Criação e inspiração
Crianças dos 02 aos 07 anos, principalmente, são egocêntricas, destrutivas e possessivas.
É natural e da Natureza Humana.
O problema vem após esta idade. Muito após.
"Não há professor melhor que a adversidade. Cada derrota, cada coração partido, cada erro e cada perda contém sua própria semente."
Sonda Voyager 1:
Do Primeiro Voo,Até Os Segredos Do Universo.
Da sua criação como uma rocha até a sua silhueta inconfundível entre o azul e o verde.
Da sua fauna e flora.
Do seu céu e dos oceanos.
Dos arco-íris e das chuvas.
Das suas cachoeiras e lagos.
Dos seus cantos e cores.
Dos seus encontros e saudades.
Dos ventos e das nuvens.
Das montanhas e desertos.
Da sua existência,do seu seguir e da sua inseparável Lua.
Das suas quatro estações,dos dias e das noites.
Do tempo dividido no seu passado,presente e em um futuro vislumbrado no seus movimentos ao redor do Sol.
Um disco dourado dentro de sua forma cativante e sonhada.
Um disco que talvez seja tocado pela luz de alguma estrela em alguma constelação,há milhares de anos-luz de distância do Planeta Terra.
Ou em um exoplaneta parecido ou não com aquele lugar,ao qual está levando ainda mais distante a cada instante nas suas lembranças.
Com uma esperança de que os seus jeitos sejam tocados e encontrados algum dia.
Em algum lugar desse quase infinito universo em que um sistema planetário ainda estará brilhante e alinhado com o seu destino distante.
Egito: Da Sua Criação Nas Areias,E Dos Seus Outros Mistérios.
Há muitos e muitos ventos atrás um lugar surgiu dos grãos de areias e na calmaria do tempo.
Um lugar feito das areias de um deserto e nas margens de um rio.
Como se já estivesse à sua espera deixou grãos para o seu começo.
E um rio deixou gotas para a sua prosperidade.
Milhares de grãos de areias que vinham com os ventos e as águas.
Para que sobre um deserto pudesse se formar.
Feito das areias,de mistérios e dos ventos.
Há muito tempo e ventos atrás assim se tornou.
Entre o Sol e a Lua um deserto estava e se sentia abraçado pelos dois.
E se vendo nas estrelas ao longe se sentia confiante.
Nos seus jeitos misteriosos de um deserto.
Nos seus grãos acolhedores.
Com o tempo percorrendo ao seu redor como fazia um rio.
Nas areias que iriam escrever coisas sobre um lugar e que ficariam marcadas em um deserto por muitos dias e noites.
Em um instante do tempo,talvez em uma manhã tendo como inspiração os grãos de areia,um lugar aos poucos saía das profundezas de um deserto.
Enquanto um rio seguia o céu que lhe chamava.
Sob a luz do Sol e a sua poderosa proteção um lugar era esculpido por areias e ventos.
Incontáveis grãos de areias de um deserto voavam com os ventos para várias direções.
E quando a Lua voltava com o seu querido momento,diante do seus olhos claros os grãos de um deserto continuavam os seus movimentos no silêncio noturno.
No céu enluarado e estrelado os grãos de areias seguiam com o tempo.
Em cada estrela brilhante um deserto via um grão.
E com o seguir do tempo nos seus movimentos ardentes,manhãs e noites se confundiam.
Assim como as areias e os ventos.
E um rio ainda seguia o Sol e a Lua.
Nas estrelas um rio queria desaguar.
E no Sol um rio queria viver.
Entre esses momentos delicados e bonitos um lugar já mostrava um pouco do que seria.
No tempo e nos grãos de areias que viram muitas vezes o céu mudando de cor.
Como um deserto e um rio também viram.
Em uma outra manhã iluminada de Sol o tempo e o deserto viram os ventos e os seus fortes movimentos fazerem algo deslumbrante nas areias.
Com calmaria o tempo contava os dias de sóis e de luares.
E os ventos e os grãos voavam de um jeito veloz e decidido.
No seu seguir preciso o tempo viu tantos ventos.
Esculpindo nos grãos de areias coisas com pontas finas que não voavam com ele,mas que eram deixadas com outros grãos.
Ao grandioso Sol cada grão era preenchido com aqueles mistérios que já estavam dentro de um deserto.
