Da o Pe Querem a Mao
"A comunicação é uma estrada de mão dupla. Através dela ensinamos e aprendemos. Diferente disso é um monólogo, só falámos, talvez até tomando tempo do interlocutor"
Caminhando à beira-mar, mão na mão,
Os passos ecoam no ritmo do coração.
O sol se despede, tingindo o céu de cor,
Enquanto o vento sussurra um doce amor.
No campo florido, sob o luar sereno,
O mundo desaparece, só existimos, ameno.
Cada olhar trocado é um universo inteiro,
Em cada sorriso, um amor verdadeiro.
Juntos, perdidos na imensidão do instante,
O tempo se dissolve, o amor é vibrante.
Na simples caminhada, encontramos a paz,
Nos passeios românticos que o coração traz.
Mãe, Eu Quero Voltar
Deixei teu abraço, tua voz, tua mão,
Com sonhos de glória e a pressa em vão.
"Não vá, meu filho", teus olhos diziam,
Mas jovem e cego, eu mal te ouvia.
O mundo, mãe, não é como eu pensei,
Me abraçou com mentira, me usou, me ferrei.
Promessas brilhantes, caminhos sem fim,
E hoje só resta o vazio em mim.
A chuva me molha, o frio me abraça,
A vergonha me pesa, a saudade me amassa.
Tuas palavras ecoam, conselho tardio,
Mas a lição veio, dura, no aço do frio.
Lembro teu rosto, tua prece, teu olhar,
E hoje só penso: Mãe, eu quero voltar.
Não trago riqueza, nem orgulho, nem glória,
Só um coração quebrado, marcado na história.
Perdão, minha mãe, pela dor que causei,
Pelas noites de choro que te entreguei.
Por não ouvir teu amor, tua razão,
E trocar tua casa por ilusão.
Se me aceitares, volto em silêncio,
Com o coração pobre, mas cheio de intento.
Prometo, mãe, ser teu filho de novo,
E cuidar do amor que deixei no povo.
Mãe, se puder, me espera no portão,
Que ao cruzá-lo, se cura o meu coração.
De peito aberto, ao teu lado ficar,
Pois aprendi, mãe, que o mundo é teu lar.
"A esperança é a mão invisível que nos levanta quando os pés já não encontram forças para seguir. Ela é o sol que nasce em meio à noite mais escura, prometendo um novo dia de possibilidades."
Perdeu a mim
Perdeu-se a mim um grande homem.
Com coração nobre e mão firme.
Sua ausência fortaleceu meu nome.
Aplausos da plateia, a quem confirme.
Seu sarcasmo ecoa na memória.
Seus olhos me apavoraram, e.
O tempo não apaga a dor,
Da sua partida, meu coração sangra.
O que resta não é a saudade, apenas sombra.
E a certeza de que fui de verdade.
Um desamor, uma luz que nunca brilhou.
Na realidade.
A vida é principalmente daqueles que não fazem questão. Dos desapegados, que abrem mão de se mostrar ser e ter.
E quando me estenderes a mão em busca de ajuda
Poderei dissimular minha felicidade, alegar incompetência
E dormir o sono dos justos
O Peso de Amar Demais
Dizes que ama e cuida, com devoção,
Mas quem carrega esse amor na mão?
Se ao outro nega o espaço e o ar,
Que tipo de amor está a oferecer?
É belo querer bem, querer sempre perto,
Mas o amor precisa de um campo aberto.
Ele é sutil, é mão contínua,
Não algema, não impõe saída.
Cuidado e amor, tão fácil de confundir,
Mas quando o zelo aperta, faz o outro fugir.
Amor de verdade é brisa e brando toque,
Não o peso de um eterno bloqueio.
Dizer que alguém é a melhor coisa da vida
É leve no som, mas profundo na lida.
Será que quem ama também permite voar?
Ou teme que o outro se vá ao ar?
Reflete se o amor não sufoca o peito,
Se não é uma forma de querer do teu jeito.
