53 frases de cura para amenizar suas aflições

⁠O tempo não cura nada, mas ameniza o sofrimento. De tanto dar tempo ao tempo a vontade de algumas coisas foram passando, tomaram rumos diferentes e mudaram-se as prioridades. Percebi que o valor que damos à algo que não nos leva a diante, vai se perdendo e que muitas pessoas também se perdem no meio do caminho. Se não vale a pena, nada mais justo do que deixar o tempo levar para longe. Não fico preso a coisas do passado e nem nas bagagens de problemas dos outros, ergo a cabeça e sigo em frente, quem quiser me acompanhar, é só chegar junto. Quem não quiser, que tome um rumo diferente. O tempo foi passando e ao invés de ficar parado, comecei a caminhar junto com ele, de mãos dadas e junto com o passado, muitas coisas foram ficando para trás, até você, te chamei para vir comigo, mas você preferiu ficar parada no tempo, esperando algo ou alguém que nunca viria. Olha, eu quase fiquei lá junto com você, mas eu sempre quero mais, sempre busco reciprocidade, sempre procuro mais amor, mais intensidade. E você estava inerte, viciada nas coisas que nunca te levaram para frente. Tentei ser sua reabilitação, mas o teu vicio conseguiu ser mais forte que eu.

⁠Mente positiva ajuda a canalizar a cura.

⁠É possível cuidar sem curar, mas não há cura sem cuidado, seja ele por outrem, por autocuidado ou pelo sagrado.

⁠Na roda da cura ... honrando o Ser que sou, meus ancestrais, meus guias de luz, e a alegria de estar viva e feliz!

⁠a minha avó repete:

o tempo cura a ferida
mas não cura a cicatriz

e nenhum outro poema
de nenhum outro poeta
me falou tão alto ao ouvido

Ah o tempo ....
O tempo cura ...
o tempo marca...o tempo judia.
O tempo esconde, o tempo mostra.
Apaga e tambem revela.
......
........
Através do tempo,
Vivemos nós...
Nos perdendo em saudades,
Nos achando em vontades.
Nos deliciando em desejos.
Nos decepcionando...
Nos apaixonando...
Morrendo aos poucos...
Vivendo um êxtase.
Uma montanha russa de emoções.
........
..........
Há passados que nos chamam, presentes que nos expulsam,
e futuros que nos hipnotizam.
Somos jovens demais pra compreender a ação do tempo e velhos demais para vencê-lo.
De modo que passamos a vida inteira tentando o acompanhar,
talvez atrasá-lo por um momento que nos foi demasiado especial.
Mas o tempo é implacável, passa rápido .
E não perdoa quem não sabe
aproveita- lo.
Quem dera eu, pudesse segurá-lo em minhas mãos, para pará-lo nos momentos mais felizes do coração!
-Lanna Borges.
02 de Junho 2019

Sejamos contagiados pela troca, pela cura que o recíproco proporciona, pelo carinho desinteressado.
Sejamos corações abertos a doar o melhor, isentos de cobiça, orgulho, ira, longes do uso da má fé.
Quem se presta a tecer o mal à alguém se prenderá na própria teia.
Deus anda com os que deslumbram o bem, dividem a sua paz, conquistam ao invés de afastar, entendem,
se prestam ao diálogo e não sabem julgar.

-Lanna Borges.

Me cura com essa tua técnica de amar
Eu não quero tua psiquiatria
Eu quero ser teu lar

⁠Sofrimento não se cura, sofrimento é a cura.

Por mais destruída ou ferida que esteja, qualquer pessoa pode descobrir o caminho que leva à cura, à esperança e a uma nova maneira de viver.

Toda cura é um processo. Até uma ferida precisa de tempo para cicatrizar. No começo ela sangra... Você precisa estancar o sangue, dar um basta naquilo que pode te matar.

Você estará frágil. Sendo assim, pense muito antes de ficar mostrando os seus machucados para alguém, que muitas vezes, não irá se compadecer da sua dor.

