80 frases sobre crianças que celebram a magia da infância
O MENINO QUE INVENTAVA HISTÓRIAS DE AMOR.
By Harley Kernner .
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Quando ainda criança inventei uma história de amor...
Na pré-adolescência, ouvir uma música que falava de amor...
Logo após tornei-me em um jovem, e escrevi a minha primeira oração de amor para uma menina de 14 anos, mas por mais que o amava, eu me sentia moreno demais, para misturamos as cores das nossas peles, mesmo assim cada vez que eu via ela, uma poesia nova surgia no coração, foi aí que percebi que poeta mudo não faz sucesso no amor, porque não sabe falar: "eu te amo".
Passaram-se os dias, e lá estava eu, casando com outra menina, por amor...
Após 30 anos na tentativa de ser amado, e semeando o verbo amor, num coração alheio, colhi uma carta de repúdio...
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Como não morri, ainda hoje acredito que o amor existe, e é mais real do que a história de amor inventada por uma criança que ainda que (cresceu), mas não tem altura suficiente para alcançar o sonho de valsa na gôndola do supermercado.
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Harley Kernner
Arquitetura de Poesias
Escritor Particular
Arquitetura de uma Poesia
Quando eu era uma criança, e depois adolescente, torcia pra crescer logo. Sim.
Queria mesmo ficar mais velha...
Queria ser levada a sério logo, porque a sensação que tinha era a de que ninguém me ouvia.
Queria ter amigos bons e verdadeiros porque, até ali, só se aproximavam os de qualidade duvidosa..
Era arredia, recebia críticas, tinha baixa-estima e por vezes me sentia só.
Queria trabalhar logo, porque "viver" de uma mesada escassa não me parecia coisa digna ou boa.
Queria ter uma conta bancária logo, porque achava que isso atestaria minha maturidade..
Queria ser logo adulta, para ver - daquela fase - o que de bom a vida me traria.
E sonhava, porque pensava que o melhor da vida só aconteceria lá: no depois.
Hoje sou adulta.
Já se passaram três décadas e mais "alguma coisa". Amadureci.
Acho que estou na melhor fase de minha vida.
Hoje consigo ver tudo de maneira mais clara. A vida me parece mais clara.
Tenho bons amigos, aos quais amo. Consegui superar velhas mágoas. Amo mais a minha família. Aprendi a amar a Deus!
Ah, também tenho conta bancária (lembro que fiz uma festa quando isso aconteceu!!); um bom emprego; um salário digno.
Com o tempo, naturalmente, pude compreender melhor o significado das palavras: fé, amor, família e amizade.
Hoje consigo amar, mesmo sem esperar pela recíproca..
É bem verdade que toda moeda tem dois lados..
Hoje tenho preocupações, responsabilidades, contas a pagar, cobranças, um caráter a ser aperfeiçoado e mantido no mais alto nível...
A certeza da morte é algo que também me parece mais "palpável". Às vezes isso parece assustador, de tão real que é!
Quando eu era apenas uma criança, ou mesmo adolescente, não "tinha" que me preocupar com essas coisas.
Lá, tudo parecia um sonho perfeito e suave. Dormia sempre um sono despreocupado.
Meu corpo quase nunca se queixava de dores e tinha uma disposição e vitalidade preciosíssimos!
Há muito tempo, ouvi dizer que a vida é passageira. Só agora entendo isso de maneira mais profunda.
Pode parecer paradoxo, mas às vezes sinto saudades daquela época. Às vezes queria voltar no tempo. Mas sei que não dá...
Finalmente cheguei a uma conclusão, após meditar nessas coisas; e que chega a ter o peso de decisão:
Ultimamente estou procurando investir meu tempo, não em uma correria estressante e desnecessária, após coisas fúteis e que pouco me acrescentariam nessa breve vida, mas numa ocupação que fará bem à minha alma nos meus dias: amar a Deus cada vez mais, e ao meu próximo como a mim mesma.
Quanto mais me reparto, compartilhando o melhor de mim entre as pessoas, mais me sinto completa e feliz.
(Fabi Braga, 15/05/2014)
Apenas Criança
Pés descalços que sentiam o chão,
Brincadeiras de meninos, meninas e a pureza na mão.
A rua era o nosso reino, o lazer sem fim,
Onde a imaginação brotava como flor no jardim.
Lá, o nada virava tudo, o simples era invenção,
Brinquedos ganhavam forma no centro do coração.
Ganhar um presente era luxo, raridade de um dia,
No aniversário, a caixa aberta era pura euforia.
Vestíamos histórias em roupas de outros carnavais,
Passadas de mão em mão, heranças dos nossos pais.
Mas quando o tecido era novo, guardado com devoção,
Era para os momentos solenes, de grande celebração.
Lembro dos vestidos rodados, rendas e babados ao vento,
Costurados pela mãe, com carinho e sentimento.
