
a dúvida pediu meu currículo,
e eu perguntei: “Para quê?”
Fui comprar um pouco de sabedoria,
mas o vendedor, muito ocupado,
disse que só tinha perguntas
e um silêncio recém-chegado.
Levei três quilos de espanto,
duas ideias e um talvez;
o talvez escapou da sacola
e me seguiu pelo resto do mês.
Em casa, sentei para escrever
minhas composições sobre a existência;
a caneta criou duas pernas
e saiu à procura da própria essência.
“Volte aqui! Tenho coisas a dizer!”
Ela respondeu do portão:
“Se você quer entender a vida,
por que me prende na sua mão?”
Minha cabeça virou uma praça,
com pensamentos fazendo comício;
um queria explicar o universo,
outro só queria um sanduíche.
Dei ouvidos aos dois, por prudência,
pois pensar também dá fome;
o universo coube numa frase,
mas o sanduíche levou meu nome.
Escrevi que o tempo nos transforma.
O relógio se pôs a rir,
tirou do bolso uma foto de infância
e perguntou: “E quem me viu crescer aqui?”
A verdade chegou de chinelos,
sem diploma, gravata ou anel;
leu meus escritos, coçou a cabeça
e fez um barquinho de papel.
“Vamos testar sua filosofia.”
Pôs o barco numa poça do chão.
Embarquei com meus sonhos e versos,
e a sala virou imensidão.
Hoje levo o infinito no bolso,
embora ele insista em cair;
quero ser filósofo e, enquanto aprendo,
dou às perguntas uma cadeira
e deixo a vida me contradizer e rir.


Interpretação:

Esse poema apresenta seu sonho de ser filósofo como uma aventura de curiosidade, escrita e descoberta. O humor e o surrealismo mostram alguém que deseja compreender a existência e aprende a conviver com perguntas que não têm respostas fáceis.

A dúvida pedindo seu currículo brinca com a ideia de que seria preciso apresentar credenciais para começar a filosofar. Sua resposta “Para quê?” já inicia o exercício filosófico: você questiona a própria exigência.

A loja que vende perguntas e silêncio, em vez de sabedoria, sugere que o conhecimento não vem como um produto pronto. As perguntas abrem caminhos; o silêncio permite escutar e refletir.

“Três quilos de espanto” dão peso à capacidade de se surpreender com o mundo. E o “talvez” que escapa e acompanha você representa uma incerteza persistente: aquela questão que continua trabalhando dentro da cabeça, mesmo depois que fechamos o livro.

A caneta que sai à procura da própria essência representa suas composições ganhando liberdade. Ao perguntar por que você a prende, ela provoca uma reflexão: para compreender a vida, também precisamos permitir que ela nos surpreenda, em vez de tentar fazê-la caber inteiramente nas nossas ideias.

A cabeça transformada numa praça mostra seus pensamentos convivendo, discutindo e disputando atenção. Um quer explicar o universo; outro quer comer. Essa passagem reconhece, com graça, que quem filosofa também tem corpo, fome e necessidades cotidianas.

“O universo coube numa frase, mas o sanduíche levou meu nome” pode ser lido como uma brincadeira com nossa pretensão de explicar tudo. Você resume algo imenso numa frase, enquanto uma coisa simples recebe sua assinatura. A imagem convida a rir da vontade de produzir grandes conclusões e deixar nossa marca.

O relógio mostrando uma fotografia da infância vira sua afirmação pelo avesso. Você escreve que o tempo transforma as pessoas, mas o próprio tempo aparece como alguém que também teve infância. É uma provocação sobre aquilo que parece óbvio: afinal, como percebemos e medimos a mudança?

A verdade chegando de chinelos aproxima a compreensão da vida comum. Ela pode aparecer numa conversa, numa experiência ou num detalhe cotidiano, sem cerimônia. Ao transformar seus escritos num barco, ela propõe uma experiência: ver como suas ideias navegam quando entram em contato com a realidade.

