Cristão
Tristeza e aflição são coisas às quais o cristão está sujeito, e estou pronto a defender o argumento que a ausência de um sentimento de tristeza no cristão em certas circunstâncias não é uma recomendação para a fé cristã. Não é natural, não vem do Novo Testamento, e é uma característica produzida mais pelo estoicismo, ou um estado psicológico produzido por certas seitas, do que pelo cristianismo. Não há nada mais instrutivo ou encorajador, ao ler as Escrituras, do que observar que os santos de Deus estão sujeitos às fraquezas humanas. Conhecem a dor e a tristeza, sabem o que é sentir solidão e desapontamento. Temos exemplos abundantes disso nas Escrituras; e o vemos na vida do apóstolo Paulo, talvez mais do que em qualquer outro. Ele estava sujeito a estas coisas, e não escondia o fato. Ele ainda era muito humano, apesar da sua extraordinária fé e das notáveis experiências que teve em sua comunhão com o Senhor. Pois bem, estas coisas podem ser encontradas ao mesmo tempo, e o cristão jamais deve considerar-se como alguém que está isento de sentimentos naturais. Ele tem algo em si que lhe permite elevar-se acima de todas essas coisas; mas a glória da vida cristã é justamente que podemos viver acima destas coisas, ainda que as sintamos. Não é uma ausência de sentimentos ou emoções. Esta é uma linha divisória de extrema importância.
Quero então mostrar a diferença entre o meio cristão de tratar da ansiedade, e este outro método. O que o apóstolo diz que devemos fazer quando ameaçados pela ansiedade? Ele não se limita a dizer: "Parem de se preocupar". Isso é o que o senso comum e a psicologia nos dizem: "Parem de se preocupar, tenham domínio próprio." O apóstolo não diz isso, pela simples razão que é inútil dizer a uma pessoa nessa condição que pare dese preocupar. A propósito, também não é boa psicologia. Isso é o que chamam de repressão. Se alguém é uma pessoa de vontade forte, pode eliminar essas coisas da sua mente consciente, mas o resultado é que elas passam a operar na sua mente subconsciente, e isso é que se chama repressão. É uma condição pior do que a própria ansiedade. Mas não só isso — é perda de tempo, dizer à pessoa comum que pare de se preocupar. É por isso que digo que a psicologia de Paulo é tão importante. Pois esta é exatamente a coisa que não podem fazer. Gostariam de poder, mas não podem. É como dizer a um alcoólatra consumado que pare de beber. Ele não pode, porque é prisioneiro desse vício, dessa paixão. Da mesma forma, a Bíblia não diz: "Não se preocupe, isso talvez nunca aconteça". Este é um slogan psicológico popular, e as pessoas pensam que é maravilhoso — "Por que se preocupar? Talvez nunca venha a acontecer!" Mas se alguém me diz isso quando estou nesse estado, minha reação é: "Sim, mas pode acontecer. Esse é meu problema. Que faço, se acontecer? Essa é a essência do meu problema, então não me ajuda dizer que talvez nunca venha a acontecer". A terceira negativa é esta. Alguns tendem a dizer a essas pobres pessoas infelizes que estão ansiosas e preocupadas: "Não deve se preocupar, meu amigo, a preocupação é pecado, e toda a preocupação do mundo não vai fazer qualquer diferença". Isso é verdade, e é bom senso, sadio e correto. Os psicólogos, por sua vez, dizem: "Não desperdice suas energias. A sua preocupação não vai afetar a situação de maneira nenhuma". "Ah, sim", eu digo, "está muito bem, sei que isso é verdade; mas, sabe, não toca a fonte do meu problema, por uma simples razão. Estou preocupado com o que pode acontecer. Concordo com o que você diz, que a preocupação não vai mudar em nada a situação, mas a situação permanece, e é ela que está me causando esta ansiedade. O que você está dizendo é verdade, mas não resolve o meu problema particular". Em outras palavras, todos estes métodos não conseguem resolver a situação, porque eles nunca entenderam o poder daquilo que Paulo chama de "coração" e "mente" — estas coisas que nos controlam. É por isso que nenhum desses métodos da psicologia e do senso comum são de qualquer valia. O que, então, o apóstolo nos diz? Ele apresenta a solução na forma de uma injunção positiva. "Vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus". Essa é a resposta. Mas é de importância vital que saibamos precisamente como tratar disso. O apóstolo diz: "Vossas petições sejam conhecidas diante de Deus". "Ah", dizem muitos sofredores, "mas eu já tentei, eu já orei; e não encontrei a paz de que você fala. Não obtive resposta. Não adianta me dizer para orar". Felizmente para nós, o apóstolo