Aos poucos no seu tempo cada grão seguia na direção do céu.
Um após o outro.
Entre outras manhãs e noites que voltavam com bons momentos.
Em uma dessas manhãs quando acordou sob o Sol,um deserto viu diante das suas areias três coisas que o fizeram tocar as profundezas da sua alma empoeirada e misteriosa.
Grandes montanhas de areias como se quisessem tocar o céu.
Três montanhas de areias.
Brilhantes e firmes sobre um deserto.
Tão altas e que procuravam o Sol.
E que sob a luz dele se curvavam com gestos de nobreza e carinho.
Enquanto eram iluminadas por uma luz repleta de esperança.
O tempo e os ventos e um rio também ficaram maravilhados com o que estava diante dos seus movimentos.
Três montanhas de areias brilhantes que contemplavam o horizonte nas suas pontas finas e fortes.
No horizonte de cada montanha de areia o Sol estava.
E deixou algo da sua luz naquelas três montanhas pontiaguadas.
Um pouco da sua esperança ficou em cada uma.
Para que juntos seguissem,mesmo que ele estivesse brilhando distante dali.
Quando foi se deitar em um outro lugar no céu a Lua e as estrelas voltaram.
E viram sob as suas belezas as montanhas de areias.
Emocionada a sensível Lua derramou sobre cada uma gotas da sua pureza.
Eram lágrimas sinceras do seu coração.
Tocado por cada uma.
As estrelas do céu,também deixaram gotas dos seus respectivos sentimentos e brilhos.
Em uma outra noite serena e meiga sobre um rio e um deserto os seus sonhos e as três montanhas de areias.
Quando o poderoso Sol retornou nas areias que eram como um espelho de sua luz,os grãos do deserto estavam esculpindo algo distante da sua coroa flamejante.
Mas que estavam perto da sua luz.
Além de um deserto,havia um rio.
Um rio transparente que também nasceu das areias de um deserto.
Com as suas águas fluía em um certo sentido.
Levando a luz do Sol e os ventos nas suas correntes.
E quando a noite retornava deixava nas suas margens traços das estrelas.
E a Lua em algumas noites transformava as suas feições de pureza sobre esse rio.
Enquanto o tempo passava.
No brilho do Sol e na bondade da Lua.
Egito: Da Sua Criação Nas Areias,E Dos Seus Outros Mistérios.
E aqueles grãos de um deserto se uniam para a criação de algo que teria um simbolismo como aquelas montanhas de areias já tinham.
Com o Sol a Lua e as estrelas como um grandioso elo.
O tempo e o seu percurso viu mais grãos de areias vindos distantes.
E sem se esquecer de um rio que seguia o seu destino nas areias.
Sob duas luzes,uma que acendiam o dia e uma outra que acendia a noite o deserto escutou dos ventos o que estava acontecendo.
Com o tempo e as areias no seus movimentos perceptíveis.
Das suas areias e com grãos de um outra cor aos poucos algo estava sendo criado.
Sobre certas areias que não se moviam e que seriam o seu lugar.
Até lá o Sol estava.
A Lua brilhava.
E através dos ventos um rio vinha para ver.
Lindos dias se passaram como as lindas noites no céu.
E quando o deserto acordou mais uma vez viu uma torre em algum lugar nas suas areias.
Indicando as quatro direções sem sair do lugar.
Mais uma vez os grãos de areia e os ventos fizeram algo impressionante no seu percurso contado e demorado.
E o deserto outra vez se sentiu encantado.
Mesmo distante sentiu algo dentro de si que o guiava,mas não era o Sol e nem a Lua.
Era uma torre alta com um fogo que não se esvaia,mesmo com os ventos que a rodeavam.
Uma torre com pontas das areias e de uma outra cor.
Que estavam no alto dessa torre e que indicava para as ondas de um mar que ia e voltava perto da sua aparência sólida com grãos das areias de um deserto.
Uma torre com um fogo que dançava com os ventos do deserto e outros que vinham desse mar.
Um mar azul e vistoso.
Nas suas ondas o Sol vinha.
Nos seus pensamentos a Lua voltava.
Que é mais próxima dos seus sonhos desde outras noites.
Nas suas ondas uma torre parecia mergulhada.
