Declaração de Amor Fofa

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⁠O Fim Silencioso do Amor

O amor não termina com gritos ou despedidas dramáticas. Ele se desfaz no silêncio, nos gestos repetidos que já não emocionam. Acaba quando você percebe que o outro se tornou um roteiro previsível, um ciclo exaustivo onde cada ação já tem um desfecho conhecido.

Você sabe quando ele vai se calar, em qual ponto irá fugir, mergulhando no vácuo de silêncio para, mais tarde, retornar como se nada tivesse acontecido. E é nesse padrão que a esperança morre, sufocada pela certeza de que nada vai mudar.

Então começa o processo mais cruel: sentir falta de si mesma. Lembrar que já foi mais feliz, que seu coração já bateu forte por motivos simples. Agora, a presença que deveria ser companhia se tornou peso, roubando seu tempo e sua essência.

Você se vê sugada por uma monotonia que apaga o encanto das palavras e silencia o diálogo. O ânimo escapa, e o amor, antes vibrante, agora se dissolve em indiferença.

Talvez o amor acabe assim: não com um ato final, mas com a ausência de surpresa, quando você entende que a vida é curta demais para amar apenas por hábito.

⁠Quando o Amor Silencia

O amor não grita quando se vai,
desvanece em passos sutis,
se esconde na rotina que dói,
nos gestos que já não são gentis.

É o toque que não arrepia,
o olhar que desvia ao passar,
palavras que caem vazias,
silêncios que vêm pra ficar.

Previsíveis são os caminhos,
sempre iguais, sem emoção,
corações viram vizinhos
num mesmo corpo em solidão.

Então, sinto falta de mim,
da alegria que já foi morada,
do brilho que chegou ao fim,
dessa presença cansada.

Prefiro partir e me encontrar,
ser leve, ser meu próprio sol,
pois o amor que faz morar
não vive preso em lençol.

⁠Onde a admiração desfalece, onde o respeito silencia, o amor não respira. Parta antes que reste apenas a sombra do que foi.

⁠Onde o Amor Não Sobrevive

O amor não sobrevive onde a admiração se desfaz. Onde o olhar já não brilha ao encontrar o outro, onde as palavras perdem o calor e se tornam apenas ruído de fundo. Sem admiração, o que antes era encanto vira hábito, e o hábito, com o tempo, se torna indiferença.

O amor não resiste onde a consideração se esvai. Quando a presença do outro se torna um detalhe, quando as dores não são escutadas e as alegrias não são celebradas. Onde não há consideração, o amor é deixado de lado, esquecido como um livro não lido, pegando poeira na estante do tempo.

O amor se apaga onde o carinho se torna escasso. Porque o amor não vive apenas de grandes gestos, mas dos pequenos toques, do cuidado que se expressa nos detalhes do dia a dia. Se o carinho se torna raro, o amor se sente sozinho, frio, e acaba encolhendo até desaparecer.

E, por fim, o amor morre onde o respeito é quebrado. Onde as palavras machucam mais do que acolhem, onde os limites não são respeitados, onde a presença se torna um fardo. Sem respeito, o amor deixa de ser refúgio e passa a ser exílio.

Por isso, se perceber que tudo isso se perdeu, não insista. Esqueça, silencie, saia. Não por orgulho, mas por amor a si mesma. Pois o amor que precisa implorar para existir já não é amor, é apenas lembrança. E você merece mais do que sobras.

Vá onde seu amor possa florescer. Fique onde ele possa respirar.

Às vezes, não é falta de amor, é falta de fôlego.
De vontade de responder, de sorrir, de fingir que está tudo bem.
É cansaço de corresponder, de se explicar, de esconder o óbvio — que por dentro, o silêncio grita.
As notificações se acumulam, mas o desejo é de desaparecer.
Não por indiferença, mas por não saber mais como existir para tantos, quando mal consigo existir pra mim.
Não sou de muitos contatos, embora haja muitos que me amem.
Só não sei, agora, como retribuir.
E talvez isso precise ser entendido como amor também.

O Amor agita meu espírito
como se fosse um vendaval
a desabar sobre os carvalhos.

