Covardia
Às mulheres
Não sei por que ainda me espanta a covardia de certos “homens”.
O que um homem ganha batendo,humilhando,ameaçando a sua mulher?
O que leva ele a fazer isso?
Que prazer ele encontra em massacrar com palavras alguém menor,mais frágil?
Que educação tiveram os que ainda fazem isso?
Será que tiveram pais,ou tiveram o que hoje dão como exemplo?
Sinto por todas as mulheres que já passaram por isso,
Sinto por todas que passam,
Sinto pelas que ainda vão encontrar com esses covardes e com certeza passarão por isso.
Espero que todas tenham força e coragem para sair desse inferno de cabeça erguida.
Espero também que esses idiotas paguem por cada lagrima derramada,cada sonho desfeito,cada minuto roubado.
Que a justiça que rege o universo,traga à eles de volta todo o sofrimento que causaram.
Enquanto houver medo, haverá insegurança, enquanto houver insegurança, haverá covardia, e enquanto houver covardia, este ciclo vai se perpetuando, vai se renovando na mesma essência, e o mundo, de maneira contínua, se sustentando no comodismo, na satisfatoriedade, na ilusão da prosperidade do tão incerto amanhã.
Por covardia deram-te um dia...
Quando todos te pertencem
Com grandiosidade da Alma
E, humildade comovedora...
Aceitaste …
És mais digna de um hino ao Amor
Do que te curvares aos caprichos
De quem te quer servil…
Entre os mecanismos da não evolução (estagnação ou involução) estão a preguiça, a covardia e o comodismo. O comodismo é observado na preguiça e na covardia de pensar, e conforme Kant argumenta, parece ser uma situação de conforto, pois pode ser cômodo deixar que outras pessoas pensem, façam tudo e tomem decisões em nosso lugar. É mais fácil que alguém o faça por nós, do que fazermos determinado esforço. É semelhante à descrição já comentada de uma escravidão consentida.
"Da covardia que teme novas verdades,
Da preguiça que aceita meias verdades,
Da arrogância que pensa saber toda a verdade;
Oh! Senhor, livra-nos.
Por que tenho que oprimir meu desejo de poeta?...talvez a covardia da incerteza tenha inundado minha alma. Deixei ser corrompida pelo o que os outros pensam...Suas ignorancias...
Tentei escapar ,
mas a força que a humanidade carrega pressionou minha sensibilidade...Não encontro em meu ser a fonte do prazer, dependo deles para sobreviver...E no entato esqueço de viver,
Onde está... ? onde poderei reencontrar o lugar que guadava meus sentimentos...se é que um dia fizeram parte de mim, se é que um dia os tive, se é que ao menos existem.
As vezes me aquieto num canto. Não por preguiça, nem por covardia e nem para não sair da minha zona de conforto.
Mas, para aquietar meu coração, acalmar a minha alma e a minha mente, as vezes tão barulhenta.
Não posso ser útil para alguém se não estou fazendo bem pra mim.
Silencio-me para fugir dos inconvenientes.
Silencio-me para não me sufocar com as palavras que mal ditas me tiram o ar.
A vida precisa de pausas, de recuos, de saídas.
E o silêncio é uma delas.
26/06/2018
Nhô
As mãos calejadas
Nhô carregava
Profundas cicatrizes
E uma alma marcada
Pela covardia
Um sofrimento constante
Quanto mais trabalhava
Mesmo Sem merecer
Seu Senhor açoitava
Bem distante de sua terra
A golpe de chicote, berra
No cativeiro de tortura
Marcados com abreviaturas
Sem conhecer felicidade
Se somos todos seres humanos
Porque não serem tratados com igualdade
Ao branco o poder
E pro negro um sonho de liberdade
Um com dinheiro que o sorriso escorre
Outro no corpo o sangue escorre
Mas todos se igualam quando morrem
Somente a estupides não basta para satisfazer a brutalidade humana, é preciso que a sua covardia submeta a crueldade seres indefesos, como velhos, crianças e animais. (taw ranon)
a covardia sentimental
os covardes sentimentais fogem de tudo
de qualquer possibilidade de envolvimento
criam um personagem e o interpretam propositalmente
esse personagem tem pose de durão
sentimento é sinônimo de fraqueza
grande parte dos que agem assim
têm muitas cicatrizes maquiadas pelo dia a dia
estão cheios de histórias mal resolvidas
de amores não correspondidos
ou de experiências desagradáveis
escondem tudo o que podem pra debaixo do tapete
não suportam a possibilidade de admitir suas fraquezas
parecem invencíveis
intocáveis
mas são paticamente inexistentes
aqueles que conseguem manter tudo isso
depois de serem abraçados pela paz que o amor proporciona
quando o amor nos toca
não há pose que consigamos sustentar por muito tempo
o amor nos despe do mundo
nos torna crianças novamente
tira-nos rótulos e a importância dos diplomas, cursos e riquezas
o amor permite exalarmos nossa própria essência
sem maquiagens, sem personagens
o amor tem o poder de nos transformar
principalmente em nós mesmos
Renúncia não é masoquismo ou covardia: é deixar algo que considerados bom por algo que consideramos melhor!
