Da Lutas e Decepcoes da Vida vem a Vitoria
Alguns momentos na vida será somente você e Deus,pessoas podem ate te ajudar carregar tijolos porém a obra e sua.
"O covarde se entrega a morte sem conhecer a vida, o destemido se entrega a vida tendo consciência da morte."
Aprendi, ao longo da jornada da vida, que o ÓCIO é bom e necessário. Não ser preguiçoso é um diferencial incrível, mas, o EQUILÍBRIO é o pulo do gato!
E, que a contagem de nossos dias, seja o reflexo de uma vida repleta de fé, alegrias, e amor. Amor este, que transcede ao entendimento por ser genuíno e verdadeiro. O amor de Jesus por nós, pelos nossos, pelo próximo, trazendo para cada dia do novo ano esperanças, alegrias e muita fé, força e determinação. Planeje sua felicidade diariamente e busque-a! FELIZ ANO NOVO✨
Para mim, resiliência é papo de quem quer que você se conforme com a vida que tem só pra não tomar o lugar deles.
Enquanto não tenho respostas à crueldade que a vida me faz passar em nome do crescimento, sigo juntando meus cacos — ou o que sobrou deles.
Temos que dar lugar a outra forma de vida resistente ao sol; afinal, o ser humano é adaptável, acharemos outro lugar!
“A rima da vida está na balada do sofrimento, as lágrimas do momento de dor valem ouro e os olhos umedecidos são diamantes acendendo a luz na escuridão"
A ponte não escolhe um lado, ela se estende entre opostos, sustentando o caminho. Assim é a vida: não se vive apenas de um lado, mas no atravessar.
O encanto da vida são as agradáveis surpresas que nos brindam em momentos que nossa alma clama por afeto.
Mil velas podem ser inflamadas, sem dúvida alguma, e a vida da lâmpada-mãe permanece sem efervescência. Mil velas podem de uma única derivar, a vida de nenhuma delas por isso irá minar.
A verdade que em tal gesto reside é que o talento, ao doar, se multiplica. Não é posse egoísta, mas um chamado a conduzir. Não significa que você tem algo, mas sim, que pode doar algo, oferecer corações. Mil velas podem irradiar luz, mas será que o mundo deseja o que tem a oferecer para existir? No coração dos outros, encontramos o enigma, serão eles receptivos a este fogo ardente?
A luz que compartilhamos em nosso caminho ressoa. O talento é a centelha, mas são as almas do mundo que decidem se a vela acesa em nós, em sua escuridão, será a escolha.
Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.
A sociedade nos direciona para que passemos a vida indo atrás de troféus futuros. Mas qual o valor real desses troféus? Quanto essa busca atrapalha o que estamos vivendo agora?
A vida é um eterno aprender, tento dizer, as palavras fogem do meu ser, mas, dentro de mim há tanto a dizer.
Vejo o mundo além da janela, mas prefiro a solidão da cela.
Há algo em meu coração que me impulsiona a seguir, um desejo de descobrir o que há além deste existir, todavia sou um misto de alegria e tristeza. Escrevo o que sinto, o que não posso falar, e guardo comigo, para nunca mais revelar.
Os segredos mais íntimos do meu ser, são meus e de mais ninguém podem saber.
Mas, às vezes, eu sinto a solidão, e queria compartilhar essa emoção.
Com alguém que pudesse entender o que sinto, o que quero dizer.
Mas, no fim, sou eu e minhas palavras, que me acompanham até nas noites pouco calmas.
Mas talvez, em algum lugar distante eu possa encontrar a paz e o amor tanto a almejar.
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