Decisão
"Quando o problema é não saber por onde ir,
a solução é perguntar onde, por que e
para que desejo ir".
Chega um momento em que a exaustão nos alcança, e decidimos abandonar o papel de entretenimento nas situações, optando por uma postura mais séria e genuína em nossa jornada.
Sábio não é aquele que possui várias faculdades, mas sim aquele que toma boas decisões diante dos seus desafios!
A verdadeira liderança não é apenas assumir o comando, mas também assumir a responsabilidade pelos resultados. Não decidir também é uma decisão!
Mesmo que não percebemos em um primeiro momento, tudo está em movimento, mesmo que pareça não estar. E nós fazemos parte de todos os movimentos, e também fazemos parte das mudanças. O mudar a si, é uma escolha e decisão. E não importa o que decidimos, pois a vida segue, sem restrições. A única restrição é o bloqueio que está na nossa mente.
As pessoas, muitas vezes, quedam-se inertes sob o argumento de que esperam por “algum sinal” para a tomada de uma atitude.
Pois bem: a inércia, per si, já é o próprio sinal, desesperado, ofuscante, beirando a mais histérica sirene, avisando que a sua leniência terá um preço extremamente alto. Impagável e irremediável.
Pouco importa, não é? Porque quando você decide algo, não quer ver, não quer ouvir, nem pensar.
Acho incrível quando descubro que a responsabilidade é minha porque sei que mudar ou não é só uma questão de decisão!
O que determina a capacidade de uma pessoa em prosperar e se fazer feliz não é o tanto que ela acerta na vida e sim o tanto que ela decide com rapidez e também corrige rapidamente seus erros!
Existem coisas na nossa vida que, não é só para entender, admirar ou compreender e SIM para se ACEITAR.
Por exemplo: CRISTO
Ailton Nascimento
Recuso-me a aceitar a sentença de que "eu sou o que sou". Eu sou - e ainda assim temporariamente - o que EU DECIDO ser.
Todo mundo tem direito de interromper um convívio por não gostar de uma pessoa e senti-la interferindo no seu emocional. Mas o desistir de alguém se mostra mais sensato quando a razão, e não a emoção, é o que norteia o rompimento, ao se concluir que a natureza irreversivelmente distorcida do outro nada nos acrescenta, tornando a distância a única garantia de preservação do bem maior, que é a nossa paz.
É mais fácil esquecer e perdoar um desatino grave - mas pontual e episódico - do que os que se mostram recorrentes, numa alternância entre malfeitos e arrependimentos que minam tudo o que antes fazia valer o relacionamento. Enquanto os primeiros o tempo naturalmente se incumbe de apagar, seu transcurso nestes últimos só reforça a certeza de que a única forma de ter a paz de volta é o distanciamento do foco gerador de maneira inadiável, decisiva e irreversível. Como já alertava Oscar Wilde, são os pequenos atos de cada dia que fazem ou desfazem o caráter.
Toda escolha implica numa renúncia, como na bifurcação em que o caminho escolhido nos cobra abandonar o outro. Escolher a paz, por exemplo, pode exigir abrir-se mão de coisas importantes, mas que se fizeram menores ao se mostrarem incompatíveis com ela.
Se você tem medo de chutar o balde quando se vê impedido de continuar crescendo, saiba que esse pontapé pode ser tudo o que precisava para resgatar sua dignidade, lembrá-lo de que tem muitos talentos, insuflar-lhe auto-estima, devolver-lhe a alegria, ampliar-lhe o leque de alternativas e descobrir que só precisava da decisão para retomar o gosto pela vida, transformando-a numa nova sequencia de conquistas.