Passado o susto, precisa seguir adiante. Isso inclui evitar esbarrar em algo que tire a casquinha do seu machucado. Ou seja, fique longe daquilo que vai fazer a sua ferida abrir e sangrar. Parece óbvio, mas na prática, vejo muita gente voltando e procurando abrigo nas mesmas pessoas, e nos mesmos lugares onde sofreram todo tipo de violência.

Depois que a ferida fecha, e a dor já não se faz presente. Você tem que passar por um novo aprendizado... O de cuidar da cicatriz. Não procure milagre, sua cicatriz não vai sumir! A beleza está em aprender a viver com ela.

Não é difícil abrir mão de um grande sonho, difícil é abrir mão de tudo o que a gente projetou, enquanto sonhava.

Tentar entender porque o outro te feriu? Pensa numa roubada... Isso muitas vezes pode te paralisar. A cura está no seu auto resgate! Ame-se, cuide-se, proteja-se. Você é o seu bem mais precioso, nunca duvide disso.

O amor quando é verdadeiro cura tudo e recupera partes da gente.

⁠o tempo afaga, mas jamais cura!

O amor que mais cura é o amor-próprio.⁠

⁠Milagre da medicina…

Tendo num Médico, o intermediário;
Qualquer Cura tal, a em alguém se dar;
Milagre, poder-lhe-emos, pois, chamar;
Mas vamos adulterar, nela o horário!

Porque esse cura aí, em alguém dada;
Ao Médico ficou a ser devida;
Mesmo a um milagre, sendo parecida;
Por em tal tido, a tal; a ver ter nada.

Daí, não retiremos, a seu feito;
Tal bem, em nós dado por: bom SABER;
Que acumulou em si, desde tão menino!...

Saber, que em todos nós, dá tanto jeito;
Saber, que em todos nós, tem bem fazer;
Mas pra DIVINO ser, É pequenino.

Com alegria;

As vezes. Uma simples frase.
muda toda uma Vida.
As vezes, apenas um silencio,
Cura uma ferida antiga.
Porém. Carregar o próprio ser.
Já é o castigo que a pessoa,
precisa carregar pela Vida inteira.
marcos fereS

Amar faz parte da cura.

Afastado de toda negatividade humana o universo se cura.

O amor é o único cura(dor).

Pseudo-cura...

A campainha da porta toca insistemente por três vezes. Logo depois, silêncio. Silêncio e um salto alto a ecoar pelo corredor com passos inquietos do outro lado. Ele conhecia aquele andar. Ele conhecia aquele toque de campainha. Ele podia sentir a respiração de quem batia à sua porta àquela hora da noite. E, mais uma vez, antes que seu coração acalmasse, um filme completo passou por sua cabeça, fazendo com que por alguns instantes, pensasse em fingir que não estava ali.


Outra vez a campainha toca. Mais três toques desesperados. Ele ainda hesita em abrir. Sente um frio no estômago, um mal súbito. As mãos suam, tremem, entrelaçam e se desentrelaçam, e ele ainda hesita em abrir a porta. Pensa mais um pouco, dá alguns passos em direção à entrada do apartamento, mas outra vez, recua. Ele não estava preparado para aquele encontro. Era melhor ficar quieto. Era melhor cumprir a promessa de que não mais lhe abriria a porta.

- Por favor, eu sei que você está aí...


Ele não resiste.

E lá estava ela, toda linda, com os mesmos olhos vermelhos de sempre. Frágil, carente, magoada, decidida, arrependida, perdida.

Ele sabia exatamente o que aconteceria poucas horas depois, mas, mesmo assim, a abraçou como se aquele momento fosse o único. Como se nada mais existisse além daquele corpo que implorava carinho, apoio, ternura. Quando a tinha nos braços, não importava o depois. Quando a tinha nos braços, o mundo não existia lá fora. E era exatamente ali que ele passaria toda a vida, se ela quisesse.

Estava frio. Ele oferece um chá.

