Cristã

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A miopia espiritual prejudica a capacidade de ver as bênçãos de Deus na vida cristã.

Refletir na vida cristã é melhor do que apostar na vida profissional.

⁠Seria uma ingratidão ignorar as necessidades do próximo, quando a consciência cristã sabe o que fazer.

A distração é um dos maiores fatores de acidentes no trabalho; o mesmo ocorre na vida cristã quando inimigo nos distrai da fé e da Palavra de Deus.

⁠Para quem gosta de saúde, perfeição, felicidade e vida eterna é bom entrar na fila cristã, onde o caminho é apertado e estreito; mas, tem a garantia vitalícia de Deus por meio da fé, obediência e amor aos Seus mandamentos.

Acho que a igreja cristã não entendeu, o cristão mesmo não deveria estar ali trabalhando armado e nem ter armas, no Getsemani Jesus ensinou à não usar armas. Mas, o mundo moderno dá fardas e armas para cristãos.

Tenha atitudes e comportamentos nobres e não queira modificar as dos outros. Apenas, como bom cristão, aceite como eles são.

Igrejas


No primeiro século da era cristã, temos uma igreja espiritual, uma igreja que tinha como coluna da verdade o senhor Jesus Cristo. Sobretudo uma igreja dos apóstolos e cuja doutrina vinha do próprio Cristo e não dos homens. A única verdade era o Deus triuno sem nada de misticismos!Era uma igreja onde havia o fruto do espírito, havia amor. Os apóstolos trabalhavam para obter o seu sustento. Os apóstolos sofriam por causa dos irmãos, para que estes se desenvolvessem espiritualmente. Por fim, morriam por amor ao Senhor e amor aos irmãos! Todos os Apóstolos e alguns irmãos morreram martirizados.

Mas logo nesse tempo, o apóstolo Paulo disse:" Depois da minha morte virão falsos mestres, que não pouparão ao rebanho e virão falsas doutrinas ". Assim apareceu depois uma igreja mística, idólatra e fundamentada na mentira de um papa! Apareceu o erro do Gnosticismo e muitas mentiras, como são hoje as doutrinas erradas da igreja Católica, cuja principal divindade é " Maria" e o Marianismo! Depois temos uma igreja satânica na idade média ( cuja base era a inquisição ). Mas como se não chegasse surge também uma igreja protestante que também vai usar a inquisição! Os Anabatistas mataram por afogamento outros cristãos. Nos Estados Unidos, os protestantes fizeram uma das maiores caças às bruxas, matando muitos inocentes! Calcula- se que a inquisição protestante, tenha feito mais mortes do que a inquisição católica. O antissemitismo aparece tanto do lado Católico como do lado protestante.

Pergunto eu, Será que não tinham a bíblia, para verem, que estavam errados? Tinham a bíblia, como povo judeu sempre teve a Torah! Tinham mas não a praticavam! Mas ter a bíblia, não significa nada, mas sim pratica- lá, isso tem valor. Hoje às igrejas também querem ser ricas somente. Os pastores querem ser amados pelo povo, mas não amam ninguém! O maior problema não é o povo, mas sim os pastores que ensinam erros, como os " Dízimos" que não é pecado não ser dizimista! Hoje há pastores ricos e crentes a morrer de fome! O que tem isto a ver com a igreja do primeiro século da era cristã? Nada mesmo! Na católica temos um papa, nas evangélicas temos em cada pastor um papa! Estes papas oprimem os colegas subordinados, até os destruírem! Para que quero uma igreja assim? Mais vale só que mal acompanhado! Amém !

HelderDuarte

⁠Meditar diariamente nas escrituras e orar à luz da palavra é o auge da liberdade cristã.

A neutralidade não é virtude cristã: ou somos SAL, ou somos INÚTEIS.


Padre Overland

"O INVENTÁRIO DA AREIA E DO VENTO..."


Ah! Alcancei a crista da onda, aquele ponto cego onde o oceano se torna abismo e as águas, memória; um ápice que não é o topo da montanha, mas o momento em que a descida se torna a única forma de abraçar a terra. Já tenho em mãos o inventário do mundo: o sangue ramificado em filhos, o suor cristalizado em ofícios e os pequenos templos de tijolo que chamo de lar, mas à mesa, o banquete é de silêncio e o tilintar do garfo no prato vazio ecoa uma fome de ser...


A água na geladeira, guardada em vidros gélidos, retém o gosto de todos os rios que não naveguei, sabores de partida, espera e esquecimento que se misturam aos meus pensamentos, cavalos selvagens chicoteados pelo cronômetro. Eles galopam para o ontem em busca de um rastro, caem mortos no solo estéril do agora e fixam o olhar vítreo num amanhã que nunca se deixa tocar, enquanto meu centro se desfaz como um catavento enferrujado tentando ler o sentido dos ventos em dispersão...


Aos quarenta e oito invernos, o corpo reclama o aluguel do tempo e a força, antes uma lança de ferro, hoje é um fio de seda segurando o peso de uma existência que parece ter durado séculos. O álcool deixou de ser celebração para tornar-se um solvente, um mergulho em águas turvas para ignorar o naufrágio das células e os pequenos motins que minha própria biologia organiza contra mim...


