Dedicatória para a Mãe

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Supernova


Fui alfabetizada ao inferno
Aprendi para sofrer
Esforcei-me para sentir
O esgotamento causou-me atimia
Fui levada ao caos dentro de mim
Numa elevada palpitação do cosmos
No céu além, nas trevas a supernova.

Aprendi uma coisa muito importante na minha vida. Sabe, às vezes amamos uma pessoa por causa de uma circunstância. E entenda que a qualquer momento tudo pode desmoronar. Não é bom amarmos uma pessoa por motivos. Pois quando as situações mudam, mudemos. Às vezes nós mudamos com as pessoas quando temos problemas e são resolvidos. Mas quando estamos do lado da pessoa, os problemas mudam. E os problemas que eram resolvidos com as pessoas de longe, agora passam a ser as pessoas que ajudavam o problema. E o que era para nós amar, não amamos. E o que era para nós esquecer, não esquecemos.
"Porque valorizamos o inimigo e desprezamos o amigo."

A dolorosa vida ensina o que a felicidade jamais poderia explicar. É nas feridas que a alma aprende o valor de existir.

A verdadeira liberdade
não está em fugir da dor,
mas em aprender
a dançar com ela,
encontrando luz mesmo
nas sombras.

Não se trata de encontrar respostas,
mas de aprender a dançar com
as perguntas que a vida traz.

Relacionar-se não é preencher vazios, mas dançar junto com eles, aprendendo a ouvir o silêncio entre as palavras.

Relacionar-se é, antes de tudo,
aprender a cuidar do próprio jardim
para depois cultivar o da outra pessoa.

A vida se renova quando aprendemos a deixar
o que nos prende.

Tem gente que a gente não esquece.

só aprende a lembrar em silêncio.

Quem vê demais aprende cedo que nenhum lugar é grande o bastante para quem carrega mundos dentro dos olhos.

A paz não depende do que acontece, mas de quem aprendemos a ser.

Recomeçar não é voltar ao início. É seguir com tudo o que se aprendeu no caminho.

Aprendi a colar palavras com cola emoção, onde se compra essa grudenta que o poeta tem à mão, será barata
será batata passou secou inventou, coladas em versos chiclete palavras
divertem quem gosta do doce que
entrete com figurinhas de imaginação...
na boca a recordação nhoc nhoc
nhoc


Leonardo Mesquita

Enquanto o tempo passa, a gente aprende que têm coisas que a gente prioriza, outras nem tanto e têm aquelas⁠ que a gente nem se importa mais. ISSO É MATURİDADE!

Mentalidade Vencedora se desenvolve por meio de repetição intencional, disciplina e aprendizado constante, transformando desafios em oportunidades e limites em crescimento.É o sistema interno que sustenta a alta performance e permite que a excelência se torne possível, independente das circunstâncias externas.

Pássaro que não sai do ninho... não aprende a voar.
Gisele Fernandes Vieira Fidelis

Com o tempo, aprendi a observar. Parei de reagir ao impulso e comecei a fazer uma pausa, decidindo com clareza. Me tornei previsível para mim mesmo, mas imprevisível para quem buscava me controlar.


​Deixei de me explicar demais. Falo menos, mas quando falo, fecho assunto.


Abandonei a disputa por atenção e validação, o que frustra quem só existe na comparação.


​O silêncio, antes pesado, agora é poder consciente e sem culpa, mesmo que outros o confundam com arrogância.


Mudei meu eixo, deixei de apenas agradar e agora sustento minha presença com limites e clareza.


Não é agressividade, é ser verdadeiro comigo mesmo.

Beba da água do conhecimento, pois aprender algo novo todos os dias não é motivo de superioridade, e sim uma forma de usar a arma mais letal que você possui dentro de si: o próprio cérebro.


Kaique Brito.

Sumo mesmo, é pra você aprender que tudo que é bom dura pouco

POESIA:
A ALMA DO AMOR.
BY: Harley Kernner


Eu aprendi a amar
depois que entendi
que minha alma é superior ao meu coração.
O coração é vital, sim,
e é visto, é carne.
Mas a alma,
nunca aparece aos nossos olhos,
mas sentimos sua presença e sua eternidade.
O amor verdadeiro
nasce na inocência da alma.
Ela é independente do que o coração sente.
A alma não precisa dos dedos do corpo
para acariciar o rosto de sua alma gêmea.
O coração copia as poesias
que minha alma escreve.
Ele é até elogiado,
e alguém diz: "Que coração romântico".
Mas, na verdade,
sem a alma,
o coração é um eterno analfabeto,
ignorante para descrever o que é o Amor.
O coração beija na face,
faz barulho,
denuncia suas próprias emoções.
Mas a alma,
ama em segredo,
e beija em um profundo silêncio
sua alma gêmea.
Ambas trocam suas essências,
como a Lua e o Sol,
que dificilmente se encontram,
mas são fiéis em seus laços de amor.


Harley Kernner
Arquitetura de Poesias e Crônicas
Escritor Particular