Dedicatoria de Pais para Filhos

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Os pais devem instruir... porções diárias de ensinamentos para os filhos.

"Os pais amam seus filhos verdadeiramente com atitudes,
não com palavras.
Palavras o vento leva e as ações permanecem nos corações que têm gratidão, apenas nesses corações."
Haredita Angel
30.01.24

Poucos os filhos que valorizam o que fazem os pais. Estão criando uma geração de homens frágeis, não entendem que no fundo é cada um por si e que os pais não estarão pra sempre a fazer suas vontades e caprichos.

Se até os pais tem inveja dos filhos ou ciúmes, imagina os irmãos ou os tais amigos, colegas ou conhecidos, na verdade ninguém quer ver o seu progresso, ninguém quer ver a sua felicidade ou conquistas, porque os próprios são infelizes e muitos são ingratos com quem tem, seus corações são obscuros e negativo, esses invejosos tiveram a mesma chance " O SOL NASCE PRA TODOS " mas jamais você terá amigos, pais e irmãos.
Seja seu próprio amigo e guarde segredos do que vai fazer ou prestes a conquistar , não dívida com ninguém sua vida, suas felicidades, só você terá seu próprio orgulho, faça tudo em agradecimento a Deus.

Filha de uma mãe e vários pais,
Que tinham outros filhos em diversos cais,
A história se fazia, corrida diária,
Aquela sobrevida na zona portuária.

"Pais negligentes, que criam os filhos em ambientes instáveis, violentos, abusivos, cheios de bebida e de drogas, ajudam no desenvolvimento de filhos delinquentes."

QUANDO O ESTADO VIRA A COSTAS PARA FILHOS COM PAIS INSANOS
Alinny de Mello


Agradeço a cada um de vocês por acompanharem esta anatomia das relações mais densas da nossa existência. Antes de encerrarmos esta sequência de reflexões, reitero o convite para que conheçam a minha página no Pinterest. É lá que mantenho o acervo dos meus e-books e organizo os tópicos que debatemos aqui. Não deixem de acompanhar as atualizações semanalmente para que possamos continuar jogando luz sobre as engrenagens ocultas do comportamento humano.
O conceito de liberdade, quando forjado no interior de um ambiente de destruição sistemática, difere substancialmente da definição idílica dos dicionários. Para mim e para os meus irmãos, ser livre não significou a ausência de cicatrizes, mas a conquista da autonomia sobre os nossos próprios destinos. Nós vencemos os pesadelos, domamos os traumas e estabelecemos uma distância profilática do epicentro do caos. Sobrevivemos ao que chamo, sem qualquer receio de exagero analítico, de um holocausto familiar. Contudo, a independência factual não nos concede imunidade diplomática contra a insanidade alheia; a libertação está consolidada, mas a necessidade de vigilância permanece intacta.
É profundamente doloroso constatar que, mesmo após termos reconstruído as nossas vidas longe daquele perímetro, a proximidade daquelas duas figuras ainda represente uma ameaça latente. A dor não vem mais do chicote ou do facão mecânico, mas da certeza racional de que a perversidade e a loucura deles são forças dinâmicas, perfeitamente capazes de articular novas conspirações sob qualquer pretexto, a qualquer momento. Nós conhecemos a engenharia daquela aliança neurótica; sabemos que o ódio que partilham entre si é frequentemente canalizado na tentativa de nos destruir.
Essa vulnerabilidade é amplificada pela falência gritante das instituições que deveriam oferecer salvaguarda jurídica. Quando decidimos acolher e cuidar da nossa mãe no período mais agudo de sua degradação mental, fomos confrontados com o ápice do perigo: ela empunhou uma faca na calada da madrugada, tentando desferir golpes contra um dos meus irmãos. Diante da ameaça de morte iminente e concreta, buscamos o Estado. A resposta que recebemos na delegacia de polícia foi o silêncio burocrático e a negligência institucional. O delegado recusou-se a registrar o boletim de ocorrência, negou-se a lavrar uma simples nota, demonstrando a total incapacidade das autoridades de decodificar a violência quando ela se apresenta sob o manto da senilidade ou do transtorno psíquico. Ficamos por nossa conta, como sempre estivemos na infância.
É nesse vácuo de proteção oficial que opera a inversão mais perversa da nossa história. Diante da cegueira social e da inércia estatal, os papéis são magicamente trocados pelo senso comum: os verdugos históricos são promovidos a vítimas indefesas, enquanto os filhos, que sangraram na infância e estenderam a mão na velhice, são carimbados como os vilões frios e ingratos. Ninguém na vizinhança, na delegacia ou nos círculos sociais distantes se dá ao trabalho de compreender o contexto estrutural do nosso calvário. Desconhecem o peso do sal na carne viva, as madrugadas de tremor involuntário e a tentativa de homicídio no útero. Julgam a nossa legítima defesa utilizando a régua hipócrita de uma moralidade que nunca precisou ser testada em um porão de torturas.
Deixar este relato registrado não é um ato de apego ao passado, mas um documento de autodefesa e um manifesto de sobrevivência. Nós saímos daquela trincheira por mérito próprio, arrancando a nossa sanidade das garras de um sistema doméstico feito para nos aniquilar. Estamos livres da tirania diária, mas permanecemos atentos às fronteiras do nosso sossego. Se o mundo prefere comprar a narrativa vitimista de quem nos agrediu, que compre; a nossa verdade não necessita do aval de burocratas ou de espectadores casuais para permanecer irrefutável.
Como lidar com a constatação de que as estruturas do Estado são frequentemente analfabetas para ler a mecânica do abuso familiar? Até que ponto o preço da nossa paz definitiva exige que aceitemos o papel de vilões no teatro da ignorância alheia?