Uma torre das areias e do tempo.
Dos ventos e de outros mistérios.
Apontava com um fogo as direções daquele mar e até do céu.
Como se os tivesse guiando de algum jeito.
Uma torre das areias de um deserto que indicava o seu lugar perto desse mar azul e exuberante.
Na luz da Lua esse fogo se acalmava.
Na luz do Sol esse fogo era ofuscado por uma luz que trazia momentos de felicidade.
Para essa torre com um fogo que não se esvaiu e que ainda guia as ondas de um mar e as areias de um deserto.
Nas manhãs e noites que ainda estão na sua indicação.
Em algum lugar em que essa torre das areias e com uma outra cor ainda era vista dos grãos de um deserto.
No seu jeito de ser o tempo viu novamente as areias e os ventos começarem a fazerem algo.
Que de alguma forma estava sendo guiado por aquela torre e o seu fogo.
Algo estava sendo feito com grãos de um deserto e pelos ventos tendo o tempo bem tranquilo apenas contando e olhando.
E outras vezes entre as manhãs e as noites bonitas algo foi terminado.
Aos grãos de um deserto estava fascinante assim como aquelas três montanhas de areias e aquela torre com pontas e um fogo.
Como uma silhueta que ali só ela tinha e com outras formas que definiam os seus costumes.
Dos grãos de um deserto e de outros detalhes antigos que vieram para terminá-la.
Na sua silhueta as marcas de um deserto e as correntes de um rio estavam.
Iluminada pelo Sol,pela Lua e as estrelas.
Como aquela torre que também a iluminava com o seu fogo.
De um deserto com os ventos surgiam palavras que escreviam outras.
O Sol e a Lua viu essas palavras indo na direção daquela silhueta.
De grão em grão mais palavras eram escritas.
Palavras e outras palavras.
Que eram escritas com os grãos das areias e dos ventos.
Sendo deixadas dentro daquela silhueta antiga e impressionante.
Até do mar se escutava as suas lendas.
E os ventos que vinham dele iam para dentro daquele lugar.
E o tempo também contou os seus motivos para aquela silhueta.
E viu mais palavras que vinham com os ventos.
Que escreviam sobre o Sol e a Lua.
Sobre o céu,aquele rio e um deserto.
Sobre aquelas três montanhas de areias e aquela torre e o seu fogo corajoso.
Sobre aquele lugar feito das areias do tempo.
Dos ventos de um deserto.
Palavras que escreviam sobre as constelações e sobre os dias do ano.
Nos grãos de areias que também escreviam sobre os animais,das árvores,de outras estrelas e mais coisas naturais.
Palavras que ainda estão guardadas naquela silhueta.
E que ainda são ditas e escritas pelos grãos desse deserto e pelos seus ventos.
Muitos grãos e o tempo estão naquele lugar.
Como se estivessem relendo cada palavra que escreveu outras.
Em cada linha feita das areias de um deserto e de um rio.
Aquela silhueta permanece no tempo.
Que ainda se lembra de como ela é.
Assim como uma torre com um fogo que insiste em guiá-lo através do mar.
Nas três montanhas de areias o seu percurso também está.
E depois de tantos ventos sobre aquele deserto o tempo ainda quer continuar.
Um deserto vive entre os mistérios que ainda vivem sobre as suas areias assim como o Sol,uma Lua e um rio.
TESTEMUNO VIVO👉🏻Van Escher
Sou um refúgio que virou gente.
Criança feliz que virou voz na comunicação desde os 11 anos de idade.
Mãe aos 18 que escolheu a vida quando me mandaram escolher a morte.
Mulher que aguentou 16 anos de tempestades e saiu só com a roupa do corpo, mas com as três filhas no colo.
Sobrevivente da COVID em 2019 quando tudo fechou.
Sou uma vencedora da depressão que veio depois com várias tentativas frustradas de se suicidar.
Motorista que pegou a direção da própria vida, mesmo depois de 5 acidentes tentando me parar.
Isso não é currículo.
É milagre em série.
Eu não desisti porque nasci para ser testemunha viva.
E a minha vida virou refúgio pra quem achou que eu não ia conseguir.
Pra você que tá no meio da tempestade: dá pra sair do outro lado sim tenha fé!
