Decisões
"Independentemente do caminho que decidimos percorrer, todas as nossas escolhas implicam em alguma renúncia.
Por mais difícil que seja, às vezes precisamos deixar para trás algo que julgamos importante, para obtermos aquilo que é essencial e indispensável mais adiante."
- Flávia Filgueiras
O conhecimento nos leva a caminhos inexplorados, ampliando nossas perspectivas e abrindo novos horizontes. Quando buscamos conhecimento, estamos constantemente expandindo nossos limites e desafiando o status quo.
O conhecimento nos leva a caminhos de descoberta, nos permitindo explorar diferentes áreas do saber e compreender o mundo de maneiras mais profundas. À medida que adquirimos conhecimentos em diversas disciplinas, podemos estabelecer conexões entre elas, identificar padrões e obter insights únicos. Essas conexões transdisciplinares nos capacitam a abordar problemas complexos com uma visão mais abrangente e criativa.
Além disso, o conhecimento nos capacita a tomar decisões difíceis. Quanto mais adquirimos conhecimento, mais ferramentas e recursos à nossa disposição para avaliar situações, analisar dados e fazer escolhas fundamentadas. O conhecimento nos capacita a serem sujeitos ativos em nossas vidas, permitindo-nos tomar decisões que estejam alinhadas com nossos valores, objetivos e visão de mundo.
Nos desafios, descobri minha resiliência. Na solitude, encontrei minha verdadeira essência. Na encruzilhada da existência, vislumbrei um universo de potenciais. Será que a vida será vivida com pesares, ciente de que não posso abraçar todas as alternativas? E que o desfecho do não escolhido permanecerá eternamente obscuro?
A liberdade interior, que vem da liberação de medos e limitações, muitas vezes está intrinsecamente ligada à nossa capacidade de tomar decisões deliberadas e viver com clareza e confiança. A liberdade é um valor essencial na busca por uma vida plena e significativa.
Todos os dias.
“Todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou [...]” – Tempo Perdido, Legião Urbana.
De maneira deveras breve e antecipada, observamos que o tempo está se esvaindo, ou passando, como preferir... de maneira rápida. Muitas vezes nos questionamos se estamos vivendo da maneira “correta”, de acordo com a sociedade ou como o nosso coração manda, desta forma nos encontramos em um grande dilema, viver para nós ou para as expectativas das pessoas?
Há algum tempo vivíamos em meio ao caos em larga escala, que foi instaurado pela pandemia e agravado pelas crises sociopolíticas espalhadas pelo globo, e em quanto tempo isso ocorreu? Em menos de quatro meses já estávamos no “fogo cruzado” nos fazendo a seguinte pergunta: onde isso vai parar? E hoje, ainda estamos com os mesmos problemas, com as mesmas situações, todavia não estamos lidando com as adversidades externas, mas com as profundezas do nosso próprio ser.
As pessoas e os problemas que nos cercam, muito apontam para nós e tentam nos direcionar para algo, porém, ao mesmo tempo o nosso coração e a nossa alma “gritam” pelas nossas próprias vontades, que muitas vezes são contrariadas. Acabamos vivendo para os outros e esquecendo do nosso próprio ser. Segundo Sartre, fomos condenados a ser livres, mas, ainda estamos nessa “audiência” lutando contra o “júri” que propõe o contrário, viver de acordo com o que terceiros acham.
No trecho, “Todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou [...]”, apesar de ser uma música, de certa forma, romântica, explicita ao público que o tempo está passando rápido e está se perdendo de maneira constante e intensa, e quando menos percebemos, “nada” vivemos. E o que isso tem a ver com as nossas vontades diante o direcionamento de terceiros? Tudo.
O tempo passa e se perde no cosmos do universo e quando nos deparamos com esse fato, nos contestamos de maneira ineficaz. Temos “flashbacks” de nossas escolhas e ações, e acabamos percebendo que quase sempre, vivemos para os outros e não para nós. Sempre estando frustrados e ansiosos, mas nunca iniciando a mudança.
Devemos rebuscar a nossa própria natureza e viver os nossos sonhos, nossas metas e a própria trajetória, que ouçamos as dicas e os conselhos, mas que não os levemos como escolhas que poderão nos frustrar por ir contra os nossos ideais e planos. O politicamente e moralmente correto já se foi há muito tempo, que vivamos o hoje de acordo com nossas próprias vontades ideais, princípios e conceitos, pois somente nós enfrentaremos e sentiremos na pele com os resultados.
“ A nossa própria vontade nos levará a destinos incomparáveis”
- Flavio Rocha.