Crônica


O Amor Que Muda de Endereço


Existe uma verdade sobre pais e filhos que raramente é dita em voz alta.
Eles se amam muito mais do que conseguem demonstrar.
Talvez porque o amor familiar não seja feito apenas de abraços e palavras bonitas. Muitas vezes ele vem disfarçado de preocupação, de cobrança, de conselhos que ninguém pediu e até de discussões que parecem não ter fim.
Quando somos crianças, enxergamos nossos pais como gigantes.
Eles sabem tudo.
Resolvem tudo.
Protegem de tudo.
Mas o tempo passa.
E os gigantes começam a parecer pessoas comuns.
Começamos a enxergar seus defeitos, suas limitações, seus erros e suas fraquezas.
É justamente aí que surgem os conflitos.
Os pais acreditam que os filhos ainda precisam de orientação.
Os filhos acreditam que já sabem caminhar sozinhos.
E entre uma opinião e outra, muitas palavras deixam de ser ditas.
O pai que queria dizer "tenho orgulho de você" acaba perguntando apenas se o trabalho está indo bem.
A mãe que desejava dizer "sinto sua falta" limita-se a perguntar se o filho está se alimentando direito.
E os filhos, por sua vez, também escondem sentimentos.
Querem agradecer.
Querem reconhecer.
Querem demonstrar carinho.
Mas imaginam que ainda haverá tempo.
E assim os anos passam.
As conversas tornam-se mais curtas.
Os encontros mais espaçados.
As responsabilidades mais numerosas.
A vida segue seu curso.
Como sempre segue.
Até que um dia acontece algo curioso.
Os filhos tornam-se pais.
E aquilo que antes parecia exagero começa a fazer sentido.
As noites mal dormidas.
As preocupações silenciosas.
Os medos escondidos.
Os conselhos insistentes.
Tudo ganha uma nova interpretação.
Pela primeira vez, eles conseguem enxergar o mundo pelos olhos de seus próprios pais.
Mas a vida ainda guarda outra surpresa.
Os netos.
Ah, os netos...
Eles chegam sem pedir licença e transformam novamente a dinâmica da família.
É como se abrissem uma janela que permaneceu fechada durante anos.
Aquele pai sério torna-se brincalhão.
Aquela mãe exigente transforma-se em uma avó paciente.
As regras ficam mais leves.
As broncas mais raras.
Os abraços mais demorados.
E os filhos observam tudo isso em silêncio.
Às vezes sorrindo.
Às vezes refletindo.
Às vezes sentindo uma pontada difícil de explicar.
Porque não é inveja.
Também não é mágoa.
É apenas a percepção de que aquele carinho tão espontâneo talvez tenha existido dentro dos pais o tempo inteiro, mas não encontrou espaço para ser demonstrado daquela forma.
Os avós, por sua vez, também mudaram.
A experiência ensinou que o tempo corre depressa.
Que as oportunidades não voltam.
Que algumas palavras deveriam ter sido ditas.
Que alguns abraços poderiam ter sido mais longos.
E sem perceber, acabam oferecendo aos netos aquilo que a vida lhes ensinou tarde demais.
Não porque amem mais os netos do que os filhos.
Mas porque aprenderam a amar de maneira diferente.
Os filhos observam.
Sentem.
Refletem.
E, no íntimo, compreendem mais do que dizem.
Porque a maturidade ensina algo importante:
Nem todos os vazios serão preenchidos.
Nem todas as explicações chegarão.
Nem todos os pedidos de desculpa serão feitos.
E está tudo bem.
A vida não é uma novela.
Não existem roteiristas escrevendo finais perfeitos.
Não há música tocando ao fundo quando percebemos nossos erros.
Não existe um capítulo seguinte para corrigir cada palavra mal colocada.
A vida real é mais simples.
E também mais dura.
Ela é feita de pessoas imperfeitas tentando acertar.
De pais que amam, mas nem sempre sabem demonstrar.
De filhos que sentem, mas nem sempre sabem falar.
De famílias que carregam cicatrizes e, ainda assim, continuam caminhando juntas.
Podemos passar a vida inteira nos torturando pelo que faltou.
Ou podemos compreender aquilo que existiu.
Porque, apesar dos conflitos, dos desencontros e dos silêncios, o amor sempre esteve lá.
Talvez escondido.
Talvez desajeitado.
Talvez tímido.
Mas presente.
E quando vemos nossos filhos correndo para os braços dos avós, percebemos uma das maiores lições da existência.
O amor não desaparece.
Ele apenas muda de forma.
Muda de linguagem.
Muda de endereço.
E continua seguindo seu caminho através das gerações.
Talvez não exatamente como gostaríamos.
Mas exatamente como a vida permite.
E, no final das contas, aprender a aceitar isso também é uma forma de amar.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

