Dança
Tire um sorriso do olhar
Traga seu beijo pra dançar
Hoje a festa é pra nós dois
Pegue roupa nova, se perfume
Batom novo se arrume
Vamos sair para jantar
Vai ter carinho, paixão e atenção
Uma jóia de presente
E um amor no coração
E depois, depois eu nem te conto
Da surpresa vais gostar
Vamos amanhecer à namorar
Eu bem sei que te quero para sempre
Se você também quiser
Vamos ver no que vai dar
Será bonito, enfeitado com seu sim
Nossa noite de amor
Nunca mais vai ter um fim....
“” Se quer dançar
Dance
Se cansar
Descanse
Se quer sair
Saia
Se quiser ficar
Vem e deita aqui no meu colo...””
"" Quando é amor, tudo fica mais fácil, mais bonito, uma simples chuva é motivo para dançar, o esperado beijo, razão para comemorar . Por amor tudo é possível, tudo mesmo, até perdoar...""
No diálogo de nossas almas
corpos e corações
enfim sós
o ritmo sobe
a paixão sustenta
dança perfeita
dentro de nós
na escrita do corpo
desenhos dos lábios
na pele
a sensualidade da vida
na memória
a suavidade da voz...
"" Difícil é resistir ao teu sorriso
quando você chega para dançar
saber da euforia que haverá
no coração
é perfeita conjunção
adorno
normal render-se
maquiar a tensão
deixar que a emoção cumpra seu papel
deixando na areia o rastro do sim
ah!! se todo amor fosse perfeito....
"" Baila aqui dentro a leveza da vida
como se por fora fossemos tons
dança pelo mundo o tic tac do tempo
seguimos em frente
são os nossos sonhos
no amanhã...
" Intimidade é olhar nos olhos e sorrir
deixar a alma fluir, dançar ao vento
curtir o momento especial
e ter o prazer de receber e dar prazer
intima idade é confiar no futuro
aceitar o presente
intimidade e passar as mãos nos cabelos
e pensando um pouco de bobagem dizer
hoje você não me escapa....
" Sigo cantando
feito louco, dançando na chuva
cada vez mais, sem medo de ser feliz
o segredo?
a vida revela quando diz
aproveita menino
tudo está perto do fim...
" Rasgar o tempo, a dor, a saudade
rasgar o verbo, gritar, dançar
rasgar o papel, onde o amor falsamente foi sacramentado
rasgar o passado, desvendar outros futuros
rasgar o que tiver que rasgar
mas remendar-se, jamais...
Um destino comum
um ar de sempre e tanto
festa que teve brilho e dança ao luar
espumantes e meias verdades
palavrões e despedidas
a relação foi completa...
Já é madrugada
tudo está tão calmo
apenas ao longe, um cachorro dá sinais de vida
as folhas dançam ao sabor do vento
e a noite aos poucos, se entrega para o amanhecer
todos dormem, apenas algumas luzes permanecem acesas
e o sono de muitos ainda não vem...
[Verso] Parceria forte, ritmo que não pare, No baile, dança, vai até de madrugada. Eles riem de distância, enrolados e disparatados, Troço engraçado, risada que não sara. [Verso 2] Nessa festa louca, meu tempo arrasando, Distancia virou piada, ambos gargalhando. Malandros sertanejos, rap no embalo, A cada passo, nossa dança causa surto. [Refrão] Parceria forte, juntos no compasso, Dançando até o chão, não tem cansaço. A distância é ficção, só dá risada, Com eles no rolê, é só parada. [Verso 3] Chegamos ferozes, estilo sem igual, Dança é vida, movimento brutal. Racham na distância, emoção sem muralha, No salão, parceria, ninguém atrapalha. [Bridge] Jogo de corpo, energia esvoaçante, Distância virando piada, todo mundo dançando. No rap e na ginga, somos uma nação, Parceria forte, vivas as multidões. [Refrão] Parceria forte, juntos no compasso, Dançando até o chão, não tem cansaço. A distância é ficção, só dá risada, Com eles no rolê, é só parada.
O Circo das Almas Desfiadas
Entre cortinas de sonhos rasgados,
Dançam palhaços, desalmados,
Com lágrimas de prata e pés no abismo,
Cada passo é um cisma, um paradoxo no ritmo.
