53 frases de cura para amenizar suas aflições

⁠O que você Procura, ProCura por você.

A vida, em sua plenitude, assemelha-se a um veneno medicinal: na medida certa, cura; em excesso, mata.

Deixe-me passar com a minha dor,
É um rasgo que sangra.
Sem receita,sem remédio,sem a cura de uma ceita,
Somente ela me aceita.

Para cura acontecer,
É preciso revisitar o machucado algumas vezes.

⁠É parte da cura
o firme desejo de ser curado,
diz o honrado Sêneca!
Logo, não há porque nos
afeiçoarmos a certos hábitos
e deformidades
que apartados de mínima
sensatez, tão só nos
adoecem!

... penso que
nem toda desilusão,
por mais dolorosa que seja,
deveria sujeitar-se à cura - em
razão de uma significativa carga
de desprazeres e mal-estares
aptos anos imunizarem
de desilusões
maiores!

A gente não se cura vivendo . A gente se cura refletindo , compreendendo cada situação e se conscientizando .
Simone Vercosa

O mundo dá voltas tão violentas que o homem que hoje deita no seu peito como o herói que cura as suas feridas, amanhã pode ser o carrasco que arranca o seu último suspiro. A lição de vida mais amarga que nenhuma mulher deveria precisar aprender é que o amor verdadeiro nunca exige que você morra por ele, e que a sua intuição é a sua única armadura: nunca abaixe a guarda para quem tenta trancar a sua liberdade sorrindo.

Há uma solidão que só se cura com o toque, e outra que nem o maior dos amores consegue preencher.

Dizem que o tempo cura tudo, mas acho que o meu relógio parou no dia em que você partiu.

Minha cura veio da minha vontade de viver e do apoio de quem esteve no hospital comigo. Saí da cirurgia cardíaca deixando o álcool e o cigarro para trás. Aprendi com os médicos e técnicos de enfermagem que a vida tem muito mais graça quando estamos limpos. A diversão não precisa de vícios, precisa de saúde.

Dizem que o tempo cura tudo, mas desde que você se foi, só tem chovido. Sinto como se estivesse me afogando em um dilúvio que eu mesmo criei. Sempre me orgulhei de ser um lutador, de enfrentar qualquer tempestade de frente, mas a verdade nua e crua é que, sem você ao meu lado, eu simplesmente desisto. A luta perdeu o sentido.
​Eu olho para as nossas fotos e dói. Vejo uma vida que parece pertencer a outra pessoa — alguém que ria com você, que chorava com você e que, em algum momento estúpido, deixou você dizer adeus. Eu cometi erros. Sou apenas um homem, limitado e cheio de falhas, e o peso desses erros é o que me faz sangrar agora, mesmo que não haja nenhum corte que você possa ver.
​Daria tudo o que tenho para sentir seu cabelo entre meus dedos ou o toque dos seus lábios apenas mais uma vez. Dói imaginar outro alguém ocupando o lugar que eu acreditava ser meu, dizendo as palavras que eu deveria estar dizendo. Mas, se você puder me ouvir através desta carta, saiba disto:
​Eu vou te amar. Sempre.
​Não é uma promessa vazia. Vou te amar até que as estrelas se apaguem, até que o céu perca a cor e até que as palavras não façam mais sentido. Se você me pedisse para chorar por você, eu inundaria este lugar. Se me pedisse para morrer, eu não hesitaria. Não há preço que eu não pagaria por uma última chance de refazer nossos sonhos.
​Os dados podem estar viciados contra mim agora, mas se você ainda guardar um pingo de fé em nós, saiba que estou aqui. Estarei ao seu lado por toda a eternidade.

Dizem que o tempo cura tudo, mas a verdade é que o tempo apenas nos ensina a conviver com as cicatrizes. Por muito tempo, as suas palavras e atitudes foram o que definiu o meu humor e o meu valor. Mas as feridas fecharam e deram lugar a uma percepção nova: ninguém tem o poder de me destruir, a menos que eu permita.
A frieza que encontrei em você me ensinou a valorizar o meu próprio calor. Hoje, não olho para trás com arrependimento, mas com a clareza de quem sobreviveu a uma tempestade e agora aprecia o silêncio. Vou me reconstruir longe do peso das suas mentiras e da sua indiferença. O que tínhamos se dissolveu, e o que restou de mim é mais forte do que tudo o que você tentou quebrar.