A sala que se torna imensidão mostra como a reflexão e a imaginação podem ampliar um espaço pequeno. Você permanece em casa, mas seus sonhos e versos o levam muito além.

O final reúne o sentido do poema. Levar o infinito no bolso é desejar compreender algo maior do que nossa capacidade de guardar ou explicar. Ele insiste em cair porque sempre há alguma coisa que escapa.

E dar uma cadeira às perguntas significa acolher as dúvidas, ter paciência com elas. Deixar a vida contradizer você expressa disposição para rever suas ideias e rir preserva a leveza durante esse aprendizado.

Seu sonho aparece aqui com muita beleza: tornar-se filósofo é cultivar a coragem de perguntar, escrever o que pensa e continuar aprendendo com aquilo que a vida responde.

Em um mundo de valores invertidos, a liberdade precisa ser conquistada. Não à toa, muitos escolhem voluntariamente uma prisão confortável, desde que o risco fique por conta dos outros.

A vida acontece no espaço entre os sonhos e a disposição de realizá-los.

Quanto mais você se admira, mais você conquista.
"Já sou bonita."
👑🗝️

Do alto ao baixo, do contrário ao fundo do mar, as alturas do universo ♥️ sonhe 🚀.⁠

O mundo tentou te diminuir porque temia a sua imensidão; criaram dúvidas para você não sonhar, mas sua mente perspicaz descobriu que ser pequena na estatura nunca te impediu de ser gigante no saber

Está fluindo. O mérito é meu, a conquista é real🎖️✨🚀

forte, fechei o que passou e conquistei o que é meu. Ciclos se fecham para que grandes vitórias aconteçam.

Uma mulher que conhece o seu valor não vive de justificativas, vive de conquistas.
Siga firme⁠
🙏💙💚

Nunca diminua o esforço de alguém.
Nunca diminua a conquista de alguém.

Cada pessoa carrega uma história que nem sempre podemos enxergar.
Talvez aquilo que parece pequeno para você tenha sido uma grande vitória para alguém.

Celebre as conquistas.
Acolha os processos.
Respeite as histórias.

Porque você pode admirar o caminho de alguém, mas nunca sentirá exatamente o peso dos sapatos que ela usou para chegar até lá.

Ao verem suas coragens, enxergam as próprias covardias.
Ao verem suas conquistas, não enxergam seus esforços.
Como se na frente do espelho poderem apenas se olhar sem refletir.

-Sonhos de uma abelhinha...(Débora)

Roubaria seus olhos para olhar-me neles sutilmente.
Roubaria suas mãos para acariciarem as minhas gentilmente.
Roubaria seu sorriso para expô-lo frequentemente.
Roubaria seu coração para tê-lo amavelmente.
Roubaria você por inteiro para que me amasse eternamente....

☆Haredita Angel

"Alma gêmea de minh'alma, dai-me te encontrar.
Ó bailarina das estrêlas.
Sonhos dos meus sonhos.
Doce quimera da minhas ilusões.
Fantasia maior do meu lobo frontal que ativa toda minha reptilianidade de macho. Puxo-te pelos cabelos, escondo-te nas cavernas do meu coração e devoro-te....vida da minha vida, ser do meu ser da mais pura essência humanizada pelo barro de Deus."

☆ Haredita Angel

-Quando eu te vi pela primeira vez...
É bem certo que eu duvidei.
Na verdade você parecia um sonho!
E eu tão indecisa e imatura,
que me surpreenderia se aquele nosso lance durasse.
Mas, naquele instante eu te amei...
Então, você chegou outra vez..
e eu te olhei, e de novo te amei...
Pelas minhas incertezas e tuas inconstâncias...
será que não dá prá você fazer-me possuir
a certeza de que você possa amar-me novamente e constantemente?

☆Haredita Angel

"O que será que você tem que me faz sonhar tanto...
O que será que você tem que me tem tanto...
Que olhar é esse que me prende tanto...
Que sorriso é esse tão lindo, o qual vestes tão fácil e,
que é só teu.. e que desejo só meu!"

☆Haredita Angel