Cabelos esvoaçantes, laços presos com cuidado,
Enquanto o joelho trazia o selo do tombo levado.
Marcas de bicicleta, do carrinho de rolimã na ladeira,
Cicatrizes de uma infância vivida inteira.
As pétalas de rosas eram unhas de rainha,
E o lençol no corpo, a mais nobre baianinha.
Eu descia a escada, princesa em meu castelo de pano,
Vivendo mil vidas num só dia, num só plano.
Tinha a amiga imaginária, segredo só meu,
E o cachorro fiel, o protetor que Deus me deu.
Ser criança era assim: um mundo criado do nada,
Onde a felicidade morava na estrada.
(Inspirado nas memórias de Roseli Ribeiro)
Pergunte o que quiser
Não deixe filho menor dormir na casa de tio, primo, vizinho, de amigo.
Lugar de criança é em casa e aos olhos do pai e da mãe. 😌😌
O Coringa leva porrada do Batman dando risada. Matou os pais de uma criança mimada agora o vingador mascarado quer vingança. Na lógica da realidade atual isso acontece e muito a próprio sociedade criou o Coringa e o mesmo tem aversão da sociedade.Vai ver o Coringa era humilhado na fábrica dos pais do Batman vai saber, é desenho mais tem muito a ver com a realidade!!!
Quando um jovem vem à luz,
uma criança deixa de existir;
Quando um adulto é formado,
um jovem se despede;
Quando a velhice é atingida,
um adulto já se foi.
Ser criança é viver com o coração leve, onde o tempo passa diferente, a esperança é natural e a alegria se encontra nas coisas mais simples — uma fase em que o mundo ainda é bonito porque os olhos ainda sabem sonhar.
Comportamentos exagerados. Ao se doar demais, pode ser a sua criança querendo reconhecimento, fazendo com que o outro se sinta em dívida. Numa relação é preciso equilíbrio.
quando uma criança nasce é aquela alegria se forma adulto não é mais aquela euforia o sonho começa a terminar quando a idade vai chegando cada um para o seu lado
Quando eu fui criança III
O padre da nossa paróquia, vez ou outra dava umas bandas pela praça. Passava em frente do local onde eu tinha minha caixa de engraxar, Numa dessas caminhadas, eu estava sentado na caixa de engraxar, chupando uma manga, daquelas bem madura. Minhas mãos e a boca era manga só. Naquele tempo eu andava meio "carregado de pecado" e estava fugindo da igreja. Pensei: boa hora para fazer uma aproximação com o padre. Fui até ele e tentei beijar a mão dele e pedir a benção. Ele, na primeira tentativa se esquivou, mas na segunda não deu. Taquei um beijo bem meloso na mão dele. Ele resmungou algum impropério, passou a mão na batina, me fulminou com os olhos e se foi sem nem olhar para trás. (I
Quando eu fui criança.
Num belo dia estava brincando com meu cavalo de pau, feito de cabo de vassoura, na rua da minha casa, quando minha vizinha, muito bonita, me chamou e perguntou se eu podia ir até a farmácia buscar um remédio para ela?. Claro q sim"! disse eu"., e de pronto, já com o nome do remédio marcado num pedaço de papel e o dinheiro na mão parti em disparada pela rua , até chegar à farmácia do Florisvaldo. Encostei o cavalinho na parede da farmácia, mostrei o papel com o nome do remédio, paguei, recebi o troco e virei de volta. Chegando na casa da minha vizinha, buzinei, (meu cavalo tinha buzina), ela saiu, entreguei o remédio, junto com o troco e já ia virando nos pés do meu cavalo, quando ela disse: ei! "fica com o troco"., e eu, no meu cavalheirismo principiante e querendo deixar um "bom nome”, com aquela moça bonita--respondi: "não precisa, eu sou acostumado fazer favor de graça"., (I
Quando eu fui criança IV
Um senhor, libanês, abriu uma banquinha em frente ao Grupo Escolar Carmela Dutra, para vender bananas..
No dia da inauguração, como não podia deixar de ser, eu andava por ali, olhando, vendo ele montar as bancadas. Não sei porque o libanês me convidou para trabalhar com ele; Convite aceito imediatamente.
Depois da entrevista, acertado os direitos e obrigações de cada um, fui para a minha casa com o compromisso de voltar à tarde.