Sinto a falta daquela euforia bruta dos finais de ciclo da juventude, da liberdade que cheirava a asfalto quente, antes que o acúmulo de dias se tornasse uma biblioteca de angústias. O livro da [minha] vida decidiu queimar suas próprias páginas; a história quer se abreviar, quer o ponto final antes que a tinta acabe, transformando-me em um ancião que assiste à própria biografia ser devorada pelas traças da finitude, enquanto o horizonte insiste em escrever capítulos sobre minha pele cansada...


Nesse processo de liquefação, aprendi a coreografia secreta do riso para mascarar o estrondo das quedas, descobrindo o luxo de chorar por dentro, uma chuva privada que irriga jardins que ninguém visita. Distanciei-me das âncoras que me prendiam a portos de gente falsa, buscando uma ecologia do ser onde o propósito é a presença da luz e o silêncio dos pensamentos que já pararam...


Não há mais o que explicar sobre a vista que embaça ao tentar ler o que está perto; talvez a alma tenha decidido focar apenas no que é infinito, desdenhando o que é ainda palpável. Sigo agora por este desfiladeiro onde a avalanche dos dias transforma o concreto em névoa e as lembranças em espectros sombrios e distantes, aceitando que tudo morra finalmente em mim, para que eu possa, despojado de tudo, renascer, quem sabe um dia, no vazio...


--- Risomar Sírley da Silva ---

A fé cristã nasceu na luz pública do sacrifício; é irônico que hoje ela aceite ser guiada por líderes que juram segredos em câmaras ocultas.

No cenário religioso atual, observa-se um fenômeno que desafia a lógica da humildade cristã. A trajetória é quase sempre a mesma: muitos começam por baixo, doando tempo e esforço voluntariamente "em nome de Deus", sem receber um centavo. Contudo, com o passar do tempo, ocorre uma ascensão meteórica para uma pequena elite. Uns tornam-se pastores influentes, outros cantores gospel de sucesso ou missionárias itinerantes. De repente, a vida desses "escolhidos" muda drasticamente: surgem os ternos de grife, os carros milionários, as mansões e os relógios de marca. Enquanto isso, a realidade dos membros da igreja permanece estática; eles continuam na mesma luta diária, sustentando com o seu suor um sistema que raramente os retribui.

Que eu possa ter uma compreensão cristã do que é realmente o Teu amor e traduzi-lo para o meu próximo.

John Wesley
POTTS, J. M. Seleção das cartas de João Wesley. São Bernardo do Campo: Imprensa Metodista, 1991.

Nota: Carta para Philothea Briggs (janeiro de 1772).

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MENSAGEM DE NATAL

Dezembro, a maior festa cristã aproxima-se e o espírito cristão aflora,
ou pelo menos deveria aflorar em nossos corações.
A paupérrima, em relação a valores materiais,
lembrança do Cristo criança ali naquele estábulo,
entre eqüinos, caprinos, bovinos, deveria servir-nos de exemplo,
que fosse uma pequena dose de humildade,
um pouquinho do gosto do desprendimento
às nossas almas tão atadas aos faustos prazeres e valores fajutos.
Que a luz do santo espírito que Luzia nas pupilas daquele recém nascido,
luzisse ao menos por um átimo
nos lustres luxuosos dos palácios dos nossos líderes
para iluminá-los para leis mais justas e medidas amplas
que varressem toda a espécie de injustiça do nosso tão carente quadro social.
Que entre um aperitivo e outro da nossa burguesia,
ficasse um pouquinho do intragável amargor da miséria do nosso semelhante
para ter-se um mínimo de noção do quão deprimente
é a angústia da criminalidade, da prostituição infantil e da fome.
E assim, mesmo que laconicamente, tivéssemos pelo menos por instantes no natal
a vaga ilusão de que um dia aquela criança
não fora sacrificada pela nossa mesquinhez...

O Reino de Deus e nosso lugar na história


Muitas vezes, a fé cristã é reduzida à salvação pessoal e à vida ética individual. Esses aspectos são essenciais. Mas, quando isolados, nos fazem perder a visão mais ampla do que Deus está realizando no mundo.


O evangelho não trata apenas de ser salvo, mas de participar do reinado de Deus. O Reino não é somente uma experiência interior, nem apenas uma promessa futura. Ele é uma realidade presente, inaugurada por Cristo, que se manifesta por meio do seu povo na história.
Como destaca Scot McKnight, o Reino de Deus é o povo do Rei — uma comunidade chamada a viver sob o governo de Cristo e a expressar sua justiça, compaixão e verdade na vida concreta.


Quando reduzimos a fé ao âmbito individual, corremos o risco de transformá-la em algo privado, desconectado da missão de Deus no mundo.
A igreja, portanto, não é apenas um ajuntamento de pessoas salvas, mas o instrumento visível do Reino. Cada cristão é chamado a viver como participante ativo desse plano, não apenas aguardando o futuro, mas antecipando, no presente, aquilo que será plenamente consumado.

