Declaração de Amor para Namorada

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Eu te amo mais do que o amor pode amar!!!!

O amor não é um sentimento, é uma decisão.

Amor não se divide. Entenda, não quero nada pela metade. Você diz que seu amor é inteiro, quando na verdade, nem você é completo. Não fale de futuro, em alguns dias, você não estará no meu. Não me fale em tentativas, você nunca soube no que exatamente estava insistindo. Não me fale em dor, você nunca saiu do seu porto seguro. Não me fale em mentiras, quando cada palavra sua está se transformando em dúvida. Não me fale em respostas, quando tudo que você pode oferecer é silêncio. Não fale nada, ofereça o de sempre, dessa vez eu aceito.

Um amor à distância!
Você me falou que não podia ser feliz namorando alguém de tão longe.
Explicou que jamais seria feliz comigo, pois não podíamos nos abraçar quando a saudade apertasse, nos beijar quando a solidão chegasse ou nos mimar em uma noite fria de inverno. Mas sabe o que mais doeu? Ouvir você dizer que apesar de tudo me amava, mas não bastava amor quando existia distância.
Eu já não tinha certeza desse amor que você dizia sentir. Realmente, é complicado conviver sem beijos, abraços, olhares, mimos... Mas estamos falando de amor, não de paixão. Se por amor no altar juramos: "até que a morte nos separe" o que são quilômetros perto disso?
Loucura não é largar tudo por um amor a distância, loucura maior é trocar alguém que te ama, mesmo que de longe, por pessoas próximas que tão somente te desejam.
Hoje você tem outro alguém ao seu lado e eu te pergunto: valeu a pena? É irônico te ver com alguém apenas por medo de ficar sozinha. Eu sou diferente de ti, mas não nego que também me sinto carente, a única coisa que nos difere é que outra pessoa que não seja você, não me serve. Outros braços não são tão aconchegantes, outros beijos não me saciam tão bem. Se não for você, não me basta.

Era uma vez um menino que amava demais. Amava tanto, mas tanto, que o amor nem cabia dentro dele. Saía pelos olhos, brilhando, pela boca, cantando, pelas pernas, tremendo, pelas mãos, suando. (Só pelo umbigo é que não saía: o nó ali é tão bem dado que nunca houve um só que tenha soltado).
O menino sabia que o único jeito de resolver a questão era dando o amor à menina que amava. Mas como saber o que ela achava dele? Na classe, tinha mais quinze meninos. Na escola, trezentos. No mundo, vai saber, uns dois bilhões? Como é que ia acontecer de a menina se apaixonar justo por ele, que tinha se apaixonado por ela?
O menino tentou trancar o amor numa mala, mas não tinha como: nem sentando em cima o zíper fechava. Resolveu então congelar, mas era tão quente, o amor, que fundiu o freezer, queimou a tomada, derrubou a energia do prédio, do quarteirão e logo o menino saiu andando pela cidade escura -- só ele brilhando nas ruas, deixando pegadas de Star Fix por onde pisava.
O que é que eu faço? -- perguntou ao prefeito, ao amigo, ao doutor e a um pessoalzinho que passava a vida sentado em frente ao posto de gasolina. Fala pra ela! -- diziam todos, sem pensar duas vezes, mas ele não tinha coragem. E se ela não o amasse? E se não aceitasse todo o amor que ele tinha pra dar? Ele ia murchar que nem uva passa, explodir como bexiga e chorar até 31 de dezembro de 2978.
Tomou então a decisão: iria atirar seu amor ao mar. Um polvo que se agarrasse a ele -- se tem oito braços para os abraços, por que não quatro corações, para as suas paixões? Ele é que não dava conta, era só um menino, com apenas duas mãos e o maior sentimento do mundo.
Foi até a beira da praia e, sem pensar duas vezes, jogou. O que o menino não sabia era que seu amor era maior do que o mar. E o amor do menino fez o oceano evaporar. Ele chorou, chorou e chorou, pela morte do mar e de seu grande amor.
Até que sentiu uma gota na ponta do nariz. Depois outra, na orelha e mais outra, no dedão do pé. Era o mar, misturado ao amor do menino, que chovia do Saara à Belém, de Meca à Jerusalém. Choveu tanto que acabou molhando a menina que o menino amava. E assim que a água tocou sua língua, ela saiu correndo para a praia, pois já fazia meses que sentia o mesmo gosto, o gosto de um amor tão grande, mas tão grande, que já nem cabia dentro dela.

Assim como o céu
o nosso amor nunca terá um fim!
E por mais que a distância
insista em nos separar,
ela jamais prevalecerá!

Esperar por um amor não correspondido pode trazer frustração.

O amor, quando é amor...
A chuva não molha
O vento não leva
O tempo não apaga
A distância não o destrói e, sim, aumenta imensamente a vontade de mais e mais amar, pois quem ama sente saudade.

Querido Deus... Cuida de mim. Enche a minha vida do seu, amor, do seu perdão, da sua paz. Que eu possa reconhecer o seu toque, sentir o seu abraço e ouvir a sua voz me dizendo "não temas, Eu sou contigo".

E o amor sempre prevalece, vence todos os obstáculos e aumenta a cada nova dificuldade encontrada pelo caminho.

Quem se apaixona por si mesmo não sofre por amor não correspondido.

Que Amor Fez sem Remédio, o Tempo, os Fados?

Depois de tantos dias mal gastados,
Depois de tantas noites mal dormidas,
Depois de tantas lágrimas vertidas,
Tantos suspiros vãos vãmente dados,

Como não sois vós já desenganados,
Desejos, que de cousas esquecidas
Quereis remediar mortais feridas,
Que amor fez sem remédio, o tempo, os Fados?

Se não tivéreis já longa exp'riência
Das sem-razões de Amor a quem servistes,
Fraqueza fora em vós a resistência.

Mas pois por vosso mal seus males vistes,
Que o tempo não curou, nem larga ausência,
Qual bem dele esperais, desejos tristes?

A nossa história de amor vai ter final feliz.

Mc Daleste

Nota: Trecho da música "Em Teu Olhar".

Perder alguém por morte é melhor que pela deslealdade... a morte leva o corpo e deixa amor, admiração e saudade. A deslealdade deixa mágoa, tristeza e decepção.

Eu não acredito mais em amor romântico, eu acredito em respeito e amizade; amor romântico traz sofrimento e sempre acaba.

O amor não é bom em si mesmo: é bom enquanto virtude e ruim enquanto vício.

A noite é dos poetas
das putas
e dos que
morrem de amor.

Eu sei que amor é um grito no vazio e o esquecimento é inevitável.

O amor que tu me deste
Era falso e se borrou,
A farsa que tu eras
Aos poucos se acabou.

Seu amor foi o câncer da minha vida.
Enquanto eu morria, você me entorpecia.
Com juras de amor e a promessa de felicidade um dia.
Nisso tudo me distraía, enquanto seu amor me destruía.
Iludido com uma paixão que na verdade me consumia.

Diferente do poeta que já dizia um dia.
Seu amor é como fogo que me queima em agonia.
Uma ferida que se abriu, e agora todos podem ver.
E vivo descontente em não consigo me conter.
Pois essa dor que sinto agora, não sei quando deixará de doer.

Maldito seja o dia que eu me apaixonei por você.
Noites perdidas em conflitos que já mais vou resolver.
São problemas que eu dia eu hei de esquecer.
Você estará no meu passado até o dia em que eu morrer.