Cuidar da Infancia
Em uma República não pode haver privilégios; prevalece a igualdade entre todos os cidadãos. A única distinção deve ser pelo mérito e pelas virtudes.
O maior obstáculo que temos que enfrentar praticamente todos os dias, é a nós mesmos, e para quase tudo na vida temos que encarar esse nosso "eu".
Para vencer a nós mesmos, temos grande aliados que precisamos colocar em prática: A perseverança, determinação, paciência, e acima de tudo isso, ter fé em Deus.
Temos também que vencer o orgulho, temos que reconhecer os nossos próprios erros, precisamos nos desculpar e a perdoar, mas porém, primeiro temos que combater o nosso "Eu" para avançar com sucesso para esses objetivos.
Por isso Platão (Filósofo e Matemático) tem a seguinte frase: "Vencer a si próprio é a maior das vitórias".
VALORIZE-SE NO MÁXIMO PORQUE VOCE É IMPRESCINDÍVEL NOS SEUS ÊXITOS.
Considere as surpresas que deus lhe proporciona.
Na verdade, nos podemos projetar, antever,e presumir o nosso futuro, e em verdade so Deus sabe do mesmo.
Em face do retrocitado, valorize-se no máximo, visto que voce é imprescindível nos seus êxitos, voce têm qualidades superiores do que pensas.
Voce é e sempre será sonho de alguem.
" ARNALDO CHINEMERO"
Podemos concordar e dizer que aceitamos, que esta correto inúmeras coisas, frases, atos, pensamentos, etc, etc e tal. Mas o fato é que nunca deixamos de cometer os mesmos erros. Cedo ou tarde, eles acontecem.
"Com o avanço da internet, a necessidade de produção de conteúdo online cresce todos os dias. Logo, quem souber escrever bem encontrará várias oportunidades de negócios na web."
O amor de uma mãe não depende de nada para existir. A MÃE simplesmente ama, sem precisar ser amada de volta.
Revolução e Mulheres
Elas fizeram greves de braços caídos.
Elas brigaram em casa para ir ao sindicato e à junta.
Elas gritaram à vizinha que era fascista.
Elas souberam dizer salário igual e creches e cantinas.
Elas vieram para a rua de encarnado.
Elas foram pedir para ali uma estrada de alcatrão e canos de água.
Elas gritaram muito.
Elas encheram as ruas de cravos.
Elas disseram à mãe e à sogra que isso era dantes.
Elas trouxeram alento e sopa aos quartéis e à rua.
Elas foram para as portas de armas com os filhos ao colo.
Elas ouviram falar de uma grande mudança que ia entrar pelas casas.
Elas choraram no cais agarradas aos filhos que vinham da guerra.
Elas choraram de verem o pai a guerrear com o filho.
Elas tiveram medo e foram e não foram.
Elas aprenderam a mexer nos livros de contas e nas alfaias das herdades abandonadas.
Elas dobraram em quatro um papel que levava dentro uma cruzinha laboriosa.
Elas sentaram-se a falar à roda de uma mesa a ver como podia ser sem os patrões.
Elas levantaram o braço nas grandes assembleias.
Elas costuraram bandeiras e bordaram a fio amarelo pequenas foices e martelos.
Elas disseram à mãe, segure-me aí os cachopos, senhora, que a gente vai de camioneta a Lisboa dizer-lhes como é.
Elas vieram dos arrebaldes com o fogão à cabeça ocupar uma parte de casa fechada.
Elas estenderam roupa a cantar, com as armas que temos na mão.
Elas diziam tu às pessoas com estudos e aos outros homens.
Elas iam e não sabiam para onde, mas que iam.
Elas acendem o lume.
Elas cortam o pão e aquecem o café esfriado.
São elas que acordam pela manhã as bestas, os homens e as crianças adormecidas.
A escrita é, e não é, pensar. A palavra que me ocorre é "auditivo". A partir de certa altura é como se ouvisse vozes.
Sabe, durante muitos anos mantive um diário. Não que o tenha estudado ou pensado muito, mas uma coisa de que estou convencida é que ao registar por escrito os dias, é como se a memória se desobrigasse.
Nem tudo é como a gente quer,
Neste mar de tristeza e solidão,
Ja pedi perdão e apenas recebi muitos nãos,
Juro que nesses ultimos suspiros quero sentir suas mãos macias e delicadas quentes segurando os meus dedos enquanto sinto o abraço sombrio da corda em meu pescoço,
Nem tudo é como a gente quer,
Lembra de quantas vezes lhe fiz sorrir e outros ha fez chorar,
Um dia você me dia que seu sonho era se casar,
Meus olhos brilhavam toda vez qua eu lhe ouvia cantar,
Apesar do seu jeito de me ignorar eu nunca deixei de te amar,
Nem tudo é como a gente quer,
Em uma noite vi voce chorar,
Talvez não foi a intenção dele te machucar mais creio que sim só queria te usar,
Apenas me deixe te abraçar e dizer que não esta só,
Só queria poder falar e expressar o quão vocë é especial,
Mais não consigo,
Não dá,
Tenho medo de algum dia te machucar,
Tenho medo de não saber te valorizar,
Sabe nem tudo é como a gente quer,
E neste momento eu só quero recordar o que vivemis nesse ultimo filme,
Para a ultima lagrima cair,
Em uma nova vida reacordar,
Talvez assim seja tão feliz tanto quanto fui ao seu lado como um humilde e solitario amigo,
Ei, não mecha com as minhas pelucia de morcegos e corujas, sei como você os odeia mas eles foram meus primeiros amigos,
De um abraço neles por mim por favor,
Um abraço bem forte e diga que eu estarei sempre la no quartinho com eles apartir de hoje e para sempre,
Para sempre e sempre...
Autor: Jonathas Nogueira da Silva
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