Muitas vezes, a fé cristã é entendida apenas como salvação pessoal e mudança de vida individual. Embora isso seja verdadeiro e essencial, o Novo Testamento apresenta uma realidade maior: Deus não está apenas salvando pessoas isoladas, mas estabelecendo o seu Reino na história.


É por isso que a mensagem central de Jesus não foi simplesmente “salvação”, mas o Reino de Deus. Desde o início do seu ministério, Ele proclama: “Arrependam-se, porque o Reino dos céus está próximo” (Mateus 4:17). Em Lucas 4:43, o próprio Jesus afirma que foi enviado para anunciar o Reino. Isso mostra que o Reino não é um tema secundário, mas o centro da sua missão.


Ao longo dos evangelhos, Jesus ensina constantemente sobre o Reino por meio de parábolas, mostrando como ele cresce, transforma e alcança pessoas. Seus milagres também revelam essa realidade: ao curar enfermos, expulsar demônios e restaurar vidas, Ele demonstra que o governo de Deus já está em ação, vencendo o mal e trazendo restauração.


Dentro dessa perspectiva, a salvação é a porta de entrada para o Reino. Jesus ensina que é necessário nascer de novo para ver e entrar no Reino de Deus (João 3:3-5). Paulo complementa dizendo que fomos libertos do domínio das trevas e transportados para o Reino do Filho (Colossenses 1:13). Ou seja, ser salvo é passar a viver sob o senhorio de Cristo.


Por fim, o Novo Testamento aponta para a consumação desse Reino. Ele já começou, mas ainda não foi plenamente revelado. Haverá um dia em que “o reino do mundo se tornará de nosso Senhor e do seu Cristo” (Apocalipse 11:15). Até lá, a igreja vive entre o “já” e o “ainda não”, sendo chamada a refletir esse Reino no presente.


Assim, o Reino de Deus é o fio que une toda a mensagem do Novo Testamento: a pregação de Jesus, a experiência da salvação, a vida da igreja e a esperança futura. Compreender isso é entender que Deus não está apenas nos salvando, mas nos chamando a viver, desde agora, sob o seu governo.

Abaixe mais a crista, seja mais humilde. Guarde sua arrogância apenas para você!

⁠Diferenças Entre a Música Cristã, Secular e Mundana.
Antes do mimimi dos neófitos na fé e dos palpiteiros, quero deixar claro que o artigo não é uma apologia à música secular e também não visa projetar esse estilo de música na igreja, e sim esclarecer um tema básico, mas muito mal entendido entre os cristãos.
Dito isto, existem três tipos de músicas que são:
1. Música Cristã ou Sacra -
É a música com viés Espiritual. É a música que inspira e desperta o cristão para o que é Santo, para uma vida de santidade. Também é aquela música que é separada unicamente para Deus, e que exalta unicamente a Deus.
2. Música Secular. É a música que fala das coisas da vida, do cotidiano, não espiritual, mas emocional. Essa música não é separada diretamente para Deus, e diretamente não exalta as paixões do mundo. Normalmente a música secular exalta a moral, a irmandade, o respeito, o amor, o bem, a paz, solidariedade, etc...
3. Música Mundana ou Profana. É a música baixa e vulgar, que tanto na letra quanto no ritmo, traz mensagens que inspiram sentimentos e promovem ideias que contaminam a alma humana, gerando sentimentos e pensamentos que estimulam e afloram o pecado. Exalta a satanás, o mal, o egoísmo, o adultério, a vingança, a idolatria, a prostituição, adultério, o pecado, etc...
Tendo demonstrado as diferenças, o cristão deve ouvir a música cristã ou sacra sempre, e quanto a boa música secular, essa também pode ser ouvida, mas jamais deve ouvir a música mundana, pois ela exalta e faz apologia ao pecado.
Outra coisa é que, não faz nenhum sentido tocar ou cantar músicas seculares na igreja, pois o culto é totalmente direcionado somente para Deus.
Dito isto, é importante que os cristãos saibam separar e entender as coisas para não demonizarem tudo!
Outra coisa é que essas três definições também devem ser aplicadas a literaturas, filmes, séries, programas de TV e etc... Pois como cristãos devemos EVITAR, VER e OUVIR tudo aquilo que alimenta a natureza humana caída.
O Apóstolo Paulo recomenda na carta aos Filipenses 4.8: "Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai".
Pense nisso, seja maduro e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

SOBRE MUSICA CRISTÃ X SECULAR:
Tem gente achando que não devemos ouvir as seculares porque elas não nos edificam em nada.
Eis o erro: achar que a música secular foi feita para nos edificar, quando na verdade foi feita para nos entreter.
Ora, vamos a um cinema para nos edificar, ou nos entreter? Vamos a um shopping para nos edificar? Vamos a uma pizzaria ou uma churrascaria para nos edificar?
Entretanto, todo cristão faz estas coisas... Deveríamos abandonar todas as coisas que não edificam?
Agora, quem ouve uma música secular buscando edificação espiritual está equivocado. Ela não tem esta função. E a música cristã PRECISA TER esta função; se não tem, é pior que a secular!