Dedicatória para a Mãe
A águia tem vocação para as alturas. Aprenda a voar alto. Não limite-se a voar na tempestade. Seja como a águia, que voa acima da tempestade. E acima da tempestade, querido, o céu continua azul, o sol continua brilhando, porque lá o tempo continua lindo. Tenha visão de águia!
É mais fácil fazer um cachorro aprender a conviver com um gato do que um preconceituoso com as diferenças.
Aniversário é poder passar o ano, envelhecer, ter fases, querer viver e curtir, errar e aprender, chorar e sorrir e sempre receber um FELIZ ANIVERSARIO!
Ser mãe....
aprendi que ser mãe é dar asas e ensinar a voar
mas, na hora da partida, é fragilizada
o grito sufocado de dor, o coração sente solidão
voa, meu menino, para construir o teu próprio ninho.
Percorre outros caminhos, outras paragens
voa bem alto, que sejas feliz, com as asas que ganhaste
Ser mãe é descobrir que os filhos não são nossos.
São missões que nos foram confiadas por Deus.
Não amarres asno novo perto de mula velha,
porque, se ele não aprender a escoicear,
aprenderá a zurrar.
aprendi com um índio
conhecer-se
por si próprio
ninguém faz seu caminho por você
a estrada é sua
somente sua
amigos andam ao seu lado
ninguém anda por você
Cresci, amadureci, tornei-me dona de mim mesma, senhora do meu destino; aprendi a transformar conhecimento em sabedoria, mas continuo cometendo alguns enganos que eu cometia aos 20 anos, só que agora sem o sentimento de culpa.
Um dia você aprende que não precisa correr atrás de quem você deseja, a vida traz quem você merece! Se você não está com quem você ama, ame quem está com você. Triste é amar quem nos despreza, mais triste ainda é desprezar quem nos ama. Talvez essa pessoa possa não ter a beleza que você procura, mas tem o amor de que você precisa.
Agora que a velhice começa, preciso aprender com o vinho a melhorar envelhecendo e, sobretudo, a escapar do terrível perigo de, envelhecendo virar vinagre.
Quando encaramos todos os nossos medos
Aprendemos nossas lições através das lágrimas
Fizemos lembranças que sabíamos que nunca se apagariam
Viver é aprender, se toda dor na vida você abaixar a cabeça, irá cavar um buraco e nunca mais sairá.
A sabedoria popular nos ensina que há sempre um aprendizado a ser recolhido depois da dor. É verdade. As alegrias costumam ser preparadas no silêncio das duras esperas. Não é justo que o ser humano passe pelas experiências de calvários sem que delas nasçam experiências de ressurreições.
Por isso, depois do cativeiro, o aprendizado. Ao ser resgatado, o sequestrado reencontra-se com seu mundo particular de modo diferente. A experiência da distância nos ajuda a mensurar o valor; e o sequestrado, depois de livre, mergulha nesta verdade.
Antes da necessidade do pagamento do resgate, da vida livre, sem cativeiro, corria-se o risco da sensibilidade velada. A vida propicia a experiência do costume. O ser humano acostuma-se com o que tem, com o que ama, e somente a ruptura com o que se tem e com o que se ama abre-lhe os olhos para o real valor de tudo o que estava ao seu redor. As prisões podem nos fazer descobrir o valor da liberdade.
As restrições são prenhes de ensinamentos. Basta saber parturiar, fazer vir à luz o que nelas está escondido.
A ausência ainda é uma forma interessante de mensurar o que amamos e o que queremos bem. Passar pela experiência do cativeiro, local da negação absoluta de tudo o que para nós tem significado, conduz-nos ao cerne dos valores que nos constituem.
O resgate, o pagamento que nos dá o direito de voltar ao que é nosso, condensa um significado interessante. Ele é devolução. É como se fôssemos afastados de nossa propriedade, e de longe alguém nos mostrasse a beleza do nosso lugar, dizendo: “Já foi seu; mas não é mais. Se quiser voltar, terá que comprar de novo!” Compramos de novo o que sempre foi nosso. Estranho, mas esse é o significado do resgate.