O trapezista voa e se esquece do chão,
Enquanto a plateia aplaude a sua própria ilusão,
E o mágico, velho e sábio, só ri,
Porque sabe que a fuga também é um fim.
Ôô, quem dança no fio da lâmina fria?
São almas desfiadas na melodia,
O palco é um espelho, o show nunca para,
E a vida? Só uma luva de cara pintada!
O equilibrista bebe o vinho da vertigem,
Enquanto o domador dorme com seus leões de estimação,
A bailarina gira num compasso de eternidade,
Seu tutu é feito de tinta e saudade.
E o coringa, ah, o coringa!
Faz piada da própria sina,
Entre cartas marcadas e risadas falsas,
Ele é rei, é peão, é a própria casa.
Ôô, quem dança no fio da lâmina fria?
São almas desfiadas na melodia,
O palco é um espelho, o show nunca para,
E a vida? Só uma luva de cara pintada!
Quando as luzes se apagam e o pó vira poema,
Restam os versos, o eco de uma arena,
E quem ouvir seu próprio riso no escuro,
Saberá que o truque sempre foi o mundo, puro.
Despertar da Almas
Despertei no suspiro do tempo,
No silêncio que dança no vento.
A razão se calou num momento,
E o amor se fez meu fundamento.
Vi verdades guardadas na pele,
Como cartas que a vida revela.
Cada lágrima antiga é pincel,
Desenhando a alma mais bela.
É no caos que a alma acorda,
Feito flor que rompe a borda.
Não se ensina, não se força,
Ela vem, quando a dor se entorta.
Despertar é renascer do nada,
Com o peito em paz e a mente alada.
Já fui sombra, já fui tempestade,
Hoje abraço a minha verdade.
Caminhando com leve vontade,
Sou poema em plena liberdade.
As correntes viraram canções,
Os espinhos, sutis orações.
Cada queda, um degrau no caminho,
Cada dor, um abraço sozinho.
É no caos que a alma acorda,
Feito flor que rompe a borda.
Não se ensina, não se força,
Ela vem, quando a dor se entorta.
Despertar é renascer do nada,
Com o peito em paz e a mente alada.
E o que era peso virou asa,
E o que era chaga virou brasa.
O que era medo, agora é dança,
No compasso da esperança.
É no caos que a alma acorda...
Despertar... é luz que transborda.
Desde que você chegou, o tempo dança mais leve, o céu parece mais azul e até o silêncio tem perfume. Te admiro em cada gesto, na alma que brilha mesmo nos dias nublados. Minha vida, antes morna, agora é poema – e você, o verso mais bonito que já vivi. Te amo.
Barra do Corda, Joia do Sertão
Barra do Corda, terra de encantos mil,
Entre rios que dançam sob o céu anil.
Corda e Mearim, em sagrado enlace,
Guardam tua história, que o tempo não desfaz.
Berço ancestral, de tribos primeiras,
Ecoam teus mistérios pelas ribanceiras.
Antes mesmo de seres fundada,
Já eras sagrada, já eras amada.
Manoel de Melo, em teu seio chegou,
E diante de ti, seu coração se encantou.
Viu nos teus rios um espelho do céu,
Na tua paisagem, um poema fiel.
Colinas te abraçam, chapadões te guardam,
Teus caminhos vermelhos memórias resguardam.
Tua cultura é viva, tua alma é forte,
Barra do Corda, és do Maranhão o norte!
Hoje, ao soprar teus cento e noventa janeiros,
Celebro contigo, entre cantos e festeiros.
És sertaneja, és centro, és raiz,
Terra que pulsa, terra feliz.
Que os teus dias sigam em paz e progresso,
Com teu povo altivo, firme e promesso.
Barra do Corda, orgulho e paixão,
Eterna estrela do meu coração!
Algumas dores não cicatrizam, apenas aprendem a dançar sob a pele. Basta um sopro do acaso, um toque esquecido, e a antiga ferida desperta, como flor que renasce na chuva. Mas mesmo na dor que retorna, há sinal de vida, o corpo sente, o peito ecoa, a alma respira. E enquanto houver esse delicado eco, há esperança costurada no silêncio.
