Crônicas Pequenas

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Busque com fé e leveza a positividade contida em todos os seres e em todas as coisas. Se preciso for, vá ao fundo do poço para encontrar bons motivos para seguir em frente. Seja leal aos seus anseios e não traia os seus sonhos. Faça do seu ideal de vida um belo exemplo de perseverança e desprendimento. Creia no impossível, porque crer no possível não demanda esforço e nem sabedoria. Pois, o que vem fácil em nada nos acrescenta”.

Você é tipo sei lá, você faz falta, faz me lembrar de coisas engraçadas, de momentos divertidos e de coisas que não tem nada haver com você. E como se ainda estivéssemos ainda juntos sabe? Mas não estamos! Na verdade pra você talvez nunca tivéssemos mesmo. Você foi embora sem um Adeus, sem um abraço e sem um fica aqui comigo pra sempre.

Seu mundo todo se transformou. Você se dá conta de que o chão embaixo de você mudou. As coisas estão incertas. E não há como voltar atrás. O mundo ao seu redor é diferente agora. Irreconhecível e não há nada que você possa fazer sobre isso. Você está preso. O futuro está na sua frente. E você não tem certeza de que gosta do que vê. Como eu disse, não sou muito fã de mudanças.

Bom mesmo é quando vc encontra alguém que não complica as coisas, que torna momentos simples, nos mais agradáveis. Que te faz sorrir com coisas bobas, que nos faz sentir-se a pessoal mais especial do mundo, mesmo vc sendo do jeito que é. Pessoas assim agente não encontra todos os dias, por isso, quando encontrar, dê valor, dê carinho, cuide para que essa pessoa fique sempre ao seu lado...

Minha lâmpada de cabeceira está estragada. Não sei o que é, não entendo dessas coisas. Ela acende e, sem a gente esperar, apaga. Depois acende de novo, para em seguida tornar a apagar. Me sinto igual a ela: também só acendo de vez em quando, sem ninguém esperar, sem motivo aparente. Para a lâmpada pode-se chamar um eletricista. Ele dará um jeito, mexerá nos fios e em breve ela voltará a ser normal, previsível. Mas e eu? Quem desvendará meu interior para consertar meus defeitos?

"Não preste atenção quando eu falar coisas desagradáveis, não desista de mim quando eu te pedir pra desistir, não me mande ir embora. Apenas me mostre que aguenta meus surtos, me mostre que o amor pode sim ser o suficiente, mostre pra mim e pro mundo que quando se ama, não é tão complicado assim enfrentar os problemas. Mas por favor, não esqueça de demonstrar que me quer, que sou unica pra você."

A gente anda esquecendo das coisas importantes. As pequenas felicidades. Os pequenos luxos. Os pequenos momentos. O simples. Meu Deus, como é simples ser feliz. Por que complicamos tanto a vida? Por que achamos que amar é tão difícil? É fácil, fácil. O amor correspondido é uma das melhores – e mais gostosas – sensações do mundo todo. Os pequenos momentos em que você curte com você mesmo são incríveis…

É provável que estivessem mentindo, eles dizem que eu preciso aceitar mais a realidade das coisas, a dureza das coisas, e às vezes penso que tornam de propósito as coisas mais duras do que realmente são, só pra ver se eu reajo, se eu enfrento. Mas não reajo nem enfrento. A cada dia viver me esmaga com mais força.

Para mim, a verdade, essa integridade de que falo, acha-se em todas as coisas. Portanto, a idéia de que necessitais progredir em direção à realidade é uma idéia falsa. Não se pode progredir na direção de uma coisa que sempre está presente. Não se trata de avançar para o exterior ou de voltar-se para o interior, mas sim de se libertar dessa consciência que se percebe a si mesma como separada.

Ora, essas coisas psicanalíticas só são compreensíveis se forem relativamente completas e detalhadas, exatamente como a própria análise só funciona se o paciente descer das abstrações substitutivas até os ínfimos detalhes. Disso resulta que a discrição é incompatível com uma boa exposição sobre a psicanálise. É preciso ser sem escrúpulos, expor-se arriscar-se, trair-se, comportar-se como o artista que compra tintas com o dinheiro da casa e queima os móveis para que o modelo não sinta frio. Sem alguma dessas ações, criminosas, não se pode fazer nada direito.

