Cuidado

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"Cuidado em não ter um PROPÓSITO. Quer exercer muitas partes do corpo de Cristo e o que realmente você faz parte, não ATUA."

—By Coelhinha

“A intransigência é um dom que não vem de Deus. Então cuidado com o caráter que você insiste em manter e acabe expressando uma atrofia espiritual que poderá ter graves consequências...os fariseus, com os herodianos, tramaram, contra Jesus, a maneira como haveriam de matá-lo”

—By Coelhinha

“Um abraço ou ato de cuidado genuíno pode comunicar cura e esperança à alma de quem recebe."


—By Coelhinha

"Cuidado com o lobo em pele de cordeiro e com o inimigo em pele de amigo."


—By Coelhinha

​"Tenha cuidado com quem compartilha seus sonhos, planos e metas. Nem todo mundo é um ser humano no sentido pleno; alguns agem como agentes ou 'captadores de sorte'. Aceite essa realidade e proteja o que é seu."⁠

⁠CUidado:
LEItura e CUltura
CAUSAm
LIBERTAÇÃO

De algumas pessoas cuide, de outras cuidado!

A dor pede cuidado, mas nem toda decisão tomada pela DOR deixa de produzir novas dores.

Carlos Eduardo Balcarse

⁠Não existe mais
Mapinguari
morando no mato,
Mesmo assim
é preciso seguir
com cuidado
nesta vida;
O Bicho-Preguiça
continua útil,
se seguir preservado.

Os tempos mudaram
definitivamente...

Só sei que existe
mais de um
Mapinguari
por todos os lados,
E não têm mais idade
e as línguas deles
estão sempre afiadas.

Os tempos são outros...

O Bicho-Preguiça
traz o melhor ensinamento:
O convívio não
pede enfrentamento
com Mapinguari de qualquer tipo.

Os tempos de hoje pedem que
não seja dado mais nenhum espaço.

Quando um Mapinguari surgir
para provocar ou mentir,
é só mudar o seu caminho,
fingir que escuta,
deixar falando sozinho
ou comece a ler um livro.

Só não deixe o Mapinguari
continuar enchendo os seus ouvidos.




Temos que ter cuidado com aquilo que abastecemos as nossas mentes, porque os muitos gatilhos mal utilizados na comunicação podem tirar o descanso e nos deixar abalados. Antes de ler qualquer assunto delicado, respire, prenda o a por 3 segundos e expire antes de começar a ler.

Sob a sombra
do seu cuidado:
tudo foi confiado.

Ah Deus,
apesar dos dias
difíceis, eu
sinto o teu cuidado
em cada detalhe,
gratidão!

"Dizem para termos cuidado com o que dizemos, pois nossa língua pode partir corações. Só que meus ouvidos ouvem coisas que partem não apenas meu coração, mas também estouram meus tímpanos, entopem minhas arterias e me enchem o sapo!"
Texto Meu 0920, Criado em 2018


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Vegetarianos! Cuidado com a couve que vocês estão comendo. Já pensaram que ela pode estar sendo plantada, colhida, embalada, transportada e vendida, utilizando-se trabalhadores mal remunerados, sem direitos trabalhistas, sem plano de saúde. Nunca pensaram nisso? Por que não?"
Texto Meu 0960, Criado em 2020


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Se a polarização teve o cuidado de criar mecanismos para alimentar vieses de confirmação de ambos os lados, talvez o foco seja a guerra palavrosa em detrimento da razão.


Quando a polarização se instala, ela não se contenta em só dividir: constrói mecanismos sutis para reforçar os vieses de confirmação de cada lado.


Alimenta certezas pré-fabricadas, faz do contraditório um inimigo e transforma o diálogo em trincheira.


Nesse cenário, a razão deixa de ser o norte e se torna apenas adereço, usada quando convém e descartada quando incomoda.


O que prevalece não é a busca pela verdade, mas a guerra palavrosa, em que vencer importa mais do que compreender.


E assim, o que poderia ser um espaço de encontro, se reduz a um medonho campo de batalha onde todos falam, mas quase ninguém realmente escuta.

Bendito seja Deus, que teve o cuidado de escolher o 28.º dia de outubro — ou nada — para me favorecer com a graça de confiar-me àquele que veio para laurear meus dias e, por vezes, salvar-me até de mim mesmo: o Homem da minha vida!


A ti rogo toda sorte de bênçãos, em nome de Deus Pai, de Deus Filho e do Espírito Santo.


Sei bem que tu sabes, mas a minha eterna gratidão pela tua existência — e a certeza da finitude da vida — obrigam-me a repetir: te amo, filhão!


Feliz aniversário!


Ao meu filho amado, Alessandro Teodoro Jr.!

⁠Não há cuidado mais bonito e charmoso que cuidar de quem não está doente.

