Crianças Doentes

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As crianças ricas brincam nos jardins com seus brinquedos prediletos. E as crianças pobres acompanham as mães a pedirem esmolas pelas ruas. Que desigualdades tragicas e que brincadeira do destino.

As mulheres e as crianças podem ser descuidadas. Mas não os homens.

Feliz Dia das Crianças para nossos pequenos e para todos aqueles que, apesar de adultos, não perderam a essência, a pureza e a esperança que toda criança naturalmente tem.

Todos os canalhas foram crianças infelizes.

Como somos crianças! Que valor damos a um olhar! Ah! Como somos crianças...

No balanço do trem
Gente que vai
Gente que vem
... Sonhos da janela do trem
Crianças, mães, olhares anônimos
Viagem com destino certo
Sonhos sem destino
Entre passado e futuro
Amor bandido
Desabafo em lágrimas
Fogo da paixão
É hora!
No balanço do trem
Sonhos sem destino
Vidas separadas
Até o próximo
Balanço do trem!

Adultos são apenas crianças,
com contos de fadas mais complexos,
de ações mais ousadas.

Crianças, nunca subestimem o poder do destino. Pois, quando você menos espera, uma coisinha pode causar um efeito tão grande que pode mudar sua vida

As perguntas das crianças em geral são as que nos deixam mais atrapalhados.

Na educação das crianças, as atitudes dos pais ensinam muito mais do que palavras.

O Brasil precisa de uma ditadura militar por uns 30 anos. Assim, daqui há 30 anos as crianças de hoje serão adultos educados e obedientes, e os políticos corruptos e os bandidos de hoje estarão mortos ou velhos imprestáveis. Infelizmente, essa é a única forma de se fazer uma faxina nesse país

"Crianças, vocês deram o melhor de si, e falharam miseravelmente. A lição é, nunca tente."

Se as crianças aprendessem sobre Deus nas escolas, as faculdades não teriam tantos demônios.

Que crianças fomos, ao pensar que ia durar para sempre. É a experiência de todos os amantes: a impossibilidade do amor eterno.

Vocês estão muito crescidos, crianças - disse Aslam - e devem começar a se aproximar do seu próprio mundo.

A questão não é Nárnia. - chorou Lucy - É você. Não o encontraremos no nosso mundo. E como poderemos viver sem nunca encontrar você?"

Trezentos milhões de crianças “passam hoje fome em todo o mundo.
O dia das crianças não pode ser apenas poesia por um dia.

Quando somos crianças aprendemos a confiar nos outros,
Quando crescemos aprendemos a desconfiar de todos.

Num dia desses, minha andança por POA coincidiu com o horário de saída de um colégio. Crianças invadiram a calçada enquanto eu passava. Algumas ficaram me olhando fixamente. Na verdade, olhavam para meus cabelos. E riam. Saquei que elas nunca tinham visto um cara cabeludo! Estranho é que havia, entre as crianças, vários moicanos. Fala um pouco a respeito do nosso tempo o fato deste corte de cabelo complexo, que necessita aditivos químicos para dribar a gravidade, parecer mais natural às crianças do que cabelos que... simplesmente... naturalmente... crescem.

Temos medo da guerra nuclear e dessa nova enfermidade que chamamos Aids, mas matar crianças inocentes não nos assusta.

Crianças em qualquer tempo
Quando penso em crianças do terceiro milênio, as vejo ainda maturadas num ventre de mulher, apesar das novas possibilidades com que o futuro nos acena [...]
As maneiras através das quais essas crianças aprenderão a ler e escrever não tem, para mim, importância maior. Que seja num caderno ou num computador, diante de uma mesa ou graças a um sofisticado equipamento de pulso, o que eu vejo são seres em crescimento abrindo os olhos maravilhados sobre o saber.
O universo socioeconômico de uma criança amazônica criada à beira do Rio Negro, que em dia de festa come pato em vez de galinha, porque galinhas não nadam e há muito mais água do que terra ao redor das casas dos Igarapés é bem diferente daquele de uma criança de São Paulo, levada no inverno, duas vezes por mês ao médico para fazer nebulizações capazes de minimizar em seus pulmões o efeito da poluição. Essas diferenças existem hoje e existirão ainda que de outras formas, no terceiro milênio.
Mas hoje como amanhã, as duas crianças terão medo do escuro [...]
As crianças do terceiro milênio, quando penso nelas, são frágeis e bonitas. O que vestem se linho ou plástico, não me interessa. Me interessa que possam ser de todas as cores, louras e morenas, de olhos puxados ou lábios grossos, de cabelos escorridos ou pixaim, e que assim possam viver, multirraciais, no mesmo bairro.
Confesso que me enternece a idéia de que, pelo menos no início dessa nova era ainda haverá avós que ensinarão suas netas a costurar roupinhas de boneca. Mas tenho certeza de que mesmo que no futuro venhamos a nos alimentar somente de pílulas, haverá crianças fazendo pílulas de barro ou de cola sintética para brincar de comida de mentirinha, assim como brincaram as crianças da Roma clássica ou as do antigo Egito. E isso não porque a brincadeira de comidinha seja uma tradição transmitida de geração em geração, mas porque através da mimese se faz o aprendizado e a primeira tarefa de todas as crianças em qualquer tempo e em qualquer lugar, é, e sempre será, aprender a viver.