De todos os Amores por Mim Vividos Ate hoje

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Uma mulher interesseira vai estar com você até você parar de patrociná-la, e depois vai conseguir outro investidor para continuar vivendo no conforto.

⁠Quanto tempo até que a humanidade admita que a maldade está no ser humano desde de seu nascimento?

As pessoas estão se tornando o que até mesmo o diabo odiaria.

⁠No fundo, todo mundo é meio bosta, até quem não parece ser.

⁠Eu ainda pensarei em você daqui a uma década, um século e até mesmo daqui a uma eternidade, não importa o quanto tempo passe vou manter você guardada em uma pequena parte da minha mente

⁠Somente aqueles que se arriscam a ir longe, sabem até onde podem chegar.

T. S. Eliot
CROSBY, Harry. Transit of Venus: Poems (1931).

Nota: Trecho do prefácio do livro "Transit of Venus: Poems", de Harry Crosby.

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⁠Amor próprio também é sobre colocar limites.

Até nas pessoas que você ama.

Ninguém se separa. As pessoas se abandonam. Essa é a verdade, a verdade verdadeira. O amor pode até ser recíproco, mas o fim do amor não, nunca.

Alan Pauls
O passado. São Paulo: Cosac Naify, 2007.

Eu amo os seus cachos
Do jeito que me encaixo
Querendo ser o teu macho
Se precisar até caso
Te dou o que é preciso
Só pra ver o teu sorriso
Que é lindo igual o paraíso
Nada contra quem tem cabelo liso
Mas em terra de chapinha
Quem tem cachos é rainha⁠.

Sabe até que sofrer por amor é bom, pelo menos a gente sabe que ainda sente.

⁠as vezes você precisa apenas, de um abraço, ou até mesmo de um simples boa noite. Para nós sentirmos melhor, mas infelizmente as vezes nem um boa noite temos pra aliviar um pouco do estresse do seu dia.

⁠Se até a máscara da realeza britânica está caindo, porque alguém que tem a liberdade de ser e não precisa se submeter à pressão social, resolveu não pactuar com a hipocrisia que serve de fachada do castelo para enganar a plebe, por que os meros mortais, súditos da verdade e da realidade, são obrigados a poupar os mascarados reis da camaradagem, que, sorrindo, jogam geral no calabouço da própria vaidade?

Estou até agora esperando você me dar uma resposta. Pretende fazer isso ainda nesse século?

⁠⁠⁠Até que chegue a nossa vez, temos que glorificar a Deus pela bênção do irmão.

⁠Se meu povo morrer na guerra que você trouxe até aqui, morrerão honrados, não envergonhados.

É sempre um passo pra frente e três pra trás, eu sou o amor da sua vida até te deixar bravo.

⁠Eu sou de boa com tudo!!
Fez questão eu faço
Fez esforço eu faço
Aguento até a última gota de água
Mais também quando sai da minha vida, sai de vez!
Até porque quando eu dou uma palavra eu não volto atrás!

Uma cicatriz criada por uma raiva justificada não desaparecerá até que essa raiva passe.

⁠As suas desculpas
podem até convencer as pessoas,
mas não mudam sua história.

⁠A última vez que vi meus pais
Dias de Neblina.

Era novembro de 1998, como fiquei assistindo TV até tarde, acabei dormindo na rede daquela vasta cozinha, estava frio naquela madrugada quando de repente senti um cobertor cair sobre mim, uma mão encaixando o cobertor no meu corpo, e muito mais que aquecer, aquelas mãos davam a certeza de cuidado, carinho e proteção.

Algumas horas depois ouvi o cantar do galo e a algazarra dos animais do sítio, e antes mesmo de amanhecer ouvi o barulho da grosa (objeto usado para ralar guaraná em bastão), enquanto o fogo do fogão a lenha era aceso aquecendo aquela manhã, as vacas já mugiam no curral, ouvi voz de meu pai chamando-as pelo nome para a ordenha, Morena, Jangada, Manteiga, Mimosa, Pretona, Pretinha, Rainha, Estrela…,enfim era cada nome de vaca que vinha da criatividade do meu pai, o mais interessante que ao ser chamada cada uma respondia com um mugido quando o seu nome era gritado, como se estivessem respondendo uma chamada.

Eu ainda deitado e sonolento, comecei a sentir o cheiro delicioso de bolo frito e chá, e os passos de minha mãe na cozinha que já estava preparando tudo pois horas depois já teríamos que ir embora, e ela não admitiria um filho sair de casa sem alimentar-se. Ao me levantar percebi que a manhã estava fria e que todo sítio estava coberto por uma neblina, aos poucos meus irmãos foram acordando e arrumando as malas, era visível no olhar de minha mãe a mistura de uma alegria e tristeza.Nesse momento meu pai já tinha terminado a ordenha e encheu algumas garrafas de leite e colocou em nossas malas, logo em seguida foi colocar o cavalo na charrete para nos levar até o ponto de ônibus que ficava na porteira de entrada do sítio.

- Benção mãe!
- Deus te abençoe, que Deus te guarde e te de muito juízo.
Minha mãe sempre aproveitava esse momento para dar uma alfinetada (risos).Subimos na charrete com meu pai enquanto minha mãe ficava na porta da cozinha nos vendo sair, nessas horas as suas lágrimas desciam como uma cachoeira, ela sempre chorava toda vez que tínhamos que ir embora, à medida que nos afastamos do sítio sua imagem na porta da cozinha embaçava até ao ponto que não era possível mais vê-la. No caminho até a porteira meu pai aproveitava para nos dar conselhos, lembro que nesse dia ele comentou que é tristeter tantos filhos e não ter ninguém tão perto sempre, mas que isso era preciso, pois estudar era necessário.

Ao chegar na porteira já podíamos ouvir o barulho do ônibus chegando e rapidamente nos despedíamos.Ele pegou a charrete e voltou para o sítio e nós ficamos na porteira observando ele se afastar em meio a neblina até no momento em que não era mais possível vê-lo, mas podia se ouvir uma canção antiga que ecoava do meio daquela neblina, minha mãe sempre dizia que ele só cantava aquelas músicas quando estava feliz.

O ônibus passou e viemos embora, essa foi a última vez que vi os meus pais.Já voltei no sítio várias vezes depois disso, e toda manhã com neblina sinto um desejo imenso de procurá-los em meio àquela neblina, mas não consigo ouvir os passos de minha mãe ou tão pouco a cantiga antiga do meu pai.

Ailson Nascimento
31/08/2014 as 03:30