Sigmund Freud
A Pfister, 5 de junho de 1910

Experimentou sentir ódio, lembrar pessoa, coisas e fatos desagradáveis, apalpar novamente a tessitura sombria do que vivera, a massa espessa de que era feita a mágoa, e todos os desencontros que tinha encontrado, e todos os desamores desilusões desacatos desnaturezas não, não, já nem ódio queria, que encontrasse ao menos a tênue melancolia, aquele como-estar-debruçado-na-sacada-num-fim-de-tarde, a tristeza, a solidão, a paixão: qualquer coisa intensa como um grito.

Amor é aceitar quando as coisas perdem o sentido, é ser sensível o bastante para entender quando você não cabe mais no outro, quando o outro não encaixa mais em você. Amor é ter a consciência de que o amar não existe apenas enquanto o outro está do lado, o amar deve permanecer principalmente quando o outro não está mais ao teu lado.

E depois de um tempo as coisas se acalmam, e a gente nem consegue entender como foi que ficamos tão perdidas, tão sem chão, tão sem saber como seguir! Depois de um tempo seguimos, e novos caminhos trazem a luz que ilumina os momentos de sombras já passados, já sobrevividos! E essa luz nos faz sorrir novamente e novamente acreditar na vida!!!

"tem coisas que por mais que você queira muito,e você pensa que te faz bem, não faz...Como, o que atrasa tua vida pode te fazer bem? Pura ilusão...Isso se chama FALSA FELICIDADE, busque a verdadeira felicidade, você é capaz não se contente com os atrasos, eles só servem para mostrar que existe coisas bem melhores a se descobrir e viver".

“Não é fácil explicar. Eu sou assim, meio morto por dentro. Faço as coisas por empolgação e no outro dia, sei lá. Sou dessas pessoas que ficam procurando as canções no rádio até achar um clássico, algo perfeito para aquele horário do dia, aquele semáforo. A música acaba e eu troco de estação.”

Às vezes me pego olhando fixamente para a sua foto na esperança de que as coisas mudem aqui dentro. Queria ter um medidor dentro do peito, uma espécie de amordômetro, que a cada vez que eu esbarrasse com algo seu, sinalizasse em que nível está o meu amor. Algo que me desse a esperança não de que um dia isso passará, porque eu sei que vai, mas a de que já está passando, que falta pouco para que eu me liberte e te olhe sem parecer ter passado óleo nos olhos, com o coração sossegado, sem a urgência de querer habitar o seu mundo.

Falar coisas bonitas mostra que você sabe usar o cérebro, reconhecer erros e pedir desculpas mostra que tem humildade, dar valor a pequenos gestos, se colocar no lugar do outro e não brincar com os sentimentos mostra que você tem um coração e sabe que ele doe, chora e também palpita de alegria.

Amar plenamente, com sinceridade, é declarar demasiadamente, naquele momento de saudade...coisas que se diz a quem se ama; Coisas la do fundo do coração que de repente deixamos a pessoa saber...podem provocar lágrimas de emoção, lagrimas de comoção...porém são momentos de pura erupção, como se nosso coração fosse um vulcão que não aguenta mais segurar tanta lava...lava de amor, lava de eternidade...

Mas as coisas vão acontecendo… as pessoas se vão, ou deixam de nos amar, ou não nos entendem, ou nós não as entendemos… E nós perdemos, erramos, magoamos uns aos outros. E o navio começa a rachar em determinados lugares. E então, quando o navio racha, o final é inevitável. (…) Mas ainda há um momento entre o momento em que as rachaduras começam a se abrir e o momento em que nós rompemos por completo. E é nesse intervalo que conseguimos enxergar uns aos outros.

John Green
Cidades de Papel

Casa de vó é um monte de coisas mas principalmente um recanto de saudades, de saber que ali o tempo é escasso e passa depressa, de entender que nesse refúgio os momentos devem ser sugados até a última gota, porque a lembrança do quintal, do alpendre florido de orquídeas e da TV sintonizada nos canais tradicionais é muito passageira, ainda que eterna...