Distantes do que antes era tão próximo, recobramos de um jeito novo. Redescobrimos os detalhes, as belezas silenciosas que, com o tempo, desaprendemos a perceber. A visão ao longe é reveladora. Vemos mais perto, mesmo estando tão longe. Olhamos e não conseguimos entender como não éramos capazes de reconhecer a beleza que sempre esteve ali, e que nem sempre fomos capazes de perceber.
No momento da ameaça de perder tudo isso, o que mais desejamos é a nova oportunidade de refazer a nossa vida, nosso desejo é voltar, reencontrar o que havíamos esquecido reintegrar o que antes perdido ignorado, abandonado. O que desejamos é a possibilidade de um retorno que nos possibilite ver as mesmas coisas de antes, mas de um jeito novo, aperfeiçoado pela ausência e pela e pela restrição.
Depois do resgate, o desejo de deitar a toalha branca sobre a mesa, colocar os talheres de ocasião sobre mesa farta. Fartura de sabores e pessoas que nos fazem ser o que somos!
Refeição é devolução! Da mesma forma como o alimento devolve ao corpo os nutrientes perdidos, a presença dos que amamos nos devolve a nós mesmos. Sentar à mesa é isso. Nós nos servimos de alimentos e de olhares. Comungamos uns aos outros, assim como o corpo se incorpora da vida que o alimento lhe devolve. A mesa é o lugar onde as fomes se manifestam e são curadas. Fome de pão, fome de amor!
Depois do cativeiro, a festa de retorno, assim como na parábola bíblica que conta a história do filho que retornou depois de longo tempo de exílio. Distante dos nossos significados, não há possibilidade de felicidade. Quem já foi sequestrado sabe disso. Por isso, depois do sequestro, a vida nunca mais poderá ser a mesma.
Aprendi a me olhar todos os
dias e a buscar dentro de mim o que ninguém
por mais que tenha tentado nunca encontrou,
meu próprio valor. Deus me fez perfeita
aos olhos dele, com uma capacidade incrível
de sonhar e uma sensibilidade linda de amar.
Embora eu seja tão falha, tão inconsequente
as vezes , tenho ele do meu lado, me cuidando,
me guardando, me protegendo, me exortando,
me ensinando e acima de tudo ME AMANDO.
Confesso que as vezes tropeço, mas não me
justifico de maneira alguma, porque sei que na
maioria das vezes sou culpada. Mas procuro
a cada dia ser como ele quer , andar nos caminhos que
ele desenhou pra mim e se algum dia eu me desviar
dele que ele me quebre como um vaso totalmente
seu e me faça de novo, e de novo e quantas vezes
for necessário até que em mim não haja trincas.
Tempo...
Com o tempo aprendi que as coisas mudam. Que os momentos bons não voltam. Que arrependimento não mata. Quer dores passam. Que amores vem e vão. Que estar apaixonada é bom. Que sofrer nos fortalece. Que cair sempre deixa uma cicatriz. Que nos levantamos de um tombo sempre mais fortes. Que fazer loucuras faz parte. Que ser feliz não é difícil. Que esquecer é uma questão de opinião. Que deixar partir o que nunca foi nosso é um dos aprendizados mais dolorosos. Que lutar, não exige força e sim coragem. Que sorrir é o melhor remédio. Que quem diz que eu sou fraca, não seria capaz de chorar as minhas lágrimas nem viver a minha vida. Que quem muito diz que odeia é porque não foi capaz de colocar um fim no amor. Que acreditar ou desacreditar é uma questão de opinião. Que dinheiro não é tudo. Que tudo tem seu tempo determinado. Que o que foi, volta sim. Que vingança ensina a viver. Que as pessoas mudam. Que destino existe. Que o tempo é sim, o senhor da razão...
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