Sabe aquela história de que o tempo cura tudo? É mentira. O tempo não cura; ele apenas anestesia a carne para que a gente consiga andar sem mancar tanto.
Foram três anos, quatro meses e dezenove dias. Eu sei a contagem exata porque, no início, cada amanhecer sem o som da sua respiração do meu lado parecia uma pequena cordilheira que eu precisava escalar descalço. O nosso término não teve gritos, pratos quebrados ou traições escandalosas. Foi pior. Foi aquele silêncio resignado de duas pessoas que se amam profundamente, mas que entenderam, no meio do caminho, que as suas rotas futuras não cruzariam o mesmo mapa. Ela precisava partir para buscar os seus sonhos longe; eu precisava continuar aqui, cuidando do meu trabalho simples e das minhas obrigações diárias. Nos abraçamos no portão da antiga estação, o perfume do creme do lindo cabelo crespo dela grudou na minha jaqueta de jeans e, quando ela soltou a minha mão, levou consigo metade do meu oxigênio.
Os primeiros meses foram um borrão de sobrevivência. Eu via o rosto dela no reflexo das poças de água na rua, no letreiro do armazém, no sotaque das canções que tocavam no rádio de pilha. Tentei sair, conversar com outras pessoas, mas qualquer conversa parecia vazia. Eu voltava para a minha casa pequena e o silêncio dos cômodos me socava o estômago. Chorei até a minha garganta queimar, até não sobrar uma lágrima no reservatório da minha alma. Achei, de verdade, que morreria de saudade. Que o meu coração simplesmente pararia de bater por falta de motivo.
Mas a vida é teimosa. Ela continua acontecendo mesmo quando a gente quer que o mundo pare.
Devagar, quase sem perceber, a dor lancinante virou uma pontada crônica. Aprendi a guardar as fotos dela numa caixa de sapatos no fundo da gaveta e, mais tarde, no fundo da mente. Voltei a rir de bobagens na calçada. Voltei a focar na minha rotina, cuidei do jardim na frente de casa, adotei um cachorro vira-lata que me pedia atenção nos dias mais cinzentos. Aprendi a cozinhar para um só, a lavar a louça ouvindo o silêncio, sem achar que isso era uma derrota. Eu superei. Se alguém me perguntar hoje se eu estou bem, a resposta é um sim sincero e calmo. Eu simplesmente juntei os meus cacos e continuei a caminhar, aceitando a minha vida pacata.
Contudo, superar não significa esquecer.
Ontem à noite, uma chuva fina começou a cair e o vento trouxe um cheiro de terra molhada misturado com algo doce. Meu peito deu um nó instantâneo. Não foi uma recaída, foi uma constatação convicta. Eu posso viver mais cinquenta anos, envelhecer nesta mesma casa humilde, conhecer alguém legal e dividir os dias de forma tranquila. Sei que a vida segue e que sou forte o suficiente para ser feliz de novo. Mas ela sempre será o meu grande amor. Aquela cicatriz bonita que a gente olha com carinho, sabendo que foi ali que a vida nos marcou de verdade.
Eu superei o fim, segui em frente e arrumei a minha bagunça com a certeza de quem sabe quem é. Mas uma parte de mim, aquela mais pura e bonita, vai morar para sempre naquele abraço de despedida, congelada no tempo, amando-a em silêncio para todo o sempre.

A UTI não cura apenas o corpo; ela despeja a vaidade do mundo para nos mostrar que viver é a urgência de amar, dar atenção a quem importa e lembrar que a saúde é o nosso único templo real.

O aprendizado cura o erro. Cada tropeço constrói sua maturidade. O passado serve de bússola, não de âncora.

Dizem que o tempo cura tudo, mas ele não conhece a força da minha saudade.

As pessoas dizem que o tempo cura tudo, mas o tempo não sabe o tamanho do amor que você deixou guardado no meu peito.

Apesar de feridas antigas machucarem profundamente, existe cura no tempo e novos recomeços surgem trazendo luz, porque toda tempestade cessa quando a esperança reconstrói nossa paz interior.

Há quem queira apenas o seu riso, mas o amor verdadeiro se apaixona pela sua cura.