Criação e inspiração
Fotografia é o poema do amor e da felicidade, é a paralisia do tempo no melhor momento que podemos viver.
Minha mente cria várias confusões
Mas como pode eu disermir quais decisões?
Entre o certo e o certo eu encontro o erro
Pois será oque nos achamos certo é um acerto?
Me levo dentro de várias parábolas
Como pode um homem tão falho levar nessa vida de fábulas aonde ele pensa que suas falhas são acertos
Meu deus do céu me ajude a pensar direito.
Você abre o seu ciclo, e o que você sempre chamou de "melhor" te apunhala pelas costas com leves sorrisos de mentira.
Meu estado emocional encontra-se cansado. Desculpas se não estou entregando o melhor de mim. Sei que precisava, assim como eu mesmo precisei de mim e abandonei, porque não estava dando conta dos meus próprios problemas.
O covarde: Nada ta bom, todo mundo é ruim, a vida é injusta, cria generalizações, só reclama da vida. O Corajoso: É grato, a vida é boa, a vida é cheia de oportunidades, as pessoas são maravilhosas, cria a vida que sempre sonhou.
Se o melhor do mundo me disse que eu posso, porque irei acreditar nos zero a esquerda que dizem ao contrário?
O tolo cheio ego quer provar que sua técnica é a melhor, o inteligente une todas as técnicas para salvar vidas
Não existe um perfil de líder, existe alguém criativo que inova e mostra para a massa o quanto seus perfis de liderança são fracos
Reflexão.
A vida é como um dia. Pela manhã, somos crianças cheias de alegria, apenas começando a entender a vida. Ao meio-dia somos jovens preocupados, tentando deixar tudo pronto para a tarde. E à noite, somos idosos que fizeram tudo durante o dia e só querem dormir, preocupados com que tipo de pessoa seremos amanhã.
AME-SE.
Você deveria amar o mundo em que viver, será melhor do que se esforçar para viver no mundo de alguém.
Compreendendo a vida.
Alguém me disse que a vida era uma estrada. Então, eu segui pelos melhores caminhos.
Depois, me disseram que a vida era como uma planta. Eu plantei as melhores sementes.
Em seguida, me disseram que a vida era como um rio. Eu segui as correntezas para ver os obstáculos que as águas enfrentavam até chegarem ao mar.
Me disseram que a vida era como um fio. Então, eu fui desenrolando os nós um por um, do começo ao fim.
Depois, me disseram que a vida era como um pássaro. Então, eu voei em busca de conhecer os melhores ares do universo.
Foi quando me disseram que a vida era como um oceano. Às vezes, maré baixa, às vezes, maré alta.
Nesse momento, olhei para dentro de mim e percebi que não bastava suportar as tempestades, o certo seria saber por quais motivos elas acontecem.
Acho que seria melhor você me matar do que me mandar embora sabendo que eu não saberia pra onde ir...
Uma explicação: o trabalho de jornalismo pode ser exclusivamente técnico, sem inspiração, apenas uma prestação de serviço de informação, ou pode ser diferente. Cabe ao jornalista decidir. Do contrário, é como o trabalho de um arquiteto ao planejar sua própria casa, casa dos seus sonhos. Pode juntar a técnica com a inspiração. O jornalista coloca a alma na matéria. Embora entenda pouco de muitos assuntos que precisa informar diariamente, uma coisa é fazer matéria e se pautar para uso próprio. E outra pra duas, três, quatro, 10, 20, 100, 430, 600, 1.000, 4.0000 pessoas. Do mesmo modo, penso eu, com relação ao pintor retratista ao executar um trabalho encomendado no qual emprega toda técnica de que dispõe, mas, raramente, põe alma na execução do trabalho. É, sem dúvida, informação, mas de pouca inspiração. Assim acontece com o paisagista que passa para tela o que vê. Arte de muita técnica. Mas é, quando ele muda as cores, que entra a inspiração. Independente da profissão, do cargo, só quando alguém inventa, idealiza, sonha, enfim, quando cria, entendo, então, que técnica e inspiração e grandes experiências se nivelam. O mesmo acontece com o compositor, seja de música popular ou erudita, quando só produz o melhor se inspirado. Quando é preso de uma espécia de transe. Porém, quando muito recebe encomendas para produzir a trilha sonora de um filme ou uma novela, no seu trabalho, por estar adstrito ao roteiro, a inspiração, se houve, bitola. Obra de pura técnica. Nessa ordem de ideias, os jornalistas só produzem quando inspirados. Fora disso solidificam versos de laboratório e um museu de grandes novidades. Jornalismo a granel, como mercadoria. Se tornam excelentes letristas de música popular de todos os povos. Os jornalistas que admiro fazem dele meio de vida. Produzem obras primas motivados por uma paixão, um desgosto, ou, até mesmo, por uma alfinetada do destino. Todos esses caminhos levam ao bom jornalismo. Se pesquisarmos e puxarmos a média de matérias antológicas que entraram nos livros acadêmicos, é de notar que um dos três fatores foi motivo na vida do jornalista para eternizar sua obra. E é, justamente, em função que faço desta ideia, que não me acho nem um pouco jornalista perto daqueles que admiro. Pra não contradizer a ideia que faço do jornalismo e segundo o conceito que faço de mim mesmo, decorrente de uma inspiração, ou, no mínimo, do desejo de externar uma sensação realmente existe, por benevolência, visto a roupagem de jornalista, bem folgada no meu corpo, aliás. Os que admiro foram inspirados no que sentiram, por ocasião da morte, assim como por ocasião da vida. Refletiram e refletem sobre o assunto em cada linha, a cada dia. Os jornalistas que admiro de verdade jamais trocaram pautas compostas a seu gosto pelos passos de ganso da métrica. A perpetualidade do bom jornalismo é tarefa árdua e cada vez mais desafiadora. É tarefa de vida. Pra quem critica e alega tanta "utopia" para a própria profissão que escolheu - se quiserem queimar vela com defunto barato - já antecipo que estarão repetindo o que digo de mim mesmo, como já disse numa linha mais acima, umas 15 linhas colocando o dedo na tela, talvez.
