Cuidando do meu Jardim

Cerca de 130576 frases e pensamentos: Cuidando do meu Jardim

⁠Precisamos dominar nossas reações diante de todos os momentos ruins, não é fácil, mas é necessário.

Inserida por maxdopiseiro

⁠Há uma enorme diferença entre ser colega e ser amigo. O primeiro tá no plano da fantasia; o segundo é a mais linda arte de praticar amizade.

Inserida por rdgcarmo25

⁠Quando estiver triste e achar que ninguém te ouve, escreva. As folhas de um caderno irão te entender

Inserida por rdgcarmo25

Amar por aparência é caminhar pela longa estrada do sofrimento.

Inserida por rdgcarmo25

Não casei, não tive filhos. fui minha melhor companhia.

Inserida por rdgcarmo25

⁠O termo "família" é carregado de mistérios. De fato não sabemos quem está do nosso lado.

Inserida por rdgcarmo25

⁠O inimigo mais difícil de derrotar é o próprio ego.

Inserida por tocantins

⁠Sei que a maioria de vocês não se lembra de mim, mas eu conheço todos vocês.

Inserida por pensador

⁠Mesmo preso a anos-luz de distância na Terra, nunca parei de tentar voltar pra casa.

Inserida por pensador

⁠Quando você cai, é a sua chance de se erguer com tudo!

Inserida por pensador

⁠O Universo vai tremer à minha sombra.

Inserida por pensador

⁠Aqui é a minha casa. Vou lutar por ela, mas não consigo fazer isso sem vocês!

Inserida por pensador

⁠Você pode ter a força, mas está com medo demais para usá-la.

Inserida por pensador

⁠Um dia eu vou ficar bem
Só pra te querer mais

Inserida por droplets

⁠Tentei preencher um vazio que me foi deixado por você,
Mas no fundo sabia que o único que poderia consertar isso, seria quem o causou.

Inserida por Manusaid


Ser


Uma sincera compreensão por tudo o que possa vir causar aborrecimento, pode amenizar a angústia e a desilusão do não poder dar uma solução... basta você saber SER, saber sentir, saber entrar e saber a hora de sair. Calar, quando o mundo estiver gritando, e falar somente quando não mais estiver aguentando a pressão, é preciso compreender o que está ao a redor, é preciso aprender a ser um ser, só.

Inserida por liduinadonascimento2

Separadamente


É chegada a sua vez, seja feliz, agora a minha vez, tentarei ser, tempo de viver o que nos resta... que haja também, tempo para respeitarmos todos os horizontes e nossos limites mutamente... embora as nossas vidas, sigam juntas, mas separadamente, com os nossos medos, com as nossas tímidas vontades de reaprender à voar, as nossas almas à nos conduzir pelos caminhos da poesia, fazem a festa, indefinidamente.




Inserida por liduinadonascimento2



Amor platônico



Terreno abandonado,
espaço baldio.

Dia amanhecido
casa abandonada
alma desolada.

Amar sozinho,
coração estarrecido.

Telhado cantante
amor de ilusão, paixão
de estudante.

Passarinhos soltos,
lua nova, deslumbrante.

A solidão aumentando
a paz vai acabando...

Olhos tristes, repletos
de sonhos vazios.

Desejos perdidos,
largados num terreno
da alma,
totalmente esquecidos.

Inserida por liduinadonascimento2


SILÊNCIO CORTANTE



O que dizer às lágrimas
ligeiras, escorrendo feito rio incontrolável...
será que adianta? Se por onde passa, só assiste
um terreno abandonado, um espaço baldio.
Amor platônico é um dia amanhecido,
sem réstia de sol, numa casa feia, abandonada,
com as janelas fechadas, sem circular a ventania,
de folhagem seca, roçando o telhado, ferindo
sem dó, a alma desconsolada.
Amar sem ter amor, coração estarrecido,
confusão de gatos gritando... rasgando a noite,
confortando um silêncio cortante, asas doloridas,
quebradas, de invernos, são os pássaros da ilusão,
eterna adolescente, cegueira sem cor é a paixão.
Sonhos não passam de passarinhos soltos,
fantasiando sempre alcançar a lua deslumbrante...
com olhos de sonhos vazios, mas repletos de amor,
fitando o céu sem amor, vida de solidão aumentando,
a paz aos poucos se acabando... perdida, terreno
abandonado e esquecido, é uma alma sem amor.

Autora: Liduina do Nascimento

Inserida por liduinadonascimento2


Uma pedra


A janela do tempo chamou
a atenção da vida...
que aos poucos estava indo.
À beira do riacho, pensativa,
queria dizer qualquer coisa,
contar
que a menina que havia,
e que corria depois pelos caminhos,
sorrindo, quando as flores azuis
pequeninas colhia...
e as amava,
elas lhe causava estranha alegria,
porém a menina, não estava mais.
A descoberta aconteceu
no descer as escadas da casa,
no topo da serra, por onde
destemida atravessava o riacho,
envolvia-se com o barulho
das fontes, incessante feito
os pensamentos que ferviam.
De fundo, o verde.
Inconfundível, chamando,
cantava o sabiá-laranjeira...
ela escutava,
entre outros cantos.
De volta à realidade,
sentia a brisa
refrescante, sob o sol brando.
Pés de caminho livre, pedras variadas
de cores, algumas delas
escorregadias por força do limo.
Um sonho fugindo,
sequer aparecia.
O encanto era só da natureza,
e não da sua alma,
por dentro morriam as fantasias.
Precisava voltar para um lugar
que já não era refúgio,
enfrentaria o evidente agora!
Sem lágrimas ou desgostos,
sem desejos de nada mais percorrer...
De nada mais precisava e,
sem pedras nas mãos, delas
apenas uma, e precisava,
para pôr no lugar do coração,
aos poucos estava à morrer.

Inserida por liduinadonascimento2