Declaração de Amor para Casados

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O Ultimo Adeus



Quanto tempo demora-se
Para esquecer um amor?
Quanto pranto, sangue
Dor lancinante e, no entanto
Ainda em meu ser é uma constante
Olho pros céus e imploro a Deus
Quanto tempo ainda terei que esperar
Depois do nosso ultimo adeus?
Pra que este sentimento enfraqueça
E enfim esmoreça frente aos olhos meus?
Neste desespero minha ultima atitude
É algo bem mais rude
Do que o exaspero das reações
Em função de tantas sofreguidões
Deposito agora o livro dos nossos versos
Que outrora construíram nossos universos
Emolduraram as nossas vidas
Deixando-as tão coloridas
Em uma cova distante e fria
E escrevo sobre a lápide sombria

“Aqui jaz todo meu imenso amor
E toda a nossa poesia.”.

Crônica do amor
Se amavam, mas moravam distantes.
Um se declarava ao outro e se davam bem, mas o egoísmo os distanciavam cada vez mais.
Um dia se encontraram e viveram momentos mágicos e intensos, depois cada um foi pro seu canto, daí nassceu o dilema do amor. Como viver esse relacionamento com tanas indiferenças entre eles?
Não viveram, só brigaram, só se distanciaram.
E assim o amor deu lugar ao acaso, e marcaram encontros nunca concretizados, com o tempo o amor se defez e só a incerteza falava mais alto.
E hoje foi a gota, por ironia ou capricho do destino todo amor que se tinham fora posto a prova, mass como assim? Penso eu que tenha sido desta maneira, ele tem o dom do orgulho e ela a artimanha de subestimar, dois lados postos de uma mesma moeda, mas o amor não é uma moeda de troca e nem um troféu no plano terreno, o amor é um estado, um sentimento completo, indivisível, limpo, transcedente e humilde, assim escrevi a crônica do amor não correspondido, a história daria um livro, mas pelo fato de não ter frutificado ficou nessa pequena crônica.
Ela vai me matar quando ler nossa história resumidas numa mísera crônica de um poeta escritor que nem é um e nem outro, mas como dizem quem escreve é escritor, mas não autor porque autor talvez nunca seje, pra isso é preciso publicar, assim se encerra a crônica mais sem sentido ue se possa escrever.

César Ribeiro

Amor que é verdadeiro,
jamais será esquecido,
ficará apenas escondido,
na lembrança do primeiro beijo,
sentido com o coração,
na paixão de um desejo.

in ''Preces do amor verdadeiro''

Eu quero crer
No amor numa boa
Que isso valha
Pra qualquer pessoa
Que realizar, a força
Que tem uma paixão.....

Só queria seu amor, seu carinho e um pouquinho da sua atenção. Mas você achou que eu estava pedindo demais.

Amor de mãe!

Amor que não tem explicação,
amor que não tem preço,
não tem obrigação,
um amor que só quem sente entende,
amor verdadeiro, único e eterno...

Narcisista e egoísta:

Se eu um dia, não ti querer mais,
e nosso amor chegar ao fim...
é porque não sei viver sem mim.

"O amor acaba não quando as discussões começam, mas quando o silêncio se torna um estranho constrangedor sentado no sofá entre os dois."

"Se a vida é o tecido e o amor é a linha, o tempo é a agulha que costura tudo. Não espere o fim do carretel para dar o primeiro ponto; a única costura que segura a alma é feita no agora."

"A arquitetura da vida se sustenta no amor, mas a decoração é feita de momentos. Não deixe as paredes despidas esperando pelo amanhã."

Eu Tú Nós Já era amor Antes de ser
Em cada olhar Em cada ausência
Há uma dor E o temor de perder,
Que,
Sobre a luz Dos raios e trovões
Num Danúbio azul Navegar em celtino
Pra que eu volte atento




E compreenda que
Contornou-se os seus revezes Dantes outrora.

E Deus, com seu infinito amor, sempre nos dá uma prova de que é preciso acreditar sempre. Ele sempre nos mostra que é bem maior que todas as impossibilidades.

"Põe amor nas tuas mãos, e leva-o em cada ação. E coisas lindas virão."

Inevitável não sentir que o gostinho bom de dar amor é tão saboroso quanto recebê-lo."

Posso afirmar que:
Jamais imaginei magoar alguém. No amor ou numa conquista, nunca em hipótese alguma sou falsa.
E quando sou injusta, logo procuro voltar atrás e me desculpar.

Esse amor é como o mar,
me envolve, me fascina, me inspira,
mas não mata a minha sede.

Só se vence o ódio ou a indiferença com o poder da invenção do amor em dar inesperadamente muito mais do que foi perdido.

Amor da palavra, amor do corpo


A nudez da palavra que te despe.
Que treme, esquiva.
Com os olhos dela te quero ver,
que não te vejo.
Boca na boca através de que boca
posso eu abrir-te e ver-te?
É meu receio que escreve e não o gosto
do sol de ver-te?
Todo o espaço dou ao espelho vivo
e do vazio te escuto.
Silêncio de vertigem, pausa, côncavo
de onde nasces, morres, brilhas, branca?
És palavra ou és corpo unido em nada?
É de mim que nasces ou do mundo solta?
Amorosa confusão, te perco e te acho,
à beira de nasceres tua boca toco
e o beijo é já perder-te.

Porque é isso: o amor, primeiro, é toque na pele arrepiada de encanto que reveste a alma. Depois, sopra o seu arrepio pra pele encantada que reveste o corpo. Então, acontece o milagre do corpo e da alma se encontrarem, se abraçarem, e se misturarem num encanto só.

O amor é forte como a morte.

Cânticos 8:6