também entendeu isso, e deixou-nos instruções específicas sobre como cumprir sua exortação. "Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplicas, com ação de graças". O apóstolo estaria apenas amontoando palavras aqui, ou estaria falando ponderadamente? Posso mostrar que ele na verdade está falando ponderadamente e com sabedoria, ao nos mostrar como tornar nossas petições conhecidas diante de Deus. Como devemos fazer isso? Primeiro ele diz que devemos orar. Ele estabelece uma diferença entre oração, súplica e ação de graças. O que ele quer dizer com oração? Este é o termo mais geral, e significa adoração e louvor. Se têm problemas que parecem insolúveis, se estão sujeitos a ficarem ansiosos e preocupados, e alguém lhes diz para orar, não corram a Deus com suas petições. Esse não é o caminho certo. Antes de tornar suas petições conhecidas diante de Deus, orem, louvem, adorem. Entrem na presença de Deus, e esqueçam os seus problemas por um pouco. Não comecem com eles. É só lembrar que estão face a face com Deus. Essa idéia de "face a face" está imbuída no próprio sentido da palavra "oração". Vocês entram na presença de Deus, tomam consciência da Sua presença, e ponderam na Sua presença — esse sempre é o primeiro passo. Mesmo antes de tornar suas petições conhecidas diante de Deus, vocês tomam consciência que estão face a face com Deus, que estão em Sua presença, e derramam seus corações em adoração. Esse é o começo. Mas depois da oração vem a súplica. Agora estamos avançando. Depois de adorar a Deus porque Ele é Deus, tendo oferecido nossa adoração e louvor de forma geral, passamos agora ao particular, e o apóstolo aqui nos encoraja a apresentar as nossas súplicas. Ele diz que podemos apresentar necessidades específicas a Deus, que a petição é uma parte legítima da oração. Então trazemos nossas petições, aquelas coisas que estão nos preocupando de forma particular. Estamos agora chegando perto de tornar as nossas petições conhecidas a Deus. Mas, um momento — ainda há uma coisa antes: "pela oração e súplicas, com ação de graças". Esse é um dos termos mais vitais desta lista. E é exatamente neste ponto que tantos se desviam quando estão nessa situação de que o apóstolo está tratando. Creio que não é necessário discorrer sobre o fato que, em conexão com estes passos, o apóstolo não estava simplesmente interessado em fórmulas litúrgicas. Que tragédia, que tantas pessoas se interessam pela adoração meramente num sentido litúrgico. O apóstolo não está preocupado com isso. Ele não está interessado em formalidades e cerimónias; está interessado em adoração, e ação de graças é absolutamente essencial, pela seguinte razão. Se, ao orar, temos qualquer ressentimento contra Deus em nosso coração, não temos o direito de esperar que a Sua paz guarde nosso coração e a nossa mente. Se caímos de joelhos, sentindo que Deus está contra nós, é melhor nos levantarmos. Devemos nos aproximar dEle "com ação de graças". Não podemos ter qualquer dúvida em nosso coração sobre a bondade de Deus. Não pode haver qualquer indagação ou desconfiança; devemos ter razões positivas para dar graças a Deus. Temos nossos problemas e dificuldades, mas quando estamos de joelhos, devemos nos perguntar: "Pelo que posso dar graças a Deus?" Precisamos fazer isso deliberadamente, e é algo que podemos fazer. Devemos nos lembrar disso, e dizer: "Estou com problemas neste momento, mas posso dar graças a Deus por minha salvação, porque ele enviou Seu Filho para morrer na cruz por mim e por meus pecados. Estou enfrentando um problema terrível, eu sei, mas Ele fez isso por mim. Dou graças a Deus por ter enviado Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, a este mundo. Agradeço a Ele por ter levado meus pecados em Seu corpo sobre a cruz, e por ter ressuscitado por minha justificação. Vou derramar meu coração em ação de graças por isso. E vou agradecer a Ele pelas muitas bênçãos que recebi no passado". Precisamos trazer à nossa mente razões para agradecer e louvar a Deus. Devemos nos lembrar que Ele é nosso Pai, que nos ama tanto, que até os cabelos da nossa cabeça estão contados. E depois de nos lembrarmos destas coisas, devemos derramar nosso coração em ação de graças. Precisamos ter um relacionamento acertado com Deus. Devemos compreender a verdade a Seu respeito. Portanto, devemos entrar em Sua presença com amor, louvor, adoração e fé confiante, e então tornar nossas petições conhecidas diante dEle. A oração que Paulo está pleiteando, em outras palavras, não é um grito desesperado no