Cuidando do meu Jardim
Eu não julgo, porque sei o peso que é ser julgado. Meu alívio é saber que Deus conhece a verdade do meu coração.
Deus, purifica meus lábios. Que eu não use mais piadas sujas, nem palavras nojentas. Que meu falar honre o Teu nome e leve esperança a quem me ouve. Que eu edifique com minhas palavras, não destrua. Amém.
Jesus, limpa minha boca e meu coração. Que eu pare de falar o que não edifica e passe a espalhar palavras que curam e constroem.
Julgam meu rosto, mas nunca suportariam a força que carrego em silêncio. Eu sou a calma... antes de mudar o mundo.
Eu vou crescer, vencer e prosperar com Deus como meu guia. E vou fazer isso sem maldade, sem inveja, sem ódio. Porque quem anda com Deus não precisa destruir ninguém.
👣 Meu caminho tá diferente…
📚 Não por acaso, mas por ter lido O Segredo para se Tornar Trilionário
Agora é só continuar plantando.
Verbos afáveis salvam meu repertório
e tornam possível minha tênue,
mas consistente,
expressão do ser.
Descortino fases, votos, risos e sensações profundas,
Sem saber do tempo que resta.
Meu andar, esbarrou em escombros.
A história passa assim, rapidamente,
Escuto presságio de lucidez
Que me inspira e apaga a desordem.
Em evolução comprimida,
Na escalada desse isolamento inóspito,
Vejo cenas cintilantes de calor infinito.
Verbos afáveis salvam meu repertório
e tornam possível minha tênue,
mas consistente,
expressão do ser.
E nas manhãs sem desatinos
Ouso e faço meu louvor
Espírito do Natal envolva as famílias
Em paciência, sabedoria e amor.
Ao meu amor
É tão bom ter você ao meu lado!
Melhor ainda, me sentir amado!
Não viver em devaneio,
Mas contigo o tempo inteiro.
Tu és minha linda, minha flor amada,
Companheira desta longa estrada
Poderia aqui expressar em canção,
Tudo o que está em meu coração
Porem em versos brancos
É que levo aos quatros cantos.
O desejo de te amar, amar
E juntos poder sonhar.
Artigo
Artigo meu grande amigo
Pergunto-te por que comigo?
Guando me deixará dormir tranqüilo,
Pois fico pensando, é isto ou aquilo?
Ha! Artigo velho!
Tu sabes bem o que anelo.
Pois se não fosse o meu amigo diploma.
Eu já havia te deixado em coma!
Ou na frente do hospital,
E ai queria vê se tu és o tal?
Até os poemas deixei de lado.
Pois viestes e fizestes um grande estrago.
Porem, não está morto quem peleia
Mesmo ainda que eu veja a coisa feia.
Sigo peleando só com o cabo da adaga
Pois logo, logo esta historia acaba!
Lavrei, lavro, lavrarei
Amarrando com braços fortes
Meu arado em cavalos alados
Campos magnéticos cultivarei
Plantio de estrelas
No espaço que conquistei
Sirvo-me como um servo desse plantio
Que tantas safras imaginei
Em cromo e terras-raras
Hidrogênio semiei
Eta Carinae
Errante Deusa que criei
Na magnitude do teu brilho
Me apaixonei
Teu curto tempo de vida
Para entendê-lo apenas te amei
Seguindo a Via-Láctea
Que é a rota mais certa
No expresso da imaginação
Que passa a noite por minha janela
Respeite seu cabra
A ração do meu bornal
A água do meu cantil
Sou filho dessa pátria mãe Brasil
Saiba que já estais na mira de meu fuzil
Feriste esse peito varonil
Manchaste as belas cores do meu Brasil
Negaste os filhos desta mãe gentil
Calaste os gritos de liberdade
Que nestas terras, surgiu!
Fugiste a luta do futuro de glórias mil
Que fulgurava nas Américas do meu Brasil!
Entre outros mil, tu eras a certeza Civil
O esplendor desse povo juvenil
Que de braços fortes a tantos já serviu
Eras o elo da liberdade do nosso Brasil
Seu cabra meus braços fortaleceu
Meu amor resplandeceu
Meus olhos se abriu
Respeite os filhos dessa amada, idolatrada pátria mãe Brasil.
ME DANDO SOPA
Meu compadre Zé
Companheiro que é
Me convidou pra tomar uma sopinha
Com a melhor cachaça que tinha
Má cheguei e sua bichinha
Que não é, comadre minha
Veie logo me dando sopinha
Mas, prato e colher não tinha
Compadre falava das coisas
E ela me dando sopa
Compadre ia pegar uma cachacinha
E ela me dando sopa
Compadre mostrava as coisas que tinha
E a bichinha, me dando sopa
Compadre dava uma saidinha
E ela me dando sopa
A prosa foi melhorando
E ela me dando sopa
O tempo passando
E ela me dando sopa
Compadre se abestalhando
E ela me dando sopa
A noite foi chegando
E ela me dando sopa
Compadre se embriagando
E ela me dando sopa
Fui ficando de água na boca
Compadre deu uma toradinha
Peguei a danada da sopinha
Me fartei da bichinha
Adeus, amigo.
Chame-me meu amigo
Quero ter uma prosa com ele
Amigo véi,
Tá chegando minha hora
Findou meu caminhar
Gostei da jornada, não tenho nada pra reclamar.
Fiz quase tudo que estava previsto
Fiz também alguns imprevistos
Mas nada que possa me envergonhar
Li o livro todinho, não deixei nenhuma página passar.
Umas eu conto, outras é melhor não contar.
Amigo véi,
Cabra valente, nunca me faltou com a palavra dada.
Ferro na casa de ferreiro, amigo de dores e festejos.
Comemore a minha ida com alegria e fale pra todos do amigo que tinha
Amigo véi!
As dores tão querendo atrapalhar
Os olhos teimando em fechar
Mas já tô no dia e no lugar.
Ora, o momento pode esperar.
Amigo véi
Quero me desculpar
Porque minha amizade nunca conseguiu, com a sua empatar.
Mas fico feliz sabendo que a sua tá em primeiro lugar
Amigo véi!
A hora acabou de chegar
A ordem vêi lá de cima e eu não posso questionar
Faça-me o último favor
Chame todos pra cá
Mulher e filhos fiquem com Deus
Adeus, amigo
Amigo, adeus.
