Cuidar da Infancia
É na infância que tudo começa,
no olhar atento, no gesto que acolhe.
Uma mão que cuida, uma escola que observa,
um educador que não se omite.
Entre histórias, rotinas e afetos,
plantamos vínculos, proteção e amor.
Porque educar é também proteger,
e cuidar é o mais bonito ato de ensinar.
Que cada criança encontre na escola
um lugar seguro para ser, crescer e sonhar
Gotinhas de Amor.
Olhando as estrelas ontem, eu lembrei da minha mãe, da minha infância, de que tudo se torna verdade se a gente acreditar, inclusive que algumas coisas na vida são passageiras, e que isso nos proporciona uma visão amplificada da imensidão desse Universo.
Eu sempre fui um garoto inocente, perdi minha infância em um sentimento de amor e loucuras.
Perdi-me em olhos sedutores e boca carnuda me dominando e mastigando meus sentidos.
Era inquieto o silêncio e seu corpo me alucinava em um feixe de luz e murmurava em meu ouvido fazendo-me arrepiar todo o corpo.
Entregava-me a felicidade, pois você é minha alegria e não posso viver sem teus carinhos e tua presença.
Quando alguém lhe disser que detesta os animais, cuidado!!!!
Desde a infância, os primeiros sinais de Psicopatia se observa nos maus tratos aos animais!!!
Quando chega o Natal e a passagem do ano novo, fico recordando da minha infância, tudo era tão poético, tanta inocência!
Hoje é só consumismo, tanta competição, tem que mostrar o carro novo, o celular top, etc...!!!!
Na passagem do ano é aquela loucura, parece que o mundo vai acabar, no dia seguinte nada mudou, tudo continua igual!!!
Quase não restam lembranças boas da minha infância. Talvez nunca as tenha vivido, ou talvez algo em mim tenha morrido antes mesmo de aprender a ser feliz, deixando apenas um vazio frio onde deveriam habitar memórias e calor.
Quando as lembranças da infância se entranham no meu peito, rasgam-me as entranhas e arrancam minha carne ao ritmo de memórias que não perdoam, tudo o que superei , daquele passado terrível com tanto esforço vira pó, e eu fico a arrastar o cadáver de quem fui.
Nunca tive infância. Fui lançado à pressa do mundo, obrigado a crescer antes de compreender a vida, envelheci de dentro para fora. Sonhei com uma infância que nunca existiu, um abrigo inventado para suportar a ausência do que jamais vivi. Cresci depressa demais, e no lugar dos risos ficaram apenas os ecos de um tempo que nunca foi meu.
A infância não foi um jardim, foi um campo minado de acidentes, um leito gelado de doenças e um cemitério precoce de perdas inimagináveis. Mas o pior não estava no sangue ou no luto; o verdadeiro trauma veio na frieza cortante da negação. Fui gerado, mas não acreditado. A pessoa que me trouxe à luz se tornou o meu juiz mais severo, o espelho da indiferença que me tratava como sombra. Essa voz, a que deveria ter sido o meu alicerce, martelava a sentença mais cruel na minha cabeça infantil: eu nunca seria alguém. Eu estava condenado à infelicidade antes mesmo de ter chance de viver. E essa semente... Ah, essa semente perversa. Ela não morreu. Ela se transformou num arbusto espinhento com garras de ferro. Cresceu no solo árido da rejeição, no pedregal da alma, e hoje, é uma mata fechada dentro de mim. Suas raízes profundas não são superficiais, são nervos expostos, enroscadas no âmago do meu ser. Arrancá-las é impossível. O que resta é a luta diária para não ser estrangulado pelos seus ramos gélidos.
Há um silêncio que tem cheiro de infância perdida. Ele se esconde nas gavetas e nos retalhos do falar. Quando me ponho a escrever, o silêncio ensina como ferir com calma. Sinto que as palavras são pontes frágeis entre mundos. E atravessá-las é ato de coragem e covardia.
Chuva na infância, sol no futuro
Em um dia de chuva fina e céu fechado,
fui deixada, sem aviso, sem abraço,
com os olhos marejados e o coração rasgado,
vi meus pais partirem… sem sequer olhar para trás.
Tinha três anos e uma camisa laranja,
uma saia jeans e a alma em pranto,
o mundo tão grande e eu tão pequena,
perdida no tempo, sem um canto.
Fui criada por vozes frias, mãos distantes,
que diziam cuidar por obrigação.
Erguemos o lar entre irmãos sobreviventes,
com amor inventado na força da união.
Dia dos pais era só mais uma dor,
um desenho vazio sem destinatário.
Guardei segredos que pesavam demais,
num peito sem colo, num lar temporário.
Procurei amor onde não havia,
em rostos estranhos e toques vazios.
Mas hoje, enfim, encontrei abrigo,
entre braços que secam meus desafios.
E agora, à beira de um novo caminho,
sonho com filhos, com festa, com lar.
Prometo a eles o que eu não tive:
amor de sobra para transbordar.
Muitas são as lembranças que o tempo não desfaz...
as doces lembranças da infância, das brincadeiras de criança.
Lembranças de momentos em que a felicidade parecia sonhos que se realizavam...
Não se vive de passado, mas sem passado não existe presente...Não existe o agora!
" Que seus melhores sorrisos ilumine todos os seus espaços"
23/12/16
"Ontem experimentei manga com leite. Não morri, mas lembrei muito da Minha Infância!"
Texto Meu 1169
🥭🥛
1493
"Na Infancia e na Juventude, não eram carros, jogos ou brincadeiras com amigos que me atraíam. Eram as Meninas e a Escola. Isso, sim, me atraía... E nada mudou. Ainda gosto delas e de todas as Escolas!"
TextoMeu 1493
“Aqui o vento é mais frio.
O ar não traz cheiro.
Não recordo a infância há algum tempo.
O que antes era desespero por não estar aqui
agora é calmaria
sem memória.”
“O trauma do bullying sofrido na infância e na adolescência reverbera por uma vida inteira, manifestando-se de maneira silenciosa, porém brutal e invisível aos olhos alheios.”
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