Da o Pe Querem a Mao

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Fui dor, fui cura e sigo aprendizado, a vida mantém a lição sempre à mão, aceitar ser processo é viver em evolução, aprendo a cada passo, sem pressa.

Fui apagado por muitos, reacendi por mim, a recuperação veio da minha própria mão, reacender é reconhecer o poder interior, sou chama que eu mesmo acendi.

Sorri, por entre as lágrimas, como a menina que fui, já não agarrada à mão da minha tão amada avó, mas para sempre, presa a ela, por lindas penas brancas a esvoaçar até ao Céu.

Um homem quebrado é como uma mão quebrada.

Segurar a própria mão é o gesto mais revolucionário de coragem.

Ele é meu alicerce invisível e inabalável. Onde minhas pernas hesitam ou tremem, Sua mão me estabiliza e sustenta.

O fardo não desaparece, mas a carga é leve. Ele se torna suportável quando seguro a mão d'Aquele que se ofereceu para carregá-lo comigo.

O medo é real e vem, mas a segurança é maior: a mão protetora d’Aquele que cuida aperta mais forte e me puxa para a luz.

O destino é um rascunho, a caneta para reescrevê-lo está na nossa mão.

Eu vim para te encontrar com o coração na mão, e te dizer que no meio de todas as minhas conquistas, a sua presença é a única que realmente me define. Você não sabe quão adorável sua luz é, e eu fui tolo por tentar quantificar esse milagre. Eu te escolhi ontem, te escolho hoje, e quero te escolher em cada novo começo que a vida nos der.

Viver é segurar a própria sombra pela mão e aceitar que ela caminha conosco. É reconhecer que luz e escuridão não são inimigas, mas complementos. E que só existe cura quando deixamos de fugir de nós mesmos. A partir daí, o resto é reconstrução.

Conquistar é beijar o próprio espinho, aceitar o corte e seguir com a mão ainda aberta.

Carrego memórias como quem carrega pedras: pesadas, quentes, íntimas. Elas queimam a palma da mão, marcam o caminho do corpo. Mas cada pedra também inventa um mapa, quem eu sou, onde caí, e como ainda consigo ficar de pé com tanta terra no sapato.

Minha história tem capítulos escritos com caneta de mão trêmula. Alguns trechos foram riscados com dor e coragem. Reescrevo às vezes em silêncio de madrugada. Não por inventar, mas por entender as linhas antigas. E cada reescrita é cura, ainda que lenta.

Houve dias em que a fé foi mão que segurou a minha. Não fez milagres espetaculares, só presença. Quando tudo fraquejava, essa mão continuou. Hoje sei que presença é forma de sustento. E a gratidão a ela é meu alimento secreto.

O toque mais profundo é o que a alma dá, e não a mão, é a conexão que dispensa a presença física para ser sentida.

Dois gestos singelos, prefaziam o verbo manuscrever. E soltaram em mim, a beleza da escrita à mão e a memória intacta de sonhos, pensamentos de vida registados no papel.

"Boca promete o céu, mão constrói o chão."

"A boca é o arquiteto da utopia; a mão é o engenheiro da sobrevivência."

Me dê sua mão e venha conhecer o meu mundo...