- De camomila...Ela balbucia. Precisava se acalmar...


Ele prepara o chá, coloca na mesma xícara de sempre, e a serve, admirando como ela continuava linda mesmo estando tão brava. E, assim, enquanto o mundo continuasse a não existir lá fora, ele cuidaria dela, exatamente como todas as outras vezes em que ela batera à sua porta, sempre decidida a não mais se sujeitar àquele amor que a aprisionava, que a sufocava, que a machucava tanto.


O telefone toca. No visor, ele sabe muito bem quem é.

Desespera.

Ela atende, chora, briga, diz palavrões, acalma, ouve, entende, sorri de leve, pede desculpas, diz que ama, que ainda quer, que é o homem da vida dela, que volta, claro que volta, que voltaria sempre...

Desconsolado, ele se senta no sofá. Ela se posiciona ao lado dele, e sem entender o quanto seu coração está cortado, toma-lhe as mãos, beija carinhosamente, agradece pelo apoio, e com um brilho nos olhos, o brilho de quem vai voltar para seu amor, se isenta de qualquer culpa por fazê-lo sofrer mais uma vez.

- Ninguém manda no coração. Se eu pudesse, escolheria me apaixonar por você...


O mesmo filme se repete. Ela vai embora. Ele não a leva à porta. Apenas ouve o som de seu salto alto a ecoar pelo corredor agora com direção certa e definida.

E ele fica ali, a esperar a próxima noite em que ela o procuraria, decidida a não mais se sujeitar àquele amor que o machucava tanto.


A campainha da porta toca insistemente por três vezes. Logo depois, silêncio. Silêncio e um salto alto a ecoar pelo corredor com passos inquietos do outro lado. Ele conhecia aquele andar. Ele conhecia aquele toque de campainha. Ele podia sentir a respiração de quem batia à sua porta àquela hora da noite.

Outra vez o mesmo martírio. Outra vez sentiria a dor e a alegria de tê-la nos braços, de fazê-la dormir, e depois vê-la partir com o olhar apaixonado de sempre, apaixonado por alguém que não era ele.


Ele abre a porta.

Ela não está mais com os costumeiros e lindos olhos vermelhos. Um sorriso largo lhe enfeita o rosto. Na face, a avidez de quem tem uma ótima notícia a contar. No chão, uma mala, ao lado de suas pernas tão bem torneadas.

O coração lhe salta à boca. Seus olhos não acreditam no que vêem. Será que era mesmo isso que estava acontecendo? Será que ela finalmente percebera o quanto ele a amava? Ele, que sempre esteve à sua disposição, que cuidava de suas feridas, que a aceitava incondicionalmente, que se machucava com suas indecisões, mas sempre a acolhia, que várias vezes abrira mão do próprio orgulho, que tantas outras fora criticado, apontado, desrespeitado. Será que agora seria para sempre?

E ela continuava ali, agora com o olhar verdadeiramente apaixonado, brilhante, faiscante! Não estava mais carente. Parecia firme como uma rocha. Não trazia mais o ar arrependido e distante de outrora.

Apressado por um novo desfecho, ele segura a mala nas mãos. Carinhosa, ela sobrepõe as suas às dele. Mas fica inerte à porta do apartamento.


Um a um, ele retira os dedos da mala. Uma lágrima lhe desce dos olhos há pouco tão ávidos por viver de verdade aquele romance. Ele não consegue entender. Dessa vez, não sabe o que está por vir. No fundo, preferia os poucos momentos juntos à incerteza daqueles intermináveis segundos.

Ela continua estática.


- Por que não eu? – enfim, ele conseguiu sussurrar.

- Porque eu encontrei alguém que não me ama mais que a si próprio – respondeu ela, isentando-se de qualquer culpa por fazê-lo sofrer para sempre.


No telefone, um novo nome a chama. Ele sabia que ela não mais voltaria a procurá-lo no meio da noite, de olhos vermelhos, frágil, carente, perdida.