Cuidar da Terra
As pessoas más te chamam de louco, de gordo ou de gay não porque você é assim. Elas têm inveja é do seu sorriso em seu rosto no momento.
"Se Deus tirasse todas as Suas bênçãos e deixasse apenas a Si mesmo, Ele seria o suficiente?". A vida cristã não é sobre realizar sonhos para Deus, mas sobre encontrar em Deus a realização de todos os anseios.
A mudança é fruto da identidade, não a causa dela.
Se você tentar mudar para causar uma nova identidade, você será um escravo do próprio desempenho. Se você mudar como fruto da sua identidade em Cristo, você será um adorador livre.
Cultivar em casa me trouxe uma conexão que eu não esperava. Ver os primordios nascendo é como assistir a vida se manifestando do nada. Me faz sentir parte de algo muito maior, ancestral.
WE foi bordando as minhas feridas
com versos,
que as cicatrizes da minha alma
se tornaram paisagens de poesia.
✍ @MiriamDaCosta
Essa narrativa costuma ser apresentada de forma quase idealizada, mas a leitura mais atenta da história revela um quadro bem mais complexo, e menos confortável. Muito antes de qualquer gesto oficial, pessoas escravizadas já se insurgiam contra a ordem vigente, protagonizando fugas, revoltas e diversas formas de resistência que pressionavam diretamente as estruturas de poder.
No contexto brasileiro, a promulgação da Lei Áurea não pode ser entendida como um ato isolado de benevolência. Ela ocorreu em um cenário de crescente instabilidade, marcado por tensões sociais, mobilização abolicionista e pelo enfraquecimento de um sistema que já vinha sendo desafiado na prática. A própria Princesa Isabel, frequentemente retratada como figura central desse processo, agiu dentro de um contexto político que exigia respostas para evitar um desgaste ainda maior do regime.
Sob essa perspectiva, a abolição também pode ser interpretada como uma estratégia para conter conflitos, reorganizar alianças e preservar, na medida do possível, a estrutura de poder existente naquele momento. Não se trata de negar a importância do ato formal, mas de reconhecer que ele foi, em grande parte, resultado de pressões acumuladas, e não apenas de uma decisão espontânea.
Assim, ao revisitar esse episódio, é essencial ir além da versão simplificada e reconhecer o protagonismo daqueles que, mesmo sob condições extremas, já lutavam ativamente por sua própria liberdade.
O Holocausto está longe de qualquer tentativa de romantização: trata-se de um dos capítulos mais brutais e desumanos da história. Nele, revelou-se o que há de mais sombrio na condição humana, a capacidade de normalizar a dor, a exclusão e o extermínio. É simplista atribuir toda a responsabilidade a uma única figura. Ainda que lideranças tenham desempenhado papel central, a engrenagem que sustentou tamanha barbárie foi um sistema mais amplo, alimentado por estruturas, ideologias e pela conivência, ativa ou silenciosa, de muitos.
As guerras mundiais, frequentemente lembradas por seus marcos históricos e geopolíticos, não carregam qualquer traço de grandeza moral. Foram conflitos devastadores, marcados por decisões insensatas e conduzidos por interesses que custaram milhões de vidas. Não há vitória real quando o preço é a destruição em massa e o sofrimento humano em escala global.
Diante disso, impõe-se uma reflexão incômoda: por que, ainda hoje, práticas de abuso, violência e desigualdade encontram espaço na sociedade? A história não deve servir apenas como registro do passado, mas como alerta permanente. Quando a crueldade é tolerada, mesmo em pequenas doses, abre-se caminho para que tragédias maiores se repitam. O verdadeiro desafio está em romper esse ciclo, com consciência, responsabilidade coletiva e compromisso ético.
Deus, conceda-me o Dom do Discernimento para que eu possa distinguir entre o certo e o errado e fazer escolhas sábias em minha vida. Amém.
Bom dia!