Cheguei no horário combinado. Já "almoçado", Precisava, eu ia ficar a tarde toda no "serviço"
Como ele tinha outros compromissos pela cidade. antes de sair, me deu umas aulas sobre o produto (bananas) e umas orientações básicas necessárias: tipo de banana, preços, , como fazer troco, etc. e lá se foi o libanês, deixando aos meus cuidado, seu patrimônio.,
A princípio, ainda com a barriga cheia, pois tinha acabado de almoçar, não me interessei muito pelas bananas, mas com o passar do tempo, sem nenhum movimento mais a demora pela volta do dono, fui experimentando as bananas e suas variedades.,
Comi tanto que comecei a passar mal. Tive que me deitar debaixo de uma das banquinhas,onde fiquei torcendo de dor, não podia nem me mexer que doía tudo . Foi aí, então, que vi o dono. Primeiro ele olhou para as pencas, analisando as faltas, ficou um tempo pensando, depois olhou por debaixo da banquinha, onde eu estava deitado. Sem sentimento de pena, não me perguntou nada., só falou: amanhã você não precisa vir mais . E pior, nem me pagou.(I
Quando o ídolo é de barro, literalmente.
Quando criança, eu tinha tantos afazeres que faltava tempo para executá-los. Era assim: acordava, tomava café, escola, voltava para casa, almoço e trabalhar de engraxate, desde que não estivesse chovendo, ninguém engraxava os sapatos em dia de chuva. a cidade virava um lamaçal só. Mas nestes dias, me sobravam três opções: Vender serragem, para as pessoas colocarem na porta da casa, vender frutas ou lavar correntes de caminhões. Empregos temporários. claro.
Lavando Correntes. Naquele tempo, a rodovia ainda não era toda asfaltada e os caminhões que vinham da parte sem asfalto tinham correntes nos pneus para não atolarem no barro, mas assim que entravam na parte de asfalto, o motorista era obrigado a retira-las. Obrigado porque existia um guarda rodoviário na espreita para multar quem trafegasse sobre o asfalto, sem retirar as correntes dos pneus.. Num pedaço de mais ou menos 100 metros da parte asfaltada ele até permitia, mas mais do que isso ele multava. Como as correntes ficavam emplastada de barro, os motoristas pagavam pra q esse serviço fosse feito pela molecada, a gente ganhava uns trocados, lavando as correntes. Num naqueles dias de chuva, que não parava mais, estávamos la, eu e mais uma dezena de moleques, tirando e lavando as correntes. O nosso ídolo, o guarda, fazendo a função dele: parando os caminhões e multando alguns. O dia estava correndo bem, até que veio um caminhão bem grande, serpenteando igual a uma cobra na lama Foi chegando na parte asfaltada, entrou no asfalto e foi andando, não parou no ponto pre estabelecido e como não parou, o guarda saiu correndo atrás do caminhão e mais aquela molecada gritando pra que o motorista parasse, mas nada, ele não parava, só parou depois de rodar uns 500 metros no asfalto novinho. . Chegamos, o guarda na frente e nós atrás, bem perto dele. Aí iniciou uma discussão entre os dois. Em determinado momento o guarda sacou seu revolver e disse assim: --"se você for homem, passe por cima do meu boné"-- e colocou aquele boné, a coisa mais linda, Aba marrom, com uma fita verde amarela e mais dois revólverezinhos dourados fixados na parte frontal do boné,(Objeto de desejo de todos os meninos) debaixo dos pneus daquele caminhão enorme, cheio de lama; jamais imaginávamos que o motorista tivesse coragem de fazer o que ele fez, mas ele fez! Passou com os pneus por cima do boné. Ficamos todos sem palavras, olhando aquele, antes boné, virar uma pasta de barro, parecendo um sapo.O motorista ainda deus uns tapas no guarda, nosso ídolo. Naquele dia e nos outros que vieram não lavei mais correntes. Saí correndo daquele local sem olhar pra trás , serviço perigoso. (I
minha alma criança
ficou escondida nas aventuras
da minha infância.
hoje, já quase não mora mais em mim.
têm dias que se abraça nas lembranças de outrora
e brinca de heroína nas batalhas
imaginárias dos meus sonhos de menino. Ivo
O comprador de ovos.
Eu tive um amigo, quando criança, que vendia ovos. Ele era mais velho que eu. Ele percorria os sítios da redondeias com ser carrinho de madeira (um caixote) e ia comprando a "produção" q depois ele vendia na cidade. Uma vez ele me convidou para ir com ele, eu e mais um amigo em comum. Saímos cedo. No caminho ele foi explicando o processo que ele usava. Bem mais complicado do que o de frutas, que era bastante simples que consistia em colher um cento de mexerica, botar no carrinho, pagar e voltar para a cidade e já começar as vendas. Ah, e a gente podia comer à vontade nos pés, diferente de ovos que você não podia comer. O dono, (sitio dos Geraldo) uma pessoa que tinha o coração maior do que ele, nunca contava o que a gente colhia. Uma vez eu troquei uma espingarda de pressão por uma cabrita com ele, mas isso é outra história; Mas então.. o mercado de ovos funcionava assim: havia a compra com entrega imediata e com entrega futura. Era aquele sistema que mexia com nossas cabeças, , --"quando acontecer, vocês vão entender" na prática fica mais fácil, disse ele-". E lá fomos nós acompanhando ele, torcendo para acontecer uma compra futura. Acho que no terceiro vendedor aconteceu. O nosso amigo comprou uma dúzia e levou somente seis ovos. Num outro ele pagou seis ovos e levou uma dúzia. Foi então que entendemos aquele mercado. Meio complicado, diga-se de passagem. Ele adiantava o dinheiro quando as galinhas, por algum motivo, desconhecido por nós, não liberavam a produção, mas o vendedor precisava do dinheiro, então ele completava numa próxima negociação. Com aquele sistema ele prendia o vendedor, que não vendia para outro comprador .