Amor Romântico e Amor Genuíno – Jetsunma Tenzin Palmo

O problema é que nós sempre confundimos a idéia de amor com apego.
Nós imaginamos que o apego e o agarramento que temos em nossas relações, demonstram que amamos, quando na verdade, é só apego que nos causa dor. Porque quanto mais nos agarramos, mais temos medo de perder. E então se nós, de fato, perdermos, vamos sofrer.
O que quero dizer é que o amor genuíno é...
Bem, o apego diz: “Eu te amo, por isso eu quero que você me faça feliz.”
E o amor genuíno diz: “Eu te amo, por isso quero que você seja feliz. Se isso me incluir, ótimo! Se não me incluir, eu só quero a sua felicidade.”
É portanto um sentimento bem diferente.
Sabe, o apego é como segurar com bastante força. Mas o amor genuíno é como segurar com muita gentileza, nutrindo, mas deixando que as coisas fluam. Não é ficar preso com força. Quanto mais agarramos o outro com força, mais nós sofreremos.
Porém é muito difícil para as pessoas entenderem isso, porque elas pensam que quanto mais elas se agarram a alguém, mais isso demonstra que elas se importam com o outro.
Mas não é isso.
Elas realmente estão apenas tentando prender algo porque elas têm medo de que se não for assim, elas é que acabarão se ferindo.
Qualquer tipo de relacionamento no qual imaginamos que poderemos ser preenchidos pelo outro será certamente muito complicado.
Quero dizer que idealmente, as pessoas deveriam se unir já se sentindo preenchidas por si mesmas e ficarem juntas apenas para apreciar isso no outro, em vez de esperar que o outro supra essa sensação de bem estar que elas não têm sozinhas.
E isso gera muitos problemas.
E isso junto com toda a projeção que vem do romance, em que projetamos nossas idéias, ideais, desejos e fantasias românticas sobre o outro, algo que ele nunca será capaz de corresponder.
Assim que começamos a conhecê-lo, reconhecemos que o outro não é o príncipe encantado ou a Cinderela. É apenas uma pessoa comum, também lutando.
E a menos que sejamos capazes de enxergá-las, de gostar delas, e de sentir desejo por elas e também ter bondade amorosa e compaixão, será um relacionamento muito difícil.

Não me importa se não podemos nos querer, se temos um amor proibido ou se é pecado o desejo carnal. Só me interessa saber se me queres, se me desejas em um querer selvagem que desatina a nossa razão! Não mais quero me esconder e, sim, quero você iluminando a minha noite e o meu caminho, mas deixe eu habitá-la. Ah, vivamos a promessa de sermos tão jovens e façamos tudo o que acham que não podemos.

"Eu quero o bem.
Eu quero mais amor, mais solidariedade, mais amizades, mais futebol na chuva, mais amigos verdadeiros, mais momentos em família, mais churrascos, mais diversão, mais loucuras, mais fé, mais alegrias, mais músicas.
Eu quero a felicidade verdadeira, eu quero a paz.
Eu quero encontrar na simplicidade a alegria de estar vivo. Eu quero ser feliz pelas coisas simples.
Eu quero mais, muito mais.
Eu quero estar de chinelo contando histórias com meus amigos, eu quero boas lembranças, eu quero calma.
Eu quero explodir a vida em felicidade e amor, fechar os olhos e abrir os braços em eterna dança no ritmo da amizade."

O que fazer para mudar o mundo? Amar. O amor pode, sim, vencer o egoísmo.

⁠Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo é o meu amor...

Tribalistas

Nota: Trecho da canção Velha Infância.

Fez

Me conquistou sem querer e sem saber,fazendo meu coração bombear amor ao inves de sangue,fazendo-me respirar teu cheiro em vez de ar,fazendo firmar-me nao sobre o chão mas sobre o desejo de te ter,tomando assim minha vida como tua.

“……NA VIDA TUDO É UM JOGO. PERDE OU GANHA. ATÉ NO AMOR. MÃE PRA FILHA, MARIDO PRA MULHER, TUDO É INTERESSE: SE EU NÃO TE DOU VOCÊ TAMBÉM NÃO ME DÁ……"

Era uma vez
Era uma vez amizade,
que virou afeto,
que virou carinho,
e depois amor.
Era uma vez o amor,
que virou distância,
que virou dor, raiva
e depois ódio.

Era uma vez ódio,
que virou indiferença,
que virou esquecimento,
e que me virou,
e nesse avesso,
virou a esperança
de nascer um dia
novos sentimentos.

Estou cansada dessa gente que diz que as mulheres são feitas para o amor, cansada mas também solitária. Sinto-me sozinha.

Quando o coração apertar, lembre-se de que sempre há amor em mim e que posso dividi-lo com você.

Fred Elboni
Meu Universo Particular

Amor e verdade são fontes de vida, são a vida. E uma vida sem amor não é vida

TIPOS DE AMOR
Amor doce, amor fundo,
Amor do tamanho do mundo
Amor profundo.
Amor que aumenta a cada segundo.
Amor gostoso
Amor perigoso
Amor que só você é eu conhecemos
Amor de alma
Amor que intimamente acalma
Amor das estações
Amor vibrante de emoções;
Amor que diz,
Amor que cala,
Amor que vira o mundo e nunca acaba
Amor inimigo do tempo
que só o pensamento afaga
Amor do dia
Amor da noite
Amor que insiste, não desiste e persiste...
Amor sem conceito,
Amor sem preceitos
Amor sem preconceito.
Amor que implora:
Te quero agora!
Sois, amor, o que te alimenta
E não tenho outra razão para existir
Completa-me, preencha-me
Seja o que ninguém jamais será
Faça o que ninguém jamais fará
Sejas amor, para sempre
ETERNO!

Pelo dia que chega...
Pelas novas oportunidades que virão.
Pela chance de dar e receber amor.
Pelos que chegam sorrindo.
Pelo jeito simples de ver a vida.
Pela leveza na alma.
Pelo poder de escolha.
Pelas lições que auxiliam.
Por todo o bem que me cerca.
Pela proteção do alto.

Gratidão!

Rita Maidana

Só quero que acredite no meu amor... E me ame como te amo!
Não permita que eu morra de Saudades!