Existem seres que, ao percorrerem o labirinto da existência, amontoam dentro de si os resquícios sombrios do passado, conhecidos como arrependimentos. Em contrapartida, existem almas que, no vácuo de suas experiências, permanecem eternamente alheias à angustiante melodia do remorso, pois nunca se aventuraram na dança da vida.
O VALOR DA PAZ INTERIOR
"Depois de tomar uma grande decisão, uma pessoa me perguntou: 'Você está feliz?' Respondi: 'Feliz não, em paz sim!' Aprendi que existe uma sutil diferença entre elas. E você só vai entender quando estiver diante de dilemas que podem mudar o rumo de tudo.
A felicidade muitas vezes é efêmera, um lampejo de alegria que pode se dissipar com a menor brisa de incerteza. No entanto, a paz, ah, a paz é como uma âncora que mantém nossa alma firme, mesmo em meio às tempestades da vida.
Quando tomamos decisões significativas, elas podem gerar turbulência emocional. Mas, se essas decisões estiverem alinhadas com o que nosso coração verdadeiramente anseia, a paz interior se instala. É uma calma profunda que vem da certeza de estar no caminho certo, mesmo que seja desafiador.
Assim, ao enfrentar os dilemas que podem alterar o curso de nossas vidas, é vital ouvir a voz interior, aquele sussurro suave que nos guia na direção que realmente importa. Afinal, a felicidade pode ser fugaz, mas a paz é duradoura. Portanto, ouça seu coração, pois nele reside a bússola para a verdadeira tranquilidade."
"Quando nos deparamos com esses momentos cruciais, é fundamental entender que a decisão que tomamos não deve ser ditada por pressões externas, expectativas sociais ou o que os outros pensam que é melhor para nós. Em vez disso, a resposta está dentro de nós, naquilo que nos faz sentir em equilíbrio.
Lembrando da pergunta que me fizeram: 'Você está feliz?' Minha resposta foi 'Feliz não, em paz sim!' porque naquele momento eu estava ciente de que a felicidade pode ser momentânea e dependente das circunstâncias, enquanto a paz é uma escolha interior, uma postura diante da vida. Uma necessidade!
A vida é repleta de encruzilhadas, momentos em que nossas escolhas moldam nosso destino. E é exatamente nesses momentos que a voz do coração se torna mais clara e valiosa. Não importa o que os outros digam, o que importa é o que você sente que é certo para você.
Portanto, lembre-se, ao enfrentar dilemas que podem mudar o rumo de tudo, ouça seu coração com atenção. Ele é a bússola que o guiará na busca da verdadeira paz, mesmo que a felicidade, por vezes, permaneça um objetivo em movimento.
Nas decisões que tomamos com sinceridade, encontramos a serenidade que transcende os altos e baixos da vida, e é nesse estado de paz interior que verdadeiramente prosperamos e encontramos alegria duradoura."
Às vezes quem combate os monstros tem que usar as mesmas armas , pode-se dizer que precisaram virar um, mas se tiver critério ético, às escolhas morais deverão ponderar até onde a linha tênue os separa .
-Mas o que separa um do outro?
-A linha tênue da ética e das escolhas morais.
Um Eclipse Solar é como uma mulher amamentando no restaurante, é de graça, é lindo, mas você não deve olhar de jeito nenhum.
"Somos livres para escolher, mas não para escapar das consequências das nossas escolhas. Cada decisão molda o nosso futuro e nos faz responsáveis pela nossa própria história."
Existe apenas um momento em que não vale a pena se arrepender:
É quando se está no leito de morte e, ao olhar para trás, arrepende-se do que não foi feito para não desagradar aos outros e dos instantes de felicidade que não foram aproveitados.
Quando tudo parece ser difícil e árduo, eu me treinei não apenas para obedecer a Deus, mas para concordar com Suas decisões.
"Você precisará de coragem para usar a bíblia como seu manual de busca da sabedoria. Obedeça-a e conseguirá ser forte e corajoso para tomar suas decisões e entender as decisões de Deus."
A vida consiste em ter ao seu lado aqueles que se ama e por isso, escolher você todos os dias é o meu prazer.
Por incrível que pareça fez com que o meu coração se abrisse, fique com a chave, talvez chegue o dia que queira entrar, assim não precisará bater a porta, porem também pode ter a surpresa de o espaço reservado pra você já esteja ocupado.
Tempo ao Tempo.
Labirintos.
Quantos labirintos a percorrer?
Quantas portas a abrir?
Quantas chaves a escolher?
Quantas vidas a viver?
Ao que se sabe... somente uma.
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