Declaração de Amor
O meu medo não é pela multidão
Mas entrar pela solidão;
Não entendo o amor próprio meu
Amo minha esquisitice e espanto-me
Quando nem sei quem sou;
A palavra “Eu te amo” nunca é dita com verdades
E as verdadeiras nunca são expressas
Mas sim demonstradas;
Quando transformam sinceridade em hipocrisia
Verdades em mentiras, um eu te amo sem validade
Inocência atrevida;
Eu me acho um romântico perdido da história que já passou
Ignorado pelos ímpios maltratado pelo amor...
Pelo amor que não desperta da prisão que não fora aberta
Mas da forma como eu amo choro a perda da minha bela...
Bela de mim que nem sei pra onde foi
Se escondeu com todo medo ou sentimento que se impôs;
O que serás de mim menina da minha vida
Como um brinquedo eu sou ignorado dramátizando o que não fui ainda;
Não quero um amor faz de contas, não irei me conformar com um relacionamento passivo... Quero um amor selvagem daqueles que se faz quase impossível;
Te amo mulher, como amo o meu coração;
Te amo irmã, como amo sonhar um sonho bom;
Te amo menina, como amo viver a vida;
Te amo cleozinha, como amo uma noite linda;