⁠Pelos filhos separados de seus pais — pelas Agendas, pela Morte ou pela Rejeição — rezemos ao Senhor!

Os seres viventes; animais, humanos, pais, mães, filhos, filhas, machos, fêmeas, que são, que não são, devem ser amados, a acepção contradiz os rótulos professados.

Inserida por GilNunes

Alguns pais preparam seus filhos para o mundo. Os meus, me prepararam para o céu.

Inserida por GustavoLacerda

Filhos e filhas, ouço o conselho do seus pais, jamais seus pais querem o seu mal. Todos os conselhos vão te enriquecer no futuro, aprenda com seus pais, para que você não venha a aprender com o mundo, nem sempre o que tem no mundo vai te dar vitória. As palavras do seus pais serão um colar de pérolas para o seu pescoço.

Inserida por RoPerolanegra

A Terra não é uma herança de nossos páis, e sim um empréstimo de nossos filhos!

Inserida por Teixas

Filhos não são propriedades dos pais. Filhos são apenas filhos.

Inserida por anapaularib

Muitos pais acham que seu papel é dar alimentação e vestir os filhos, o resto é com a escola. Sim os pais precisam alimentar seus filhos, mas não apenas o corpo, é preciso alimentar a alma, com valores, exemplos, é preciso ter tempo para dividir suas histórias, frustrações, conquistas, medos, é preciso mostrar aos filhos que acima de tudo se é humano, é preciso alimentar com carinho, não com presentes. É preciso sim vestir os filhos, não apenas de roupas, de marcas, sim vestir de verde seus dias, vestir de verdade suas atitudes, vestir de confiança, vestir de coragem e também vestir de verdades. Não se apegue aos bordões de sempre, de que não tem tempo para isto, ou para aquilo, afinal a melhor coisa que você para dedicar a seus filhos, é seu tempo, não basta ensinar seus filhos a caminharem sozinhos, é preciso ensinarem a viver, e não apenas a olharem o passar dos meses no calendário, sim a olharem para o dia de hoje como a única oportunidade de serem melhores. Lembre-se também que ninguém é de ninguém, assim, os filhos não são seus, são vidas que Deus confiou a você, e um dia ele vai perguntar: "O que fizeste dos filhos que lhe confiei?" E aí?

Inserida por RogerStnkvcz

Os filhos reclamam dos pais, quando na verdade, quem precisa mudar e evoluir são eles.

Inserida por RogerStnkvcz

Os pais reclamam das amizades dos filhos, quando na verdade, eles deveriam ser os melhores amigos deles.

Inserida por RogerStnkvcz

ENTENDA! Os filhos não escutam os pais quando dizem: ''Come tudo, tem muita gente passando fome.'' A realidade é que o mundo já foi mais humano, mais amado, mais VALORIZADO.

Inserida por BarbaraMatias

Percebo a dependência de muitas mães em cima dos filhos. Pais não são descartáveis, pais não são laranjas que você come o sumo e joga o bagaço, mas chega um momento para os filhos que eles precisam mais deles mesmos que dos pais. Eles se sentem pressionados por si mesmo a andar com as próprias pernas, a adquirir liberdade financeira, a se desprender de quem os gerou, a criar asas e voar. O amor não acaba, o carinho, o respeito, não acabam, apenas o ciclo muda seu rumo, a gente vai ao encontro do que nos espera. A gente fica livre para ser quem somos, para tombar, cair, levantar, cambalear, tropeçar e acertar. Às vezes a gente dá dois passos para frente e um pra trás. Outras vezes andamos na contramão do politicamente correto pelos pais. Os pais precisam aprender a respeitar nossas escolhas, nossas mancadas, nossos erros. Precisamos cair e levantar, precisamos fortalecer os ossos, o corpo, o espírito. Precisamos deixar de ser bichos primitivos. Não falo só de pais não, falo de amores, de cônjuge, de pessoas envolvidas de amor, mas que inconscientes cerceiam a liberdade de mim mesma.

Inserida por Arcise

Os pais são os mordomos de Deus para criar, cuidar, proteger e educar os seus filhos.

Inserida por furusho