As vezes me acho melhor que algumas pessoas. Não deveria, mas acho. Sei também que não sou, mas acho. :-(
Comprei um jogo de tabuleiro pra minha filha porque ela ainda é criança! Ela, gente boa como é, desceu e levou pro play pra jogar com outras crianças. Elas foram aparecendo, fazendo a roda e um deles sentou com um iPad na mão. Valentina perguntou: “ei, você que tá também aqui com o tablet! Quer jogar meu jogo novo que meu pai me deu?!” E o garoto respondeu: “não não, só estou sentado vendo, porque não jogo jogo idiota, estou jogando no meu iPad!” Bom, percebi que Valentina ficou com o olho cheio de água olhando o iPad e o tabuleiro. Apesar da vontade de espatifar a cabeça dele no fundo da piscina e não deixar nunca mais respirar, não me meti porque o papel do pai é preparar os filhos pro mundo. Hoje foi a primeira vez na vida que eu senti essa sensação como pai, e na hora que eu segurei pra não me meter, entendi como era doloroso pro meu pai me falar lá atrás que a vida ia me machucar pra eu entender. Tudo fez sentido agora. Eu fiquei de longe observando como ela iria lidar com isso e pensando no meu pai. As outras crianças entraram no jogo do tabuleiro. Quando acabou eu sugeri brincar de monstro, eu seria o monstro, e correria atrás das crianças. Foi quando o menino levantou e gritou: “hei gente, eu corro muito mais rápido do que o monstro, eu vou participar.” Foi quando Valentina disse: “pai, ele não pode participar”. Respondi: “ por qual motivo filha!?” E ela respondeu: porque a gente não brinca com criança idiota pai”. E aí vem a vida: o menino gritou que ia brincar sim, e olhou pra mim, eu fiquei em silêncio da mesma maneira que fiquei em silêncio quando foi dele pra ela. Não me meti no fora que ele deu nela, sofri, e não me meteria também no que ela deu nele. Ali pensei em acabar com isso e colocar ele na brincadeira a força pra ela aprender a ser superior. Mas ela talvez não entenderia e seria muito injusto, não gostaria que meu pai fizesse isso comigo. Resultado, mais uma vez observei calado, deixei que a vida e os dois resolvessem no meio da garotada todo impasse entre os dois. Resultado: o menino gritou que ia participar sim e me olhou mais uma vez, e eu fingi que não era comigo; ele, por sua vez, saiu chorando, pois as outras crianças mandaram ele ficar com o iPad sem Valentina dizer mais nada e disseram que não queriam brincar com ele. Raivoso e mimado como deve ser, foi embora chorando e tropeçou, o iPad caiu no chão e quebrou a tela, rachou! E aí vem Valentina e diz depois de cinco horas lanchando, quando eu nem mais lembrava disso: “Pai, estou muito feliz!” E eu: “Como assim filha!?” E ela: “você não viu papai, Deus ficou do meu lado hoje.” Agora vem um desafio pro pai pra amanhã: ensinar que o senso de justiça traz felicidade, mas que o de vingança não. E que amanhã os dois podem brincar normalmente. Que é um novo dia. Nossa, ser pai é um desafio incrível! O mais difícil da minha vida. É muita responsabilidade. Não a financeira, mas a ética, cívica e moral. Não podemos falhar. Às vezes entro em crise de preocupação. A vida é muito difícil, muito dura. E assim também será com ela, que eu tanto amo. Que sentimento esse que a gente não esquece um minuto do dia: preocupação eterna com os filhos. É real.
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