escuro, não é um apelo frenético a Deus, sem raciocínio ou ponderação. Não! Primeiro nós entendemos e nos lembramos de que estamos adorando um bendito, glorioso Deus. Adoramos primeiro, e então tornamos nossas petições conhecidas. Apressemo-nos para o terceiro grande princípio, que é a graciosa promessa de Deus a todos que fazem isso. Vimos o que precisamos fazer, fomos instruídos sobre como devemos tratar da questão, e agora vem a graciosa promessa a todos que fazem o que o apóstolo diz. Isto, obviamente, é o melhor de tudo, mas precisamos aprender como olhar para isso. Observaram a promessa, observaram seu caráter, observaram que nem sequer menciona as coisas que nos preocupam? Esse é o aspecto peculiar a respeito do método cristão de tratar da ansiedade. "Em tudo", diz o apóstolo — essas coisas que nos preocupam — devemos tornar as nossas petições conhecidas, e Deus irá removê-las todas? Não, Paulo não diz isso. Ele nem sequer as menciona, não diz uma palavra a respeito. Para mim essa é uma das coisas mais notáveis da vida cristã. A glória do evangelho é esta, que ele está preocupado conosco, e não com nossas circunstâncias. O triunfo final do evangelho pode ser visto nisto, que não importa quais sejam nossas circunstâncias, podemos estar em paz e seguros. Não menciona nossa condição, não fala a respeito destas coisas que estão nos perturbando e nos deixando perplexos, não diz uma palavra a respeito delas. Elas tanto podem acontecer como não acontecer. Eu não sei. Paulo não diz que aquilo que tememos não vai acontecer — ele diz que seremos guardados, quer aconteça ou não. Graças a Deus, essa é a vitória! Sou transportado acima das circunstâncias, sou triunfante apesar delas.
Ser cristão não significa que tu irás aos céus, mas sim tens que seguir Cristo para que ELE te leve ao pai Celestial.
CONHECIMENTO DA VERDADE -
E por falar no mundo cristão, disse o Cristo - "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (São João 8:32);
Entendo que nada pode substituir a verdade. E a verdade para ser verdade, não há necessidade de grande agitação. Ela é em si mesma;
Como é bom conhecer a verdade, sim, porque ela nos liberta de pretensões, inclusive;
Quem nunca imaginou situações e prospecções para o presente e futuro, envolvendo diversas áreas da vida?;
Depois, ao chegar perto, em contato com a realidade, com a verdade, entendeu que não era nada, pois só com a verdade foi possível saber?;
Sou apaixonado pelo Cristo por ele ser, pra mim, cristão interdenominacional, Deus conosco, Filósofo, Antropólogo, Psicanalista, Profeta...;
Podemos entender essas palavras dele, não somente de maneira espiritual, como as recebem os cristãos em todo o mundo;
Mas, também, psicologicamente para serem aplicadas na forma do nosso entendimento das pessoas e das coisas com as quais interagimos;
É sabido por todos os cristãos, e assim aceitamos e acreditamos que o próprio Cristo aplicou a palavra verdade, primeiro à pessoa dele;
Dizendo – “EU SOU O CAMINHO, E A VERDADE E A VIDA; ninguém vem ao PAI, senão, por mim.” (São João 14:6);
E por ser cristão, por minha fé se basear na sua pessoa como Salvador da humanidade, exercido no Seu sacrifício na Cruz, mesmo com essa imperfeição humana em mim é assim que eu creio;
Mas agora, quero pensar na verdade como algo que descobrimos após certa atitude ou descoberta sobre fatos, coisas e pessoas;
Ex.: Trabalhamos numa Empresa, somos informados que seremos promovidos em tal data e quando chega a tal data, descobrimos que essa possibilidade não existira;
Ou quando ficamos preocupados com alguém, pensando estar doente, sofrendo muito por algum infortúnio, porém, descobrimos que está bem em todos os sentidos;
Ou que estamos sem dinheiro para cumprirmos com algum compromisso e descobrimos que há dinheiro de sobra para os pagamentos e diversões;
Ou que fomos informados por um exame errado de sermos portadores de alguma deficiência e descobrimos que tudo foi apenas um erro;
Ou que não seria possível alcançarmos certa condição, mas a alcançamos por ser nossa capacidade acima das nossas expectativas;
Ou de estarmos dentro de casa, sermos informados por alguém que não devemos sair na rua, devido a grande tumultuo, vez que, ao sairmos na rua, percebemos que jamais ocorrera tal fato;
Ou que somos pobres, miseráveis e acabamos descobrindo que na verdade somos ricos por causa de certa condição ou herança deixada a nós;
Ou quando investimos incansavelmente numa área da nossa vida e acabamos percebendo que o alvo deve ser redirecionado... E por aí, vai.