Pois amor é um rio que sabe correr,
Não busca reter o que deve crescer.
A confiança é via de mão dupla. Se há mão única, alguém vai sair muito machucado. Então, é bom nem pegar a estada.
Onde está a história do meu chão?
Nos tambores que batem, na palma da mão.
Nas vozes antigas que o vento levou,
Nos cantos do povo que o tempo calou.
Rasgaram os livros que nunca escrevemos,
Silenciaram os deuses que sempre tivemos.
Diziam que éramos sombra, sem luz, sem razão,
Mas esquecem que somos raiz do chão.
Na areia do Saara, no ouro de Mali,
Nas pedras de Zimbabué, na força de Aksum, ali,
Está a verdade que tentaram esconder,
Queimar a memória, mas não nos deter.
Escravos das mentiras, livres na essência,
Somos a história que desafia a ausência.
Mesmo roubada, reescrevemos o destino,
Com sangue, suor e o orgulho genuíno.
Onde está a história? Está nos corpos dançantes,
No ritmo dos passos, nos olhos brilhantes.
Nos griots que cantam, nas mãos que criam,
Nas lutas do ontem, nas dores que uniam.
A história da África não pode morrer,
Pois vive no povo que nunca vai ceder.
Se apagaram os textos, recontamos a canção,
A história roubada é nossa redenção.
Minha vida é a poesia, verso em construção,
um mosaico de sonhos, costurado à mão.
Entre rimas de luta e estrofes de amor,
sou palavra que sente, transforma e tem cor.
Havia o braço do eterno D'us,as mãos do eterno D'us e os dez dedos da mão do eterno D'us? R:Eu estou falando que o braço e´o eterno D'us,as mãos é o mar de juncos e os dez dedos do eterno D'us são dez milagres do mar de Juncos se abrir,para a travessia do mar de Juncos.
Natal
Na tal da hipocrisia
Não fala com a pessoa
Mas abraça e aperta a mão tão somente neste dia.
Natal
Na tal da glutonaria
Comer e beber desordenadamente
Tão somente por causa desse dia
Natal
Na tal da porfia
Gastar por conta se endividar
Para se apresentar melhor no dia
Natal
Na tal da ilusão magia
Achar que tudo é feito para Jesus
Mas negar em tudo a eficácia da cruz.
Que Jesus O Cristo tenha um natal genuíno em muitos corações onde Ele ainda precisa nascer.
desenhei teu rosto
na palma da minha mão
e repousei sobre meu coração
deixei tudo exposto
uma obra de arte
que tatuei na alma.
A vida me desafia com uma escolha onde, para alcançar um objetivo, preciso abrir mão de outro, mostrando-me que, muitas vezes, não podemos ter tudo.
“A caridade é o amor em ação. Quando estendemos a mão ao necessitado, estamos refletindo o amor de Cristo no mundo.”
"Buscando a Imperfeição
Suspira fundo, engole seco, coloca a mão no queixo. Olhar perdido.
Puxa nas lembranças. Pés batendo na parede. Lábios secos.
Quando eu falhei? Fui eu? Magina, eu?
Lidar com aquilo que mexe no nosso íntimo.
Escutar o que não queremos ouvir.
Não conseguir entregar um projeto no prazo.
Não dizer aquilo que está entalado na garganta.
Tudo isso fala sobre as imperfeições, as faltas, as lacunas.
Algo grita em mim, mas eu peço silêncio. Por que eu?
O que precisa ser trocado ou apenas lapidado?
Todos desejam o copo cheio.
Eu era uma dessas pessoas. Sou? Não sei...
Para mim, lidar com as imperfeições sempre foi como o fim do mundo.
Falar isso de mim? Não gostar de mim? O que eu fiz? Quero entender melhor!
São várias exclamações e pontos finais, mas nenhuma vírgula.
As vírgulas falam sobre continuidade: uma pausa para respirar, identificar e agir.
As imperfeições são lindas.
A construção — e a reconstrução — exige coragem."
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