⁠⁠Não há cuidado mais Bonito e Charmoso que cuidar de quem não está doente.




Porque a declaração de amor mais cheia de charme e beleza é aquela que cuida, mesmo sem precisar.




Há cuidados que nascem da urgência — e há outros que florescem do afeto.




Cuidar de quem está bem é tocar o invisível: proteger a saúde com ternura, manter o riso aquecido antes que o frio chegue.




Quando o cuidado não vem do medo, mas da vontade de permanecer, ele se transforma em poesia.




É um gesto que se adianta à dor — um afeto que não espera a ferida abrir para se apresentar.




Porque o verdadeiro cuidado é assim: não grita, não exige, não visa retorno — apenas se oferece, como quem descobre beleza no simples ato de permanecer por perto.

⁠O cuidado da justiça não se confunde com lentidão quando o que se policia é a capitalização da idoneidade do réu.


Há demoras que ferem, desgastam, humilham e fazem da espera uma segunda pena.


Mas há também cautelas que não nascem da morosidade: nascem do dever de impedir que a aparência de integridade vire moeda de blindagem moral.


Nem toda reputação limpa é prova de inocência, assim como nem toda acusação é prova de culpa.


A justiça, quando digna desse nome, não pode se curvar nem ao clamor que condena depressa, nem ao prestígio que absolve por antecedência.


Existe um tipo de distorção muito sofisticada no tribunal social e, por vezes, também no institucional: a transformação da idoneidade em capital simbólico.


Nesse jogo, o réu deixa de ser examinado pelos fatos e passa a ser protegido pela biografia, pelos títulos, pelos vínculos, pela imagem pública cuidadosamente lapidada.


Como se anos de respeitabilidade pudessem revogar a possibilidade de um erro, de uma violência ou de uma perversidade.


Como se o passado socialmente premiado pudesse sequestrar o presente sob investigação.


É aí que o cuidado da justiça se impõe como vigilância ética.


Não para punir a honra, nem para demonizar trajetórias, mas para recusar que elas sejam usadas como escudo automático.


Porque a idoneidade, quando convertida em ativo defensivo antes da prova, deixa de ser virtude e passa a operar como influência.


E toda influência indevida, mesmo revestida de bons modos, corrompe silenciosamente o ideal de igualdade diante da lei.


A pressa é perigosa, a reverência também.


Há réus que não são poupados por falta de provas contra eles, mas pelo excesso de símbolos a favor.


E isso exige uma justiça suficientemente séria para distinguir prudência de submissão, cautela de conivência e devido processo de complacência seletiva.


O verdadeiro cuidado não atrasa por fraqueza; ele examina com rigor para que nem o preconceito condene, nem o prestígio absolva.


No fundo, o que está em disputa não é apenas o destino de um réu, mas a credibilidade moral da própria justiça.


Porque toda vez que a idoneidade percebida vale mais que a verdade apurada, o processo deixa de ser instrumento de equilíbrio e passa a ser palco de hierarquias disfarçadas.


E onde a imagem pesa mais que os fatos, a justiça já começou a perder sua coragem.

⁠Cuidado com o que você deixa para amanhã; o amanhã tem a estranha mania de ser tarde demais.


A gente costuma tratar o tempo como se ele fosse uma espécie de cofre inesgotável, onde podemos guardar palavras, beijos e abraços, pedidos de perdão, declarações de amor e sonhos adiados.


Dizemos “depois eu faço”, “amanhã eu ligo”, “quando tiver tempo eu vou”, como se o amanhã fosse uma promessa assinada pela vida.


Mas definitivamente não é.


O amanhã é apenas uma possibilidade.


O único tempo que realmente nos pertence é este instante — imperfeito, apressado, às vezes confuso, mas ainda disponível.


Há palavras que perdem o sentido quando finalmente são ditas.


Há abraços que chegam tarde.


Há pessoas que esperamos encontrar novamente e descobrimos, quando já não podemos voltar atrás, que aquela era a última vez.


Talvez por isso a vida nos ensine, quase sempre pela ausência, que adiar também é uma escolha.


E algumas escolhas custam caro demais.


Não deixe para amanhã o carinho que pode ser oferecido hoje.


Não economize “eu te amo” por medo de parecer vulnerável.


Não adie o perdão que pode devolver paz ao coração.


Não espere a ocasião perfeita para viver aquilo que realmente importa — porque a vida muito raramente avisa quando uma ocasião é a última.


No fim, talvez o maior desperdício não seja perder tempo, mas desperdiçar as oportunidades que o tempo nos concedeu.


Porque o relógio não tem compromisso com os nossos planos.


E, às vezes, quando finalmente estamos prontos para fazer, dizer ou viver aquilo que adiamos por tanto tempo, descobrimos a mais silenciosa das verdades:


O amanhã chegou — mas aquilo que queríamos já não está mais lá.