Depois daquela aula, na volta ele veio nos contando sobre um rio que existia por alí e que, infelizmente, iríamos ter que atravessá-lo, e pior, a ponte era muito estreita e tinha sido construída sobre a parte mais funda do rio. Vez ou outra ele dizia: --"Escuta só, o barulhos do rio,tá lá bufando! igual a um bicho."- era com tanta criatividade, que passamos, também, a escutar o "bufo" do rio. Quanto mais perto, mais aumentava nossa curiosidade. Quando chegamos, era só risadas, Crianças riem de tudo. Era um riozinho, (rio balaio, para quem é da região) que tem menos de dois metros largura, mas naquele dia era como se tivesse cem.
A Cabrita
Nada para mim, quando criança, foi fácil. Conseguir a minha primeira bicicleta foi uma luta. Tudo começou com a compra de um relógio Omodox na relojoaria do Sr. Pedro. Devo ter ficado com ele uns 10 dias. Em seguida troquei por uma espingarda de pressão e no mesmo dia por um relógio seiko. No dia seguinte troquei o relógio por uma espingarda de cartucho que fiquei com ela por uns 30 dias.
No lugar onde eu ia caçar; um sitio, nós, moleques, chamávamos de "os claudio", (era onde a gente comprava frutas para revender nos dias de chuva) o dono queria porque queria a espingarda. Dinheiro ele não tinha, mas tinha várias cabritas e me deixava até escolher uma. Não deu outra. Deixei a espingarda e vim para minha casa com uma cabrita. Imaginei que na minha casa todos iriam ficar feliz com a cabrita, ledo engano. , minha mãe quis me matar; me expulsou de casa com cabrita e tudo. Fiquei ali, na rua, olhando para a cabrita e ela para mim. Depois de um tempo a levei para pastar e tomar água no rio arara. Voltando para casa e sem saber o que fazer com a cabrita, porque, conforme minha mãe; em casa ela não entrava, fiquei, então, andando com a cabrita pelas ruas. De repente escutei uma voz dizendo --"ei, quer vender essa cabrita? Quando olhei, vi um menino, mais velho que eu, em cima de uma bicicleta, toda cheia de acessórios (buzina campainha, espelho retrovisor dos dois lados, fitas nas pontas do guidão e mais, uma luz que acendia pelo dínamo no pneu)., aquilo era tudo que eu queria. Respondi que não, mas podia fazer uma troca. Ele olhou para mim, pensou e perguntou: --
--"que mais que você tem, fora a cabrita?
--"tenho um canário belga e uma colerinha., respondi.
--"dobrando? (cantando) (
--"sim! Os dois."
--"me deixa ver
--"Negócio feito"
Depois de algum tempo, o menino que ficou com a cabrita, me disse que a cabrita não era ela, era ele, ou seja, era um bodinho, mas que foi até melhor. Me disse que ia fazer uma carrocinha e ensinar o bodinho a puxa-la. Acho que isso era gozação dele, mas sei lá..
E foi assim que eu consegui a minha bicicleta.//Ivo
Maisha Luzolo me ensinou a olhar para quem te escuta como se cada pessoa fosse uma criança à espera de um segredo bonito.
Ser estudante...
É um dia, quando criança, pegar no lápis
sem saber o que fazer e traçar as primeiras linhas.
É dizer que está com dor de cabeça em dia de avaliação ou
deixar a brincadeira de lado para estudar.
É alcançar nota com o esforço dos colegas ou
se mostrar interessado em aprender.
É obter dez na prova de Matemática e
exibir pra turma inteira ou ficar feliz porque
as noites de estudo foram recompensadas.
É esconder dos pais os dias de reunião ou
fazê-los lembrar que todo encontro é importante.
É torcer para que o ano letivo chegue ao fim ou
aproveitar cada dia de aula.
É ser aprovado no vestibular sem um objetivo ou
ter certeza do caminho que quer seguir.
É concluir a faculdade e acreditar que aprendeu tudo ou
admitir que ainda tem muito que aprender.
Ser estudante é atingir o ápice do ensino e
descobrir que a melhor escola é a vida.
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