Criamos
EXPECTATIVA X DECEPÇÃO
Ficamos decepcionados quando criamos uma expectativa em relação a certas pessoas e o comportamento delas não condiz com aquilo que imaginávamos. Independente das relações, a decepção pode azedar o convívio e desfazer laços fortes. Isso acontece porque você espera que as pessoas sempre se lembrem de você ou, ao menos, te adicionem no Facebook. Às vezes, a decepção também acontece porque, lá no fundo, você espera que elas te procurem depois de um desentendimento (ainda que seja você a pessoa errada na discussão) e que elas sejam simpáticas com você. Sempre achamos que são as outras pessoas que têm a responsabilidade de nos fazer felizes e dar sentido a nossas escolhas. Custamos aprender que precisamos parar de achar que os outros têm que fazer o que desejamos. Quando você aprende a fazer isso, você aproveita mais as relações e se decepciona menos. Quando incluímos alguém em nosso caminho sem saber exatamente o seu roteiro, poderá ser um fracasso com uma viagem infeliz. A melhor coisa a fazer quando não conhecemos o roteiro dos outros é liberar a sua passagem e pegar outro caminho.
Você e eu, personagens de ficção. Nós criamos nossa própria realidade, a única verdade, entre o bem e o mal... o ser.
Nem tudo é como imaginamos, porque criamos expectativas grandes demais, já disse isso algumas vezes, mas vale repetir. Na hora, o que realmente importa é o sentimento, o amor e não o lugar. E pra mim foi assim, não foi o pedido mais fofo do mundo, mas foi feito e principalmente com o cara que eu queria namorar.
Criamos refúgios mentais para que a realidade dolorosa, não seja mais uma verdade. Sejam eles disfarçados de amores, objetivos ou fracassos. Mais não devemos nos prender a eles, tudo que é irreal, uma hora volta para realidade.
A vida existe para nos tornarmos verdadeiramente felizes, porque fomos nós que a criámos e depositámos nela esse pensamento. Cada vida é um pequeno nada no imenso percurso da sua existência. No entanto há que a viver como se ela fosse um ciclo existencial diferente e único.
Talvez o que achamos ser amor é o medo de ficar sozinho. Sendo assim, criamos um falso sentimento pra nos sentir melhor e o depositamos em alguém, este alguém pode retribuir seu sentimento de tal forma a torná-lo real, mas também, pode desprezá-lo a ponto de transformá-lo em ódio.
Quando entramos no mundo o que importa mais? Tem a ver com as coisas que criamos? As coisas que alcançamos? Os premios que ganhamos? Tem a ver com o que somos quando erramos?
O que é mais importante, o que nos tornamos ou como nos tornamos?
Bom dia 06/10
Quando criamos expectativas, criamos ansiedade, e quando criamos ansiedade tomamos decisões antecipadas que apenas nos leva a decepção e a frustração.
Somos responsáveis pelos vínculos que criamos ao longo da vida. Cativar... Criar laços! Infelizmente, algumas vezes abandonamos o nosso amigo, companheiro ou quem quer que tenhamos conquistado e simplesmente o esquecemos... Como se em nenhum momento houvéssemos cativado. Triste realidade...
E deixamos de perceber o quanto é maravilhoso sentir-se querido, necessário... É fantástico ouvir um: Eu preciso de você! Quanta coragem...
Seria reconfortante poder ver as pessoas expressando seus sentimentos sem medos ou travas. Sem a tal vergonha de falar o que sente por aquela pessoa que conquistou seu afeto e respeito. Sim, seria tão mais simples se a gente falasse o quanto amamos...
A razão de tal frieza é que não chegamos a compreender o essencial que é invisível aos olhos... Não entendemos o quão fundamental é ter perto de nós alguém que diga que estará conosco aconteça o que acontecer... Mesmo se errarmos, mesmo se falharmos... Não abrirá mão da gente.
Tenho certeza que se pudéssemos ter esse compromisso com quem cativamos pela vida, certamente todos seríamos um pouco mais saudáveis emocionalmente.
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas...”
À princípio criamos o nosso próprio inferno. De verdade mesmo, todo mundo é ruim, pois se basearmos nosso cotidiano com o que sofremos ao longo do tempo, veremos a total diferença, não há diferença. O mundo é mal, nós somos caos.
Quando nos apaixonamos, criamos heróis, mitos, nas pessoas. Depois, queremos viver exigindo que elas nunca errem. Mas eles são só humanos!
Vivemos sob diversos tipos de expectativas, inclusive aquelas que criamos que parecem iludir apenas a nós mesmos.
O mundo tal como criámos é um processo do nosso pensamento. Não pode ser alterado sem alterarmos a nossa maneira de pensar.
Hoje, sou grata pelo amor e pela amizade. Pela família que criamos. Por nossas memórias. Nova família e amigos. Que se apoiam, se amam e se incentivam. Pela coragem de seguir nossos sonhos. Agradecemos a Deus. Por fazer parte de algo tão grande. Pela energia incrível de vocês. Por buscar sempre mais e ser inspirado por todos vocês.
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