Cuidar da Infancia
DUAS ESMERALDAS
Senhores, vedes aquela que passa peregrina?
Dela vos falarei com extremo gosto
Desnecessário se fará falar do rosto
Visto que tudo nela fascina
Talvez presumam que gabarei divina,
A qual velo, e que exagerarei no gosto
Eu vos direi que não... sol-posto,
Certo dia, no esplendor da lua albina
Eu vi, senhores, seus olhos brilharem
Na forma e na cor de duas esmeraldas
E como que apaixonados me fitarem
Dizei, vós, ó meus amigos em tela
Deve a musa enfeitar-se em grinaldas
E junto a mim rumar à capela?
Natalicio Cardoso da Silva
Só conhecemos o que podemos ver, certo? O que podemos sentir fisicamente. E tudo pode mudar de repente. Uma coisa acontece e muda todo o resto.
Parecia que havíamos perdido tudo. Mas achamos a coisa mais importante que nunca saberíamos procurar. Umas às outras.
Oh vida!!!
Não me faça rir.
Ontem eu estive ali
E hoje, estou aqui
Como o tempo passa...
E hoje, eu sem graça
A saudade me toma de novo
Para reforçar o quanto vale a pena viver
Viver..viver...e nunca esquecer de viver.
É preciso viajar sozinho
Se você nunca viajou sozinho, talvez não esteja preparado para viajar acompanhado.
Já vou te avisando! Preste bem atenção!
Vai ser preciso compartilhar, ouvir, ceder, às vezes, recuar . O ritmo não vai ser o mesmo, nem os pensamentos, as idéias então, nem se fala.
Você vai precisar respeitar mais do que amar, porque o amor se constrói no "respectus" do latim, que quer dizer "olhar outra vez".
Porque quando você olha pela primeira vez quer desistir, mas quando olha novamente enxerga no outro a si mesmo, com seus erros e falhas.
Isso mesmo, somos reflexos uns dos outros, e naquilo que apontamos, pasmem, é bom nisso que erramos(sei que há exceções).
Neste segundo olhar é possível entender que há um limite entre o que eu quero fazer e o que eu posso fazer.
Isto é, eu não posso produzir no outro sentimentos dolorosos dos quais eu mesmo não gostaria de sentir, e nesse respectus, se resume o amor.
Viajar é o nosso destino, se acompanhado ou não, já é uma escolha; e nossas escolhas muitas vezes divergem do que está no coração, ou melhor, no entendimento.
Porque nosso coração não pensa, ele sente, no entanto, nosso entendimento rege, ou pelo menos deveria reger essas escolhas.
Estar sozinho no trajeto é conhecer a si mesmo, crescer, amadurecer; quem caminhou sozinho foi forjado nas dificuldades da vida.
Por isso, agora, sabe que está pronto para compartilhar aquilo que tem de melhor.
Mas entenda, agora, para que tudo dê certo, é necessário outro caminheiro forjado na batalha, pois aí haverá troca de experiências.
Espere só um momento! Não estou aqui para te ensinar a escolher seu caminheiro, de forma alguma!
Digo apenas o que é real, que as caminhadas cada vez mais se encurtam pela falta de experiência, conhecimento e firmeza.
Tudo se acaba porque nunca caminharam sozinhos, os dois previam pegar uma “carona”.
Cada um imaginou que o outro estava preparado, mas na verdade, nenhum dos dois havia levado água no cantil.
Mortos de sede, agora trocam farpas, se ofendem, não se suportam, porque havia muito amor, mas pouco “respectus”; não conseguiram se “olhar outra vez”.
Um novo sol iluminou
De azul e branco essa bandeira
São 100 anos de histórias
Portela, passado de glórias
Salve Osvaldo Cruz e Madureira *(BIS)*
Num centenário de felicidades
Portela faz vibrar seu pavilhão
O mundo se rendeu a esse manto
Que Antônio Caetano assim criou
Paulo Benjamim de Oliveira
Edificou essa raiz
Natal, homem forte da Portela
Tornou essa raiz mais bela, vitoriosa e feliz (.feliz) *Refrão*
Aniceto da Portela,
Alberto Lonato e Ventura
Antônio Rufino e Mijinha
Alcides Malandro Histórico
Chico Santana, Armando Santos, Manacéia e Casquinha
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