Deus não desiste da gente. 🙏🏻
Ass: Van Escher
Educar no Século XXI
Educar hoje não é dar tela pra calar.
É dar presença pra criar raiz.
No século do Wi-Fi em cada canto, o maior luxo é olhar no olho.
Filho não precisa de pai coach, nem de mãe influencer.
Precisa de gente que escuta sem curtir.
Que corrige sem humilhar.
Que ama sem postar.
Educar em 2026 é ensinar que borboleta no estômago não vem de notificação.
Vem de conversa na mesa, de "boa noite" falado, não mandado.
É trocar o "deixa que o Google resolve" por "vem cá que a gente descobre junto".
Porque no fim, filho não leva pro mundo o celular de última geração.
Leva o exemplo que viu em casa.
_Van Escher
*Sobre Criar Gente em 2026*
Menos "amigo" do seu filho.
Mais pai.
Menos "like" na foto.
Mais limite na vida.
Menos "deixa pra lá".
Mais "vem cá, vamos conversar".
Século XXI não precisa de pais modernos.
Precisa de pais presentes.
_Van Escher
*O PAPEL DE CADA UM*
Provérbios 22:6: "Ensina a criança no caminho em que deve andar..."
Ensina quem? Os pais.
Mas hoje o que eu vejo é pai terceirizando a criação.
Manda pra escola e fala "se vira".
Aí o filho chega sem limite, sem "bom dia", sem noção.
Dá trabalho, desrespeita, desafia.
E o professor que aguente.
Professor não é pai.
Não pariu, não criou.
Professor é mestre.
Tá ali pra repartir saber, não pra corrigir falta de base.
Se a criança não respeita os pais dentro de casa, não vai respeitar o professor na sala.
A conta é simples.
Cada um no seu quadrado: pai educa, escola ensina.
_Van Escher
*RAÍZ DE 1979*
Disciplina não é falta de amor. É prova dele.
Criar filho é corrigir, orientar, dizer não.
Quem ama de verdade não terceiriza a educação.
_Van Escher_
Tempestade?
A gente foi criada no meio dela.
Chuva é o de menos. O problema é quem se dissolve na primeira garoa.
_Van Escher_ 🪐
Meu avô veio do céu
pra me lembrar:
"Eu já sabia quando você era criança,
loirinha do cabelinho cacheado,
que você era diferente."
Em meio a lágrimas,
em meio a risos,
o céu aplaudindo de pé.
Agora eu sei.
Eu gostei de ser quem sou.
Van Escher
Quando o amor pede um lugar
Há quem entregue o melhor de si sem medir esforços, sem economizar carinho, sem calcular a intensidade.
Ama com presença, com cuidado, com vontade de construir.
E, ainda assim, guarda no peito um desejo simples:
não ser um segredo.
Não por vaidade, nem por aplausos, mas porque todo amor merece um lugar ao sol.
Há uma paz diferente em saber que alguém não tem medo de caminhar ao seu lado.
No fim, não é sobre aparecer.
É sobre pertencer.
Sobre sentir que o amor, quando é verdadeiro, não precisa se esconder para existir.
Fel
Aos 20 você chegou.
E ao olhar para trás vejo que éramos apenas duas crianças.
Você,
Com um olhar doce me fez acreditar que eu era capaz.
Me fez olhar o mundo com garra, e querer mais.
De tudo, sei que muito eu errei.
Mas segui.
Em meio a tantos erros,
O melhor acerto era Você, a Luz que me fazia seguir.
Você me forjou Mãe!
A mais forte e doce que poderia existir.
A ti,
Só resta agradecer.
Você foi paciente e soube aguardar.
Hoje sou melhor,
Mais paciente, mais ouvinte e sem dúvidas, mais alegre.
Muito preciso me desculpar.
Você contudo, me provou como é bom a arte do improvisar.
Crescemos juntos e hoje sabemos o real valor do amar
A tal livre-agência calvinista não passa de um truque semântico. A livre-agência calvinista cria uma distinção artificial onde "livre-arbítrio" é caricaturado como independência absoluta de Deus; mas teologicamente e filosoficamente, agir por livre arbítrio (liberum arbitrium) significa exatamente a capacidade de julgar e escolher sem coação, tornando a
"livre-agência" apenas um eufemismo para disfarçar o seu determinismo estrito.