Descobrir a verdade nunca será ruim, mesmo que a verdade aparentemente traga prejuízo a nós ela será mais que especial.
Pois, é na verdade que nos redescobrimos e redimensionamos os nossos propósitos de vida.
Com ela poderemos seguir sem medo de errar porque ela estará norteando nossa existência como que uma proteção invisível.
Eu gosto da verdade porque às vezes ela aparece como um adorno que embeleza nossa alma e nos faz melhor do que somos.
Não quero pensar naquela verdade que se tem que lutar com um leão para que ela apareça.
Quero pensar naquela verdade que surge de um modo meigo, singelo, respeitoso, livre, amoroso, indicativo, que finaliza e reinicia ao mesmo tempo.
A verdade é linda e maravilhosa, é ela quem preenche com clareza nossa virtude e nos dá destreza para compreendermos o que antes não compreendíamos.
É na verdade, que os nossos olhos brilham mais e nosso coração bate quatro por quatro, mas com mais vigor e contentamento.
E assim, na verdade, podemos viver em paz; no dia a dia, trabalhando, estudando, compartilhando ou não fazendo nada na vida.
A verdade é doce e requerida, quem não quer viver sob a libertação do conhecimento da verdade?
A verdade é um luxo que nos inspira à civilidade e compaixão, à dignidade e prontidão, ao amor e ao respeito numa consideração ímpar.
Tirem-me o que quiserem, mas não me tirem o conhecimento da verdade, pois sem ela eu seria apenas um andarilho na escuridão.
A maior virtude do Cristão é a sinceridade. Se você não consegue fugir nem da sua consciência, como poderá fugir de Deus? Seja sincero!
A segunda característica do cristão é sempre esta: uma profunda desconfiança de si e uma dependência do poder de Deus. Ouçam a Davi. Ele já tinha dito: “Cria em mim um coração puro... e renova em mim um espírito reto”. A Versão Revisada coloca da seguinte maneira: “Renova um espírito stedfast (inabalável) dentro em mim”. Observem vocês que ele era consciente de sua própria impureza. Davi pôde muito bem ter sentido assim. Ele foi um homem que havia experimentado a bênção de Deus, e tinha conhecimento da alegria do Senhor; e mesmo assim tinha caído nesses terríveis pecados. Então ele clamou por essa renovação dentro dele e por esse espírito inabalável. Eu ouso dizer que todo cristão sabe o que isso significa. Um cristão não é um homem que confia em si mesmo. Ele é o único que reconhece sua própria debilidade. Precisa ser um cristão para ver a grande negritude do seu coração e a fragilidade de sua própria natureza. Há um tipo de cristão, eu lamento dizer, que se comporta como se pudesse fazer todas as coisas. Ele teve uma experiência de conversão, e agora está pronto para encarar o inferno, o diabo e qualquer coisa. Pobre sujeito, ele não irá muito longe antes de perder esse senso de confiança. “Aquele, pois, que pensa estar em pé,” disse o apóstolo Paulo a tais pessoas, “veja que não caia” (1 Coríntios 10:12). Não, o cristão é um homem que reconhece sua própria fragilidade, e ele teme isso. Então ele ora por um espírito estável, um espírito inabalável. Ele quer ser um homem invulnerável.
(...) Ser um Cristão é andar num caminho estreito e reto. De ambos os lados deste caminho há cercas. Atrás daquelas cercas Satanás tem todos os poderes do mal ao seu dispor. Ele usa seu exército de demônios, e até nossas inconsistências internas, e nossa tendência de cair em precipitação. Ele usa todas aquelas coisas como dardos, e a cada passo que damos na peregrinação espiritual ele atira através e por cima da cerca, mirando nosso pé, nosso coração, nossas mãos, e nossos olhos. Cada passo do caminho é uma batalha.
A oração é natural para o cristão. É a respiração vital do crente. A razão pela qual alguns crentes andam tão abatidos e exaustos é que prendem sua respiração espiritual quando deveriam estar abrindo seus corações para Deus e recebendo a atmosfera divina que os cerca — Sua divina presença. Aquele que não estiver fielmente em oração, luta constantemente contra sua natureza espiritual. Está segurando seu fôlego espiritual.
Querendo ou não, para ser um verdadeiro cristão, tem que ser inteligente. Até mesmo ser educado. A educação necessita de intelecto.
O homem tenta definir com "julgamentos humanos" quem "verdadeiramente" é cristão ou não...
Jesus Cristo já definiu, na Cruz, alcançar por meio da graça (O Favor D"Ele) aqueles que por meio da fé creêm N'Ele...
Resumindo: não são os padrões humanos que justificam o homem, e sim o padrão estabelecido por Deus, e não por homens que tem um egocentrismo, uma prepotência do tamanho dos oceanos, e um dedo indicador terrível para apontar para as pessoas (julgamento).
"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
Não vem das obras, para que ninguém se glorie..."
(Efésios 2:8,9)
Reflexão filosófica cristã no meio cristão é “raro”! Somente quem tem “formação” e discernimento entenderá! Já leigos e Fanáticos religiosos têm demência intelectual! Sendo assim, sempre vão achar banal!
ENCORAJE OS REJEITADOS
nos atrás, um cristão de 30 e poucos anos assistiu nosso culto de adoração. Seus cabelos eram longos, multicoloridos e pontudos. Vestia roupas escuras e tinha múltiplos piercings e tatuagens. Foi bom somente os pastores saberem que ele tinha AIDS. Alguns ficaram literalmente boquiabertos e outros apenas lhe dispensaram aquele sorriso e olhar " É bom vê-lo na igreja, mas, por favor, não se sente perto de mim. " Contudo, durante o momento das saudações, alguns foram dar-lhe as boas-vindas e aceitação. Foram um manancial de encorajamento para alguém que havia sofrido sua parcela de rejeição entre as pessoas " cristãs ".
Barnabé foi um manancial de encorajamento para Saulo, que havia sido rejeitado devido ao seu passado ( Atos 9 ). Quando Saulo chegou a Jerusalém, três anos após sua conversão, muitos discípulos tinham medo dele e duvidaram da sua transformação ( v.26 ), por ele ter sido um perverso perseguidor de cristãos. Mas Barnabé, um judeu convertido, viu a obra da graça de Deus na vida de Saulo e tornou-se uma ponte entre ele e os apóstoos ( v.27 ). Saulo necessitava de alguém para caminhar com ele, encorajar, ensinar e apresentá-lo a outros cristãos. Barnabé foi essa ponte e fonte de encorajamento. Como resultado, Saulo teve comunhão mais profunda com os discípulos em Jerusalém e foi capaz de pregar o evangelho com liberdade e arrojo ali ( v.28 ).
Tornar-se uma ponte e fonte de encorajamento aos que têm um passado sórdido, mas cujas vidas foram transformadas pela graça de Deus, é arriscado. Mesmo assim, somos chamados, como Barnabé, a assumir esse risco e fazê-las sentirem-se bem-vindas e estimadas. Deus deu Seu único Fiho para nos acolher à Sua família. Devemos ser desejosos de nos doar em sacrifício ao encorajar e acolher os outros. - Marvin Williams
Leia: Atos 9:26-28
E lhes contou como Saulo tinha visto o Senhor no caminho... Barnabé também contou como, em Damasco, Saulo, pelo poder do nome de Jesus, havia anunciado corajosamente o evangelho ( v.27 ).
Examine: - Provérbios 12:18
- Hebreus 10:25
- Tiago 2:1-4
Considere: Você pode acolher e encorajar os que visitam a sua igreja nesta semana ? É importante enxergar além das aparências físicas ao encorajá-las em Jesus ?
O cristão não pode endeusar tudo que acontece em sua vida, corre o risco de cair no fanatismo tornando-se um teomaníaco, um chato e muitos se afastarão dele. Temos que ter uma fé sadia e madura.
Cristão patriota não é só aquele que vota em tempo de eleição, mas sim aquele que constantemente ora pela sua nação.
(Você que diz ser Cristão) Desperta, ó tu que dormes, e levante-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará. Pare de ficar postando besteiras, fotos, status no Facebook, Instagram, Twitter etc. Saiba usar essas ferramentas para evangelizar, enquanto você fica perdendo tempo aí com suas idiotices, besteiras, seus amigos estão morrendo e você se perdendo por falta de Sabedoria!
Se para ser Cristão bastasse não fazer coisas erradas, era só colocar o indivíduo numa cela solitária e faríamos dele um cristão nota 10. Mas o Cristianismo genuíno transcende os limites da conduta exterior. Ele vai às raízes. Cura lá dentro. Muda o coração, transforma a natureza, reproduz na pessoa a mente de Cristo. E o resultado de toda essa maravilha, chamada conversão, é uma vida cheia de atos bons...